Eu me despi em plena rua e ele me encontrou assim
Eram onze da noite, a rua estava vazia e eu decidi tirar a roupa ali mesmo. Não imaginei que um bêbado cambaleando na esquina estivesse me vendo.
Eram onze da noite, a rua estava vazia e eu decidi tirar a roupa ali mesmo. Não imaginei que um bêbado cambaleando na esquina estivesse me vendo.
Naquela manhã, enquanto se vestia sem pudor diante de mim, entendi que o verdadeiro jogo não era o sexo: era quanta gente ela queria que olhasse para ela.
Todos no escritório falavam do corpo da mulher de Marcos. Eu só queria conferir com meus próprios olhos, mesmo que para isso tivesse de inventar uma demissão.
Começamos o dia com uma aposta boba e o terminamos no quarto de desconhecidos, com um telefone gravando tudo.
Ela subiu ao palco vestida enquanto as outras já estavam quase nuas, e eu soube que naquela noite ela perderia completamente a vergonha na frente de todos.
Ela levantou o vestido, me lançou um sorriso e começou a se tocar para o caminhoneiro que seguia ao nosso lado. Era só o começo de uma viagem inesquecível.
A janela do nosso quarto dava bem de frente para o terraço dele. Naquela noite entendi que a ideia de ser observada me excitava mais do que eu jamais admitiria.
Você não nos conhecia de nada, mas passou a tarde toda com a mão dentro da sunga, nos vendo brincar. E nós sabíamos disso desde o começo.
Disquei o número dela quando calculei que já a teria debaixo dele. Queria ouvi-la gemer enquanto outro homem a pagava sem saber que eu era cúmplice do plano.
A sala estava quase vazia. Meu marido se levantou para buscar as bebidas e, antes de sair, tinha erguido minha saia e meu suéter o bastante para que o amigo dele não desviasse o olhar.
Quando ela arrancou a toalha do meu corpo no alpendre e os vizinhos pararam de jantar para me olhar, entendi que aquele verão seria muito diferente do que eu havia imaginado.
Naquela noite eu fingi que iria viajar com amigos. Voltei escondido, me tranquei no quarto e liguei o monitor. Só então o verdadeiro espetáculo começou.
Por trás dos óculos escuros, ninguém sabe para onde um homem olha — e naquela tarde de julho ele decidiu olhar muito além da linha do guarda-sol.
Saí para fumar no escuro e vi: agachado atrás da palmeira, com o olhar cravado na janela onde ela se despia sem saber que estava sendo olhada por dois.
Passamos horas bebendo cerveja em volta da piscina. Quando entrei na casa procurando gelo, os gemidos vinham de dentro e não eram só dela.
Cada vez que entro num provador, deixo a cortina só um pouco aberta. Quem olha do outro lado nunca imagina que eu estou esperando por ela. E quase sempre alguma entra no jogo.
As camas rangiam em sincronia. Se ela gemia, minha namorada gritava mais. Era uma competição silenciosa entre quatro pessoas separadas por poucos centímetros de parede.
Subi com uma desconhecida e, ao fechar a porta, soube que minha vizinha já estava postada atrás da cortina, pronta para ver cada detalhe do que aconteceria.
Da minha cobertura eu tinha visão direta do quintal da minha vizinha. Passei semanas olhando para ela até notar algo estranho nos seus movimentos. Nunca imaginei o que descobriria.
Levar três cadeiras dobráveis a um beco de madrugada foi ideia dela. O que veio depois me deixou olhando de fora, com a boca seca e o coração acelerado.