Eu me despi em plena rua e ele me encontrou assim
Eram onze da noite, a rua estava vazia e eu decidi tirar a roupa ali mesmo. Não imaginei que um bêbado cambaleando na esquina estivesse me vendo.
Histórias de olhares furtivos e prazeres ocultos
680 contosEram onze da noite, a rua estava vazia e eu decidi tirar a roupa ali mesmo. Não imaginei que um bêbado cambaleando na esquina estivesse me vendo.
Há meses brincávamos de fazer com que a olhassem sem que ela soubesse. Naquela noite, com dois amigos no sofá, descobri que ela sempre controlara o jogo.
Eu nunca tinha beijado uma mulher. Diante do espelho do hall, entendi que naquela tarde faria muito mais do que apenas olhar.
As duas toalhas no cabide me avisaram que eu não estava sozinho. O inteligente seria ir embora. Em vez disso, fiquei colado ao vidro.
Subi no banco sem fazer barulho, encostei o olho na grade de plástico e então a reconheci: era ela, a mulher que eu observara de relance durante toda a tarde.
Naquela manhã, enquanto se vestia sem pudor diante de mim, entendi que o verdadeiro jogo não era o sexo: era quanta gente ela queria que olhasse para ela.
Ela levantou uma toalha entre as portas do carro para se esconder de todos. Não contava com o vento, nem com a quantidade de olhos que já a observávamos.
Combinamos algo simples: uma chamada perdida quando eles começassem, e eu apareceria na minha varanda como se fosse por acaso. Aquela noite mudou tudo.
Aprendi que o prazer não estava no mar nem na paisagem, mas no instante exato em que um desconhecido percebia que eu não usava nada por baixo.
Eu nunca imaginei que uma sessão das quatro e meia terminaria comigo prendendo a respiração, rezando para que ninguém olhasse para a nossa fila.
Uma onda atrevida, uma toalha molhada e, de repente, meu biquíni grudado ao tecido enquanto eu continuava de pé. O que veio depois me mudou para sempre.
Disse a Mateo que ia me bronzear de frente. Não contei que o verdadeiro prazer era saber que cada homem que passava parava para olhar para mim.
Achei que Carla dormia enquanto uma loira se aproximava de mim na praia. Ao voltar, ela confessou que tinha visto tudo de olhos entreabertos.
Contei sem pensar a um desconhecido que minha esposa dormia nua em casa, e aquela frase reacendeu algo que estava apagado havia anos entre nós.
Anos atrás, escrevi dez mandamentos para não prejudicar ninguém. O primeiro é nunca intervir. O segundo, permanecer escondido. Esta é uma das noites que jamais confessarei.
Subi sozinho ao apartamento para tomar banho antes dos outros. O que eu não esperava era que alguém, do outro lado do pátio, estivesse esperando exatamente aquele momento.
Marcos me pediu que eu não julgasse nem perguntasse nada quando o amigo dele chegasse. Naquela mesma noite, do quarto ao lado, entendi que tipo de visitas eles recebiam às sextas-feiras.
Uma rajada de vento arrancou a toalha dela no último degrau. Ela não se cobriu. Apenas me olhou, como se esperasse havia semanas que eu descesse àquela hora.
Eu carregava aquele segredo havia anos. Naquela madrugada, entre tequilas e luzes de neon, Carla me pediu a única história que eu nunca ousara contar.
Da minha varanda dava para ver a cama dela. Naquela noite, saí para tomar ar como sempre, sem imaginar que ela acenderia a luz e se despiria diante de mim.
Os contos de voyeurismo brincam com um dos prazeres mais antigos: olhar sem ser visto. Histórias eróticas de olhares furtivos, janelas indiscretas e segredos espiados, em que a excitação nasce de presenciar o que não foi feito para os nossos olhos.
Você vai encontrar vizinhas que se despem sem fechar as cortinas, casais espiados na praia ou no parque, câmeras ocultas, banheiros compartilhados por engano e exibicionistas que gostam de se saber observados. Também o lado oposto do mesmo jogo: o tesão de se mostrar, o dogging, os casais que buscam plateia e os flagrados em plena ação que decidem continuar. Voyeurismo e exibicionismo em português, sem culpa e com muito detalhe.
Como todo o site, são obras de ficção entre adultos destinadas a maiores de 18 anos. Se o que você gosta é olhar, aqui tem material novo toda semana para bisbilhotar sem que ninguém perceba.