O internato de que nenhuma sissy sai igual
O scanner emitiu um bipe vermelho e, naquele instante, soube que jamais voltaria a ser o homem que tinha entrado naquela sala pela manhã.
O scanner emitiu um bipe vermelho e, naquele instante, soube que jamais voltaria a ser o homem que tinha entrado naquela sala pela manhã.
Paguei uma fortuna para encontrar a esposa perfeita. O app me mandou um único perfil: Daniela. O que descobri no hotel não estava em nenhuma foto.
Naquela sexta-feira, ele subiu no carro com uma mala e umas caixas que eu não entendi. Dentro não havia trabalho: estava o presente que, enfim, me deixaria ser quem sempre fui.
Passei a noite inteira esperando por ela, amarrado à cama daquela casa, sabendo que no domingo ela voltaria para terminar o que tínhamos começado.
Saí do trabalho com um calor insuportável e resolvi passar pela sauna. Não imaginava que esse desvio acabaria com nós três metidos em algo muito maior.
Quando aquela garota de olhos verdes entrou no bar, fui a única a notar o detalhe que as outras deixaram passar. E naquela mesma noite ela acabou na nossa cama.
Duas taças de vinho, um robe de seda e a campainha às dez da noite. Era Ernesto, e aquele olhar dele deixava claro que ele não vinha pedir açúcar.
Três colegas de escritório a convidaram para ficar depois das dez. Eles não sabiam que Camila tinha suas próprias regras para esse tipo de noite.
Vi ele pela primeira vez no vestiário e soube que o queria para mim. Semanas depois, eu estava de joelhos diante dele no próprio apartamento.