A parede de vidro do banheiro de Annika mostrava tudo
Eu nunca tinha beijado uma mulher. Diante do espelho do hall, entendi que naquela tarde faria muito mais do que apenas olhar.
Relatos de primeiras experiências inesquecíveis
785 contosEu nunca tinha beijado uma mulher. Diante do espelho do hall, entendi que naquela tarde faria muito mais do que apenas olhar.
Sempre escondi meu corpo sob roupas largas, até a madrugada em que o pai da minha amiga abriu a porta do banheiro e ficou me olhando por um segundo a mais.
Desci as escadas com o conjunto que havia escondido por semanas e, pelo jeito como ele me olhou, soube que naquela noite não haveria volta.
Eu era a garota séria do rabo de cavalo e dos cadernos debaixo do braço. Ele tinha o dobro da minha idade e uma calma que me desarmava toda vez que me olhava.
A tempestade de areia levou toda a caravana. Só ele restou, vagando entre dunas, até uma figura escura surgir no horizonte para salvá-lo.
Quando desci à cozinha às três da manhã, ela já estava ali me esperando, usando uma camisola tão fina que não deixava nada à imaginação.
Ela gritou comigo no elevador e, dez minutos depois, me arrastava para o apartamento dela. Eu era virgem, desajeitado e estava apavorado; ela sabia muito bem o que queria de mim.
Cheguei ao templo meio morta, convencida de que meu corpo era uma maldição. Naquela mesma noite, o sacerdote sussurrou que eu era, na verdade, uma escolhida.
Todos a odiavam antes de ela voltar ao bairro. Eu só desenhava suas tatuagens do meu lado do muro, até ela decidir me cobrar por ser sua musa.
Eu tinha curiosidade e um pouco de medo, mas quando me ajoelhei diante dele entendi que não ia voltar atrás. Naquela tarde, aprendi algo novo sobre mim.
Naquela manhã, acordei com uma ideia fixa na cabeça e, pela primeira vez, não a afastei. O que fiz sozinho ainda é difícil confessar em voz alta.
Tinha vinte anos e nunca tinha visto um homem nu quando Mariela me levou até o muro do fundo e sussurrou para eu olhar pela fresta.
Eu tinha vinte e quatro anos e achava que conhecia meu desejo, até que as mãos dela guiaram as minhas sobre a pele besuntada e eu entendi que aquela tarde mudaria tudo.
Cheguei à porta dele com uma mochila, sem família e sem volta. Ele voltava do trabalho às cinco e meia, e eu só queria ser a mulher que sempre soube que era.
Eu me arrumava mil vezes em frente ao espelho do meu quarto, mas naquela noite, pela primeira vez, não era para mim só. Alguém me esperava do outro lado da porta.
Eu o espiei pela janela enquanto ele se tocava, pensando que ninguém o via. No dia seguinte desci com a desculpa de usar a bicicleta, e não ia embora sem prová-lo.
Só queria enganá-lo para que ele me subisse a nota, brincar de carteirista que distrai para roubar. Nunca imaginei até onde meu próprio blefe iria me levar.
O nosso caso já tinha acabado, mas naquela noite de verão descobri até onde eu era capaz de ir só para senti-lo dentro de mim de novo.
Sempre fui o garoto bonitinho, magrinho e de olhos verdes. Até cruzar a porta de uma academia e alguém me olhar como ninguém jamais tinha olhado.
Naquela tarde a mãe dele não estava em casa e ele tinha uma surpresa preparada. Eu ainda não sabia que aqueles minutos iam despertar em mim um gosto que nunca mais larguei.
Os relatos de primeira vez capturam aquele momento único e irrepetível: a descoberta do sexo, o nervosismo do primeiro debut, a mistura de medo e desejo diante do desconhecido. Histórias eróticas de primeiras experiências contadas com a intensidade de algo vivido só uma vez na vida.
A categoria vai muito além da perda da virgindade: a primeira vez com alguém do mesmo sexo, o primeiro ménage, a primeira traição, o primeiro encontro com um desconhecido da internet, a primeira sessão de dominação. Cada relato explora aquele instante em que a curiosidade vence o pudor e um novo desejo se torna realidade, com trapalhadas incluídas e prazer inesperado.
Todos os relatos de primeiras vezes são obras de ficção protagonizadas por adultos, voltadas para leitores maiores de 18 anos. Histórias novas são publicadas o tempo todo: sempre há uma estreia esperando para ser contada.