A noite em que voltei a me tocar depois de ficar viúva
Entediada diante da televisão, sozinha numa cama grande demais, fechou os olhos e deixou que sua mão fizesse o que não se permitia havia dois anos.
Contos que exploram os desejos mais profundos
618 contosEntediada diante da televisão, sozinha numa cama grande demais, fechou os olhos e deixou que sua mão fizesse o que não se permitia havia dois anos.
Diante do espelho, ajustando a cinta e a peruca loira, permito-me o luxo mais perigoso de todos: imaginar alguém que fique depois.
Eu tinha duas opções: acabar com tudo e afastá-la dele, ou dar caminho livre para que ele ficasse com o que eu mais queria. Escolhi a pior das duas.
Nunca lhe contei o que imaginava à noite enquanto ela dormia ao meu lado. Esta é a confissão que venho calando desde que chegamos àquela cidade.
Guardei essa fantasia por anos sem contar nem ao meu marido. Numa madrugada, numa casa que não era a minha, parei de imaginá-la e comecei a vivê-la.
Tenho trinta e quatro anos e nunca duvidei do que eu era. Até que aquela semente começou a crescer dentro de mim, silenciosa e persistente, e já não pude ignorá-la.
Escolhi o lugar mais perto da água, deixei cair o biquíni e, antes de me deitar, procurei com os olhos quem não conseguia desgrudá-los de mim.
Ninguém ousava se mexer, mas ela sabia que bastava um gesto seu para a praia inteira prender a respiração e o círculo deixar de ser só areia.
«Eu sou sua senhora e ordeno que fique quieto», sussurrou. Eu tinha sobrevivido a três missões de combate, mas nada me preparou para obedecê-la.
Eu só queria sentar na penumbra e me tocar um pouco. Não contava que um completo desconhecido, a três poltronas de distância, me faria perder a cabeça.
Eu a odiava com todas as minhas forças e, ainda assim, com o corpo dela amarrado sobre o meu e a mordaça abafando seus insultos, meu corpo me traiu da pior forma.
Nenhuma delas disse em voz alta, mas ambas sabiam: cada gesto sob o sol era um desafio, um convite que ninguém na praia conseguiu ignorar naquela tarde.
Dois corpos brilhando de óleo, um círculo de homens olhando e uma pergunta sem resposta: iam brigar pela atenção ou dividi-la como cúmplices?
A regra sempre fora a mesma: sua virgindade era intocável. Nessa noite, diante de uma sala de homens ávidos, a regra seria quebrada pelo maior lance.
Fui treinada para agradar e obedecer, mas aquela porta entreaberta despertou algo diferente: uma faísca de desafio que nem as algemas frias contra minha pele conseguiram apagar.
Passei anos imaginando isso em silêncio, sem contar a ninguém. Naquela noite, no bar de um hotel estranho, uma desconhecida decidiu por mim.
Eu ainda estava nua sobre a cama quando a porta se abriu, e por um segundo nenhum dos dois soube o que fazer com o que o outro acabara de ver.
Desci ao escritório naquela madrugada só para descobrir o plano que tinham para mim. E, em vez de fugir, ajoelhei e disse sim a tudo.
Quando ele agarrou o ombro do sujeito que a assediava, Mariela sentiu algo proibido: a certeza de que aquele rapaz podia fazer com ela o que quisesse.
Ninguém ousava se mexer, até que ela ergueu o frasco de óleo na direção dos desconhecidos e, sem dizer uma palavra, os convidou a entrar no jogo.
Os contos de fantasias exploram os desejos mais profundos: tudo aquilo que se imagina no escuro e raramente se confessa. É a categoria mais livre do site, onde a imaginação erótica não tem limites e qualquer cenário é possível se isso acende o leitor.
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