As mensagens dele a quebraram de duas maneiras diferentes
O celular do marido estava na mesinha. Ela sabia que não devia abrir. Abriu mesmo assim. E o que encontrou a destruiu de duas maneiras.
O celular do marido estava na mesinha. Ela sabia que não devia abrir. Abriu mesmo assim. E o que encontrou a destruiu de duas maneiras.
Ela entrou na banheira sem intenção de se limpar. Só queria reviver cada segundo daquela tarde antes que o marido cruzasse a porta.
Acordei com os lençóis úmidos por causa do que sonhei. Me toquei antes de levantar. E o dia inteiro foi assim: o corpo com sua própria agenda.
A primeira vez que o vi soube que era um erro. Um erro que passei três anos evitando, até a noite em que ele bateu à minha porta às duas da madrugada.
Eu estava há meses sem abrir aquela pasta oculta no celular. Nessa noite, a insônia e o desejo decidiram por mim.