O dia em que meu tio Marcos aprendeu a me obedecer
Eu o convidei para me ensinar a me defender. Quando meu pai voltasse, meu tio já teria aprendido que bastava um gesto meu para pô-lo de joelhos.
Eu o convidei para me ensinar a me defender. Quando meu pai voltasse, meu tio já teria aprendido que bastava um gesto meu para pô-lo de joelhos.
Cheguei com um top vermelho e uma saia preta, sem roupa íntima, sabendo que ao cruzar aquela porta deixaria de pertencer a mim mesma.
A mensagem tinha três linhas: «Em trinta minutos. Tire a roupa antes de entrar». E a comandante mais temida da central soube que voltaria a ser só dele.
Eu a vi amarrada ao carro, nua e em silêncio, e em vez de horror senti inveja. Meu padrinho me avisou que não havia volta; eu só queria saber como se assinava.