A guerreira que sucumbiu aos guardiões do templo
Ela atravessou meio reino por uma relíquia lendária; o que não esperava era se ajoelhar diante de quem a guardava — nem desejar isso com cada fibra do corpo.
Ela atravessou meio reino por uma relíquia lendária; o que não esperava era se ajoelhar diante de quem a guardava — nem desejar isso com cada fibra do corpo.
Cheguei em casa, joguei os saltos pelo ar e deixei minha imaginação fazer o que eu jamais me atreveria a fazer no escritório.
Eu mal chegava à altura do cotovelo dele quando ele me pegou pela mão. Em seis minutos, descobri que meu corpo não entendia as regras que eu mesma tinha imposto.
Ela sabia o que tinham combinado, mas nenhuma palavra a preparou para o que sentiria quando cruzou aquela porta e a sala se fechou atrás dela.
«Eu sabia que você viria hoje», disse ela, e então ele entendeu que aquele reencontro casual não tinha nada de casual.
Confessar quantas parceiras tivemos foi só o começo. O que ela propôs naquela noite, com meu gosto ainda na boca, não se parecia com nada dito antes.
Faltava mais de uma hora para chegar, o assento ao lado estava vazio e aquela coceira entre as pernas não me deixava pensar em outra coisa.
A fechadura trancada, a luz apagada e um único dedo bastando para me levar onde nenhum garoto da minha idade jamais soube me levar.
Pela primeira vez em anos eu não precisava morder os lábios nem conter um único gemido. A casa era minha, e meu corpo também, sem testemunhas.