Meu namorado quis me ver com outro e eu entrei na dele
“Você sabe que fiquei pensando e me ocorreram várias invenções”, ele escreveu. Três horas depois, havia um desconhecido tocando a campainha da nossa casa.
“Você sabe que fiquei pensando e me ocorreram várias invenções”, ele escreveu. Três horas depois, havia um desconhecido tocando a campainha da nossa casa.
Toda manhã ela escolhia uma peça diferente sabendo que acabaria rasgada no chão da sala. O que ela não previu foi o dia em que a porta se abriu antes da hora.
Naquela tarde, a massagem me deixou em brasa. Nunca imaginei que acabaria de quatro diante de um desconhecido na minha própria sala — nem quem me surpreenderia ali.
Por baixo daquela roupa larga e discreta havia uma fêmea com o desejo intacto. Eu só precisava esperar que ela parasse de fingir diante do marido.
Aceitei a fantasia do meu marido com uma condição: eu escolheria como, onde e com quem. O que ele não sabia é que eu já tinha alguém em mente.
Quando Sofia entrou na sala e encontrou o agiota amarrado e o marido com a espingarda na mão, soube que sua mentira tinha chegado ao fim.
Eu estava sozinha no meu quarto quando ouvi a porta se abrir. Ninguém chamou. Ninguém avisou. E eu estava com muito pouca roupa.
A primeira vez que o vi com ela, eu quis matá-lo. Na segunda vez que ele entrou na minha casa sem bater, entendi que as regras tinham mudado para sempre.