Quinze dias na fazenda onde aprendemos a obedecer
A professora passou um dedo por seu decote e sussurrou em seu ouvido que abrisse as pernas. Nerea obedeceu antes de entender que já não havia volta.
A professora passou um dedo por seu decote e sussurrou em seu ouvido que abrisse as pernas. Nerea obedeceu antes de entender que já não havia volta.
A garçonete tinha me observado durante todo o jantar. O que eu não imaginava era que ela e os colegas nos esperavam no escuro entre as árvores da praia.
Minha amiga me empurrou de volta para o sofá, disse para eu não me mexer e, quando quis entender o que estava acontecendo, já havia umas mãos abrindo minhas pernas.
Estava havia seis anos sem que ninguém me tocasse. Naquela madrugada, no banco de um táxi, descobri o quanto eu tinha poder sobre o desejo de um homem... e sobre o meu.
O táxi me deixou diante de um portão enorme e um segurança me esperava. Eu ainda não sabia que naquela noite deixaria de ser uma convidada para virar o jogo.
Acordei nua ao lado de um homem que não era meu marido e, pela primeira vez em anos, me senti completamente desejada. Ele ainda não tinha terminado comigo.
Comprei lingerie para uma noite a sós com minha esposa. Jamais imaginei que acabaria vendo-a nos braços de outro homem enquanto a mulher dele se acomodava no meu colo.
Nunca tinha visto outro casal transar a um metro de mim. Com minha amiga gemendo na cama ao lado, descobri que olhar e me deixar ver me acendia como nada.