Minha melhor amiga me fez gozar na piscina pública
Ficamos na fila dos toboáguas a manhã toda, mas foi na água, com a mão dela escorregando pela minha cintura, que entendi o que ela realmente queria de mim.
Ficamos na fila dos toboáguas a manhã toda, mas foi na água, com a mão dela escorregando pela minha cintura, que entendi o que ela realmente queria de mim.
Sempre a desejei em silêncio, ouvindo-a do meu quarto. Naquela madrugada, com duas doses a mais, parei de fingir que era só curiosidade.
Ela achava que eu ainda estava dormindo enquanto se tocava no chão, ao lado da minha cama. Eu não me mexi. Ainda não queria que ela parasse.
A diferença de idade deveria ser um problema, não um convite. Mas quando ela largou os sapatos e me olhou do sofá, soube que obedeceria a cada ordem.
Bastou que ela inclinasse a cabeça em direção à porta do fundo para que eu deixasse minha taça no balcão e a seguisse sem pensar duas vezes.
Quando ela se sentou no balcão e sorriu para mim, achei que dividiríamos apenas um gole. Não imaginei que, horas depois, estaria nua, esperando sua próxima ordem.
Eu só servia as bebidas. Ela me olhava do outro lado do balcão como se já soubesse, antes de mim, como aquela noite ia terminar.
Quando ela tirou a blusa diante da janela aberta, eu soube que não ia parar, mesmo com meio bairro olhando. E eu também não queria que parasse.
Ela me encostou na parede com um beijo lento, baixou a voz até o sussurro e me disse que eu seria uma boa menina. Eu não soube o nome dela, mas obedeci.
Não tirei os olhos dela quando se aproximou da cama. Eu sabia que o que ia acontecer não devia acontecer e, ainda assim, deixei que ela se sentasse no meu colo.