O fim de semana em que seduzi a esposa do meu tio
Quando tomou seus pés nas mãos e começou a massageá-los, soube que naquela noite, com vinho suficiente, a esposa do tio acabaria se entregando a ela.
Quando tomou seus pés nas mãos e começou a massageá-los, soube que naquela noite, com vinho suficiente, a esposa do tio acabaria se entregando a ela.
A boate fechou às duas e ninguém queria ir embora. Pedimos o quarto com jacuzzi, duas garrafas a mais e lançamos uma ideia que mudou tudo.
Nunca confessei que gostava de mulheres nem que ela tirava meu sono. Mas naquela madrugada, sozinhas na piscina, fui eu quem teve coragem de dizer o que sentia.
Cinco anos treinando e nunca tinha competido. Naquela última tarde, quando sua treinadora se sentou sobre ela, soube que não eram os nervos que a faziam tremer.
Quando ela me disse o total e contei as notas, soube que faltavam quatro mil. Olhei para ela, apoiei os cotovelos no balcão e sussurrei algo em seu ouvido.
Desci as escadas com o vestido que mamãe usou nas últimas férias. Quando meu pai ergueu os olhos, soube que algo nele tinha se quebrado para sempre.
Quando Sofia abriu aquela caixa do armário, eu soube que a noite não terminaria como as outras. Mesmo assim, não me mexi.
Apoiei o ouvido na porta fechada das minhas irmãs e entendi, tarde demais, que na minha família nenhuma regra era discutida: apenas obedecida.
Quando abri a porta enrolada na toalha, ela entrou sem me deixar falar. Não era o cara que minha amiga esperava nem o plano que minha cabeça imaginava.
Desci do avião sem saber que aquela viagem terminaria com a mão dele apertando minha cintura na areia, e eu desejando que o dia nunca nascesse.
Faziam duas semanas desde a derrota, e ela ainda não entendia como uma rival magra e provocante a havia colocado de joelhos. A irmã queria saber a verdade.
Adormeci de lingerie pensando no quanto a festa tinha sido divertida. Renata entrou sob os lençóis, e a mão dela não procurou minha cintura: procurou outra coisa.
Ela estava diante da porta do quarto, prendendo a respiração. Só faltava um passo para a razão acabar de pegar fogo entre nós.
Pedi um uísque para esquecer o dia e acabei servindo-me de olhos verdes junto com a bebida. Quarenta minutos depois, os dedos da garçonete cobriam meus olhos por trás.
Cheguei à praça esperando um café cordial com a mulher que me ensinou a ler poemas aos dezessete. O que aconteceu depois não estava em livro nenhum.
Baixei a mão sem pensar, com o celular na outra e a foto dela ocupando a tela. Nunca tinha desejado uma mulher daquele jeito, e ela nem sabia que eu existia.
Rodrigo me seguia com o olhar toda vez que eu cruzava a sala. Eu sabia disso havia meses, e naquela tarde decidi que era hora de cobrar uma dívida.
Eu limpava as salas do corredor quando a encontrei sozinha, com o decote aberto e o pescoço tenso. Ofereci uma massagem. Nenhuma de nós imaginava o quanto iríamos longe.
Seus pais tinham um casamento aberto e fama de pervertidos. Quando ele pediu ajuda com o trabalho final, jamais imaginou que seria incluído no roteiro.
Ela chegou ao meu apartamento com a bochecha ainda roxa. Na mesma noite entrou no banheiro enrolada numa toalha e a deixou cair ao me ver.