O que aconteceu com meu padrasto quando a mãe viajou
Ele repetia que estava errado, que não devia me tocar. Mas a mão dele já buscava minha cintura e os dois sabíamos que nada ia nos deter nesses cinco dias.
Ele repetia que estava errado, que não devia me tocar. Mas a mão dele já buscava minha cintura e os dois sabíamos que nada ia nos deter nesses cinco dias.
Do outro lado da parede, os gemidos da mãe não o deixavam dormir. E quando ela o chamou ao quarto no dia seguinte, Bruno soube que nada voltaria a ser como antes.
Nunca tinha visto minha mãe nua. No dia em que ela quebrou o braço, alguém teria que levá-la para o chuveiro, e esse alguém era eu.
Eles achavam que a enseada estava vazia. Eu seguia atrás da pedra, sem respirar, vendo ela se mover sobre ele enquanto o céu ficava laranja.
Queria que olhassem para ela. Que a devorassem com os olhos. O que eu não esperava era que um dos desconhecidos do fundo ousasse procurá-la no chuveiro.
Rodrigo a segurava pelos quadris durante o treino e ela fingia não notar sua ereção. Quando encontrou as calcinhas dele no quarto, já não pôde ignorar o que estava acontecendo.
Quando a tela se abriu, minha cunhada recebia seus dois parentes na sala com um sorriso que eu jamais tinha visto nos almoços de domingo.
Ele apareceu na porta sem avisar, com cara de briga e uma garrafa debaixo do braço. Às três da madrugada, nada do que eu sabia sobre ele era verdade.