Voltei a procurar mulheres na praia
Bastou um sorriso diante do mar para eu saber que naquela noite não dormiria tranquila.
Bastou um sorriso diante do mar para eu saber que naquela noite não dormiria tranquila.
A deixaram plantada no altar e ela jurou nunca mais amar um homem. O que ela não sabia era que, atrás dos muros do convento, a esperava algo bem diferente.
Cheguei em casa achando que conseguiria dormir, mas o celular vibrou com o nome dela na tela e eu soube que aquela noite não teria descanso.
Eu já adestrava submissas pela internet havia anos, mas nunca imaginei que por trás da máscara da minha nova escrava estaria o rosto da mulher da casa da frente.
Quando cheguei ao bar, minha esposa já não estava sozinha: uma desconhecida acariciava sua cintura, e tudo o que eu não queria era que parassem.
Achei que iria guiá-la na primeira experiência, mas foi ela quem tomou o controle e me mostrou até onde meu corpo podia chegar.
A gente se reunia há seis anos para a mesma coisa: conversar e nos tocar sem pudor. Numa noite, Camila prometeu uma surpresa e abriu a porta do quarto ao lado.
Desci do vapor com a blusa encharcada e a cabeça cheia de corpos alheios. Nenhuma das mulheres do porto preparou o que aconteceu naquela noite no hotel.
Mal a arrastei para o pátio, ela começou a sangrar. Mas o ferimento não era o segredo mais estranho que aquela mulher guardava sob meu teto.
Quando viu a porta entreaberta e reconheceu a irmã lá dentro, contra a parede, a última coisa que esperava era ficar olhando, sem conseguir se mover.
Saí do banheiro com a boca torta e um novo pulsar. Ela, com a marca vermelha do meu batom nos lábios, não sabia que o namorado já a estava observando.
A quarta rodada de daiquiri baixou as defesas, mas ninguém esperava que a confissão de Daniela terminasse com todas nós enredadas no tapete da sala.