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Relatos Ardientes

O que encontrei na garagem mudou tudo

Era uma tarde de verão em que o calor esmagava a cidade com aquela espécie de peso úmido que só agosto sabe impor. Minha mãe, Marta, tinha me pedido que eu a levasse para a casa da minha tia Blanca, que morava a vinte minutos de carro pela estrada da costa. Almoçamos os três juntos na varanda — salada fria, pão com tomate, um pouco de embutido — e, quando terminamos, minha mãe me disse que elas ficariam conversando por um bom tempo, como sempre faziam quando se encontravam.

— Vai dar uma volta — me disse. — Volta em uma hora e meia, duas horas.

Não me pareceu estranho. Eram irmãs e tinham o costume de ficar horas conversando sobre coisas que não interessavam a mais ninguém. Saí para andar pelo bairro, tomei um café na área externa de um bar e, depois de uma hora e quinze, decidi voltar para buscá-la antes do combinado.

Toquei a campainha. Nada. Toquei de novo. Silêncio.

A porta da rua não estava trancada, então empurrei e entrei. Percorri o corredor, a cozinha, a sala. Tudo vazio. Continuei para o fundo da casa, pelo corredor comprido que levava ao quintal dos fundos e dali à garagem. À medida que me aproximava, comecei a ouvir alguma coisa. Um ruído surdo, rítmico. Um golpe seco seguido de outro, depois um breve silêncio, e então outro golpe.

Empurrei a porta da garagem.

E fiquei sem fala.

Minha tia Blanca tinha sessenta e dois anos, mas ninguém que a visse naquele momento lhe daria essa idade. Era loira, media um metro e sessenta, tinha os ombros largos e aquele tipo de corpo construído ao longo de anos de atividade física constante. Estava sentada num canto do espaço livre, sem camiseta, com os seios grandes e firmes à mostra, os mamilos escuros eriçados pelo esforço, as mãos enfaixadas com fita branca e uma fina camada de acolchoamento nos nós dos dedos. Usava um short de tecido branco com uma faixa preta lateral, no estilo dos anos oitenta, e estava descalça. Tinha o cabelo preso num coque apertado, com algumas mechas soltas coladas na testa pelo suor. O tronco dela brilhava.

No canto oposto estava a minha mãe.

Marta tinha sessenta anos, cabelos escuros, também media um metro e sessenta. A mesma postura, as mãos igualmente enfaixadas e acolchoadas, o tronco nu, os seios pesados balançando a cada respiração, os mamilos marcados e duros. O short dela era preto com faixa branca. Também descalça. Tinha os cotovelos apoiados nas cordas improvisadas — uma corda grossa esticada entre dois suportes metálicos fixados na parede — e me olhava com a mesma calma com que poderia estar olhando qualquer coisa. Como se a minha presença ali fosse a coisa mais normal do mundo.

— Vai ficar só olhando ou vai trazer água? — disse ela.

Não soube o que responder. Me movi sem pensar, como se o corpo tomasse as decisões por mim. Havia um balde com garrafas de água e gelo junto à parede. Peguei duas.

— Começa pela sua tia — disse minha mãe. — É a casa dela.

Me aproximei de Blanca. Ela tinha vários golpes no abdômen e as laterais avermelhadas, a pele quente sob meus dedos quando a ajudei a se posicionar. Ela me estendeu a garrafa com as mãos enfaixadas, bebeu de boca aberta e cuspiu a água que sobrou no balde. Passei a ela uma toalha que já estava encharcada de suor. Peguei um pote de vaselina do chão e cobri seus ombros, as maçãs do rosto e o peito com cuidado. Passei os dedos por baixo dos seios para recolher o suor que se acumulava ali, e ela soltou um suspiro longo, sem tirar os olhos dos meus.

— Obrigada, sobrinho — disse, e deu um tapinha no meu rosto com a palma enfaixada.

Virei-me para minha mãe.

Marta estava com os braços pendurados nas cordas e as pernas ligeiramente abertas. O suor escorria pelas costas e pelo peito. Tinha um pequeno corte no lábio superior e o nariz levemente inchado, embora já não sangrasse. Ajoelhei-me diante dela e aproximei a garrafa. Ela bebeu devagar, sem tirar os olhos de mim. Depois peguei a toalha limpa e limpei seu rosto com cuidado, passando os dedos de leve pelo nariz para verificar se o sangramento tinha parado.

Coloquei as pernas dela sobre as minhas e massageei suas coxas por um momento. Ela jogou a cabeça para trás. Não disse nada. Peguei outra garrafa, abri e a deslizei pelo pescoço, pelos ombros, pelo peito. A água fria escorreu entre os seios e desceu pelo ventre até sumir dentro do short. Os mamilos ficaram ainda mais duros. Passei vaselina nas bochechas e no lábio rachado. Prendi o cabelo dela em duas tranças apertadas, igual à minha tia.

Um sino de cozinha tocou, deixado sobre a prateleira, fazendo as vezes de campainha.

As duas se puseram de pé.

Não me mexi do lugar. Não conseguia.

Vi as duas se encontrarem no centro do espaço. Ambas com a guarda alta, os punhos enfaixados na altura do rosto, os pés descalços tateando o chão de cimento com cuidado. Blanca lançou os primeiros golpes: três diretos rápidos no rosto da minha mãe, que os recebeu sem ceder um centímetro. Marta respondeu com dois ganchos curtos no corpo, mirando as laterais da irmã, o que a fez recuar meio passo e mudar a expressão pela primeira vez.

Não eram golpes de brincadeira. Eram golpes de verdade.

Blanca contra-atacou com um gancho que acertou a mandíbula da minha mãe com um som seco que veio direto para o meu peito. Marta cambaleou, agarrou os ombros da irmã e as duas ficaram enroscadas por alguns segundos, rosto contra rosto, o suor se misturando, os seios apertados um contra o outro, os mamilos duros roçando sob a pressão dos corpos. Nenhuma das duas parecia disposta a pedir tempo ou ceder terreno.

Fiquei em pé, sem me mover, com os braços ao lado do corpo, o pau já inchado dentro da calça, sem saber o que fazer com o que eu estava sentindo. Eu carregava havia anos uma certa imagem recorrente que sempre havia guardado em algum canto escuro da mente, dessas que a gente não procura conscientemente, mas que aparecem sozinhas nos momentos mais incômodos. Era uma daquelas fantasias classificadas como intocáveis e separadas de todo o resto. Nunca imaginei que se materializaria diante de mim numa garagem na costa, em plena tarde de agosto.

Blanca conseguiu se desvencilhar e lançou uma sequência de golpes no corpo que machucavam. Marta aguentou encostada nas cordas, recebendo o castigo durante vários segundos, a cabeça baixa, os braços protegendo o rosto, até encontrar o momento e encaixar um direto de direita limpo na mandíbula da irmã. O protetor bucal de Blanca voou e ricocheteou com um baque seco no chão de cimento.

Mas Blanca não recuou.

O que se seguiu foi difícil de processar. As duas lançando e recebendo golpes, os pés desenhando pequenos arcos sobre o chão suado, os punhos enfaixados chocando-se contra o corpo com uma precisão que eu não esperava de nenhuma das duas, os seios das duas sacudindo a cada movimento. As pernas tremiam de cansaço, mas nenhuma cedia. A raiva entre elas era palpável, visível, como se estivessem guardando havia anos algo que naquele momento encontrava saída em cada golpe. Não se xingavam. Não diziam nada. Só se olhavam e golpeavam.

Aos poucos, as trocas foram se espaçando. O cansaço falou mais alto que a raiva. As últimas combinações eram mais lentas, mais pesadas, como se os braços pesassem o dobro. Até que as duas se abraçaram no centro, apoiando-se uma na outra, respirando forte contra o ombro da outra, os seios esmagados um contra o outro. O suor das duas formava uma pequena poça no chão.

O sino de cozinha tocou pela segunda vez.

Empate.

Ninguém falou nada. Ajudei as duas a tirar as bandagens, dei água fria, passei toalhas limpas. Blanca foi a primeira a entrar na casa sem olhar para mim, mas antes de atravessar a porta se virou por um instante e seus olhos desceram sem disfarce até o volume que marcava minha calça. Ela sorriu de leve, com uma careta torta, e desapareceu pelo corredor. Minha mãe ficou sentada no chão da garagem, com as costas apoiadas na parede e os olhos fechados, até recuperar o fôlego.

O caminho de volta para casa fizemos em silêncio.

Eu pensava em tudo o que havia visto. Na imagem da minha mãe recebendo aquele gancho e aguentando sem piscar. No suor escorrendo por suas costas enquanto esperava que eu a atendesse. Na forma como ela jogara a cabeça para trás quando massageei suas coxas, como se estivesse esperando aquilo antes mesmo de eu entrar. Na frieza com que me olhara antes de o sino tocar, como se soubesse exatamente o que estava fazendo comigo.

Eu a tinha imaginado assim vezes demais. Era uma dessas imagens que a gente guarda numa gaveta fechada e nunca abre, ou quase nunca. Mas naquela tarde a gaveta se abriu sozinha e não havia como fechá-la de novo.

Estacionei em frente ao prédio. Minha mãe não desceu do carro de imediato. Ficou olhando para a frente por alguns segundos.

— O que você achou? — perguntou.

— Não sei o que dizer.

— Não estou perguntando o que você pensa. Estou perguntando o que você achou.

Havia uma diferença entre essas duas perguntas e nós dois sabíamos disso.

— A coisa mais intensa que já vi na vida — eu disse.

Ela assentiu uma única vez. Abriu a porta do carro e entrou no prédio sem dizer mais nada. Fiquei sentado no banco do motorista por um bom tempo, com as mãos no volante e os olhos fixos na rua, sem ver nada.

***

Quando subi para o apartamento, minha mãe tinha tomado banho. Estava na sala com o cabelo molhado, uma camiseta cinza de alcinhas que se colava ao corpo em alguns pontos, e uma calcinha azul de algodão. Descalça. Não usava sutiã e os mamilos marcavam claramente sob o tecido úmido. Sentou-se ao meu lado no sofá e, por um momento, nenhum dos dois falou.

— Há quanto tempo vocês fazem isso? — perguntei.

— Tempo suficiente.

— Por que você nunca me contou?

Ela virou a cabeça para mim. Tinha os olhos escuros, tranquilos. Não havia vergonha neles. Só uma espécie de certeza serena, como se já esperasse por aquela conversa havia tempos e ela não lhe custasse mais nada.

— Porque eu sabia que você reagiria exatamente assim — disse ela.

Deslizou a mão devagar por cima da minha calça até encontrar o que procurava. O pau estava duro desde a garagem e ela constatou isso num único toque, fechando os dedos ao redor do volume e apertando com firmeza. Não a afastei. Não disse nada por um momento. O ventilador de teto girava com aquele ruído monótono que há anos fazia parte daquela sala. Lá fora ainda fazia calor.

— Perdi a conta de quantas vezes imaginei isso — disse eu. — Algo assim. Exatamente assim.

Ela não se surpreendeu. Só apertou um pouco mais, com calma, como se tivesse todo o tempo do mundo. Desceu a mão até encontrar o cós, abriu minha calça sem pressa e enfiou a mão dentro. Quando seus dedos envolveram o pau diretamente, sem a barreira do tecido, ela soltou o ar pelo nariz, quase em alívio.

— A noite é longa — disse. — E há muitas coisas que você ainda não sabe sobre mim.

Começou a me masturbar com lentidão deliberada, apertando na base, subindo até a glande e descendo de novo, arrancando-me um gemido do fundo do peito. Deslizei minha mão sob o tecido da calcinha dela e a segurei com firmeza. A boceta estava encharcada, tão molhada que meus dedos afundaram sem resistência alguma. Ela fechou os olhos por um momento e soltou o ar devagar, como se estivesse prendendo a respiração havia horas. O quadril dela se moveu levemente na minha direção. Os lábios se entreabriram sem dizer nada.

— Chupa meus seios — disse, com a voz rouca, enquanto puxava a camiseta até o pescoço.

Segurei um seio com a mão livre e o enfiei inteiro na boca. Os mamilos estavam duros como pedra. Chupei e mordi devagar, alternando entre um e outro, enquanto continuava movendo os dedos dentro da boceta encharcada dela. Ela apertava meu pau no ritmo da minha língua, cada vez com mais força, até se soltar, se pôr de joelhos no chão entre as minhas pernas e baixar minha calça até os tornozelos.

— Faz anos que penso nisso — disse ela, olhando de baixo para mim. — Todos esses anos.

Cuspiu na glande e baixou a cabeça. Engoliu tudo de uma vez, com uma técnica que me surpreendeu, a garganta se abrindo sem resistência. Senti os lábios dela se fecharem ao redor da base e a língua trabalhando por baixo. Ela começou a me chupar com fome, subindo e descendo a cabeça num ritmo firme, apertando os lábios a cada passada, fazendo um barulho molhado que enchia a sala inteira. Agarrei as tranças dela — ela ainda estava penteada como na garagem — e empurrei sua cabeça um pouco mais para baixo. Ela engoliu e continuou, sem se afastar. Os olhos escuros cravados nos meus, brilhando.

— Você vai me chupar inteira — eu disse, sem reconhecer a minha voz.

— Inteira — respondeu, tirando-a por um segundo. — Você já sabia.

Ela a colocou de novo até o fundo. A saliva escorria pelo queixo e pingava nos seios. Com a outra mão, procurou a própria boceta por baixo da calcinha e começou a se esfregar enquanto me chupava. Eu podia ouvi-la, molhada e ansiosa, os dedos entrando e saindo no mesmo ritmo da boca. O rosto dela ficou vermelho e os seios saltavam a cada movimento da cabeça.

Quando senti que ia gozar, agarrei-a pelos ombros e a levantei. Deitei-a no sofá de barriga para cima e arranquei sua calcinha de uma vez. A boceta estava depilada, brilhando de tão molhada, com os lábios inchados e o clitóris já aparecendo. Abri suas pernas ao máximo e desci a boca. Comecei pelo clitóris, chupando devagar, e ela se agarrou ao meu cabelo com as duas mãos e arqueou as costas como um chicote.

— Aí, aí, continua — ela gemeu. — Come tudo.

Comi sua boceta por um bom tempo, alternando lambidas longas com chupões no clitóris e enfiando dois dedos ao mesmo tempo, procurando o ponto interno com a ponta dos dedos. Ela me fodia o rosto com o quadril, pedindo mais, mordendo o lábio rachado. Estava tão molhada que escorria pelo meu queixo. Ela gozou com um espasmo longo, apertando as coxas contra minha cabeça, gemendo baixo, sem soltar meu cabelo. Quando a soltei, ela estava tremendo.

— Me fode — disse ela. — Agora. Mete em mim.

Subi em cima dela. Coloquei as pernas dela sobre meus ombros e encostei meu pau na entrada da boceta. Empurrei com firmeza e entrei até o fundo numa só investida. A boceta me apertou tanto que tive de ficar parado um segundo para não gozar ali mesmo. Ela soltou um gemido gutural, longo, e agarrou as almofadas atrás dela.

— Meu Deus, filho, que pau — disse, com os dentes cerrados. — Me fode forte. Como na garagem.

Comecei a meter com vontade, tirando o pau quase inteiro e voltando a enfiá-lo até o fundo. O sofá rangia a cada investida. Os seios dela batiam no ritmo dos impulsos, os mamilos escuros brilhando de suor. Agarrei um deles com a mão e apertei. Ela mordeu meu polegar quando o passei pela boca.

— Mais forte, porra — gemeu. — Me destrói.

Mudei sua posição. Coloquei-a de quatro sobre o sofá, com a bunda para mim e o rosto afundado nas almofadas. Agarrei seus quadris com as duas mãos e voltei a enfiá-lo por trás. Deste ângulo dava para ver tudo: a boceta inchada e vermelha, os lábios se abrindo ao redor do pau a cada investida, o anel pequeno e apertado logo acima. Dei uma palmada seca na sua nádega e ela soltou um gemido abafado contra a almofada.

— Outra — pediu.

Dei outra, mais forte. A marca da minha mão ficou impressa na pele branca. Agarrei suas tranças e puxei para trás, levantando a cabeça dela, enquanto continuava enfiando com um ritmo brutal. A bunda dela tremia a cada choque.

— Vou gozar de novo — anunciou, com a voz entrecortada. — Não para. Não para, filho, não para.

Fodi-a mais rápido, cerrando os dentes, sentindo a boceta me apertar em ondas cada vez mais frequentes. Quando ela gozou, a coluna dela dobrou para baixo e ela gritou contra a almofada. A boceta apertou meu pau com tanta força que estive prestes a gozar ali mesmo. Saí a tempo, a respiração ofegante, com o pau brilhando pelos fluidos dela.

— Vem aqui — disse ela, virando-se e sentando na beirada do sofá. — Dá pra minha boca.

Aproximei-me. Ela agarrou meu pau com as duas mãos e o enfiou até o fundo, chupando com fome, saboreando a si mesma sem nenhum pudor. Me olhava de baixo com os olhos brilhantes, a mesma calma fria que tinha na garagem. Comecei a mover o quadril contra seu rosto, fodendo sua boca, sentindo que o orgasmo já não aguentava mais.

— Engole tudo — eu disse. — Tudo.

Ela apertou os lábios e acelerou. Quando gozei, foi em jatos longos e grossos, direto na garganta dela. Ela não largou o pau nem por um segundo. Engoliu tudo o que eu derramei, com os olhos fechados, e continuou chupando até a última gota, me espremendo com as mãos para que não ficasse nada dentro. Quando finalmente me soltou, passou o dorso da mão pela boca, sorriu e lambeu os dedos um a um.

— Esperei tempo demais por isso — disse. — E isso é só o começo.

Ninguém estava com pressa. Pela primeira vez em muito tempo, eu também não.

***

O que aconteceu naquela noite foi o começo de algo que não tinha um nome claro nem precisava ter. O que havia entre nós depois daquela tarde já não era o que tinha sido antes, e nós dois aceitamos isso sem falar muito a respeito. Houve noites de conversa e noites de silêncio, e em todas elas o limite que havíamos cruzado continuava sendo o mesmo: visível, nítido, já irreversível.

Às vezes penso na imagem da minha tia Blanca e da minha mãe naquela garagem, suadas e furiosas, trocando golpes com uma concentração que eu nunca tinha visto em ninguém. E penso no que ela sentiu quando me viu entrar por aquela porta e percebeu que eu tinha visto tudo, que já não havia volta para nenhum dos dois.

Não sei se o que aconteceu naquele dia foi um acidente ou se, em algum lugar da mente dela, ela esperava havia tempo que aquilo acontecesse. Provavelmente nunca vou saber. Mas faz tempo que parei de me fazer essa pergunta.

Há coisas que é melhor não resolver. Só viver.

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