Minha fantasia secreta: cinco homens só para mim
Entro com a saia mais curta que tenho e o salto alto. Eles já estão no sofá, me esperando com as mãos prontas. E eu, nervosa, me sento bem no meio.
Entro com a saia mais curta que tenho e o salto alto. Eles já estão no sofá, me esperando com as mãos prontas. E eu, nervosa, me sento bem no meio.
Desci para a cozinha praticamente nua, com três desconhecidos ajoelhados na minha sala e meu parceiro do outro lado da parede. O que eu não sabia era que ele estava gravando tudo.
Quando a cidade inteira dormia a sesta, Camila se pôs no meio da rua vazia, mordeu o lábio e nos perguntou qual dos cinco se animava primeiro.
Achei que seriam só mais umas fotos. Não imaginei que as mãos dos três acabariam me percorrendo ao mesmo tempo, nem que eu me deixaria levar sem pensar no meu marido.
Eu a conhecia desde criança: doce, calada, a esposa perfeita. Até entrar naquele local da cidade e vê-la deitada sobre a maca, cercada de homens.
Bati na porta de madeira esperando meu pai, mas quem abriu foi o capataz, com um sorriso diferente. E então me disse que ele não estava.
Você não planejava trabalhar naquele dia, mas a mensagem soava como uma ordem. O que você não sabia era que suas colegas estavam esperando há semanas para te ver entrar assim.
Eu vinha remoendo a ideia havia semanas, mas nada me preparou para o que senti quando as primeiras mãos desconhecidas roçaram minha pele na escuridão.
—Só para olhar —ela sussurrou na porta do clube. Mas as mãos de desconhecidos já buscavam sua pele, e eu era incapaz de desviar o olhar ou de parar aquilo.
Passei anos querendo algo mais forte que um único homem. Naquele fim de semana, na minha casa na serra, trinta deles me esperavam na piscina.
Ela disse ao marido que dormiria na casa de amigas. Na verdade, estava nua na caçamba de um caminhão, ouvindo a fila se formar do lado de fora.
Fazia uma semana que ele não falava comigo quando me esperou na saída da aula, me levou a um canto isolado e deixou que três desconhecidos vissem tudo.
Quando a van parou atrás de mim no meio da madrugada, eu soube que aquela noite não terminaria como qualquer outra. E, para minha surpresa, eu não quis que terminasse.
Nunca tinham me feito uma massagem só nos seios, muito menos com minhas quatro amigas olhando da beira da piscina, esperando a vez delas.
No carro, só chegava a luz de um poste distante e uma desconhecida que agarrou minha bunda assim que fechei a porta. A noite ainda nem tinha começado de verdade.
Saímos para tomar sol sem marcas e sem ninguém por perto. O que não imaginávamos era quantos iam acabar em cima de nós antes de voltarmos à água.
Deitadas ao sol depois do que tinha acabado de acontecer, ouvíamos como riam dele por não ter tido coragem. E foi isso que nos fez levantar.
Quando ele me vendou no portão, o único que eu sentia era uma gota descendo devagar entre minhas coxas e o coração quase saindo pela boca.
Éramos cinco e ele era só um, mas nenhuma saiu daquela casa sem gritar o nome dele ao menos duas vezes naquele fim de semana de calor.
Achei que só jantaria algo típico antes de dormir. Não imaginei que aqueles dois rapazes do bar me levariam à noite mais desinibida da minha vida.