Pedi que trinta desconhecidos me usassem durante dias
Passei anos querendo algo mais forte que um único homem. Naquele fim de semana, na minha casa na serra, trinta deles me esperavam na piscina.
Passei anos querendo algo mais forte que um único homem. Naquele fim de semana, na minha casa na serra, trinta deles me esperavam na piscina.
Ela disse ao marido que dormiria na casa de amigas. Na verdade, estava nua na caçamba de um caminhão, ouvindo a fila se formar do lado de fora.
Fiquei uma semana sem ele quando me esperou na saída da aula, me levou a um canto isolado e deixou que três desconhecidos vissem tudo.
Quando a van parou atrás de mim no meio da madrugada, eu soube que aquela noite não terminaria como qualquer outra. E, para minha surpresa, eu não quis que terminasse.
Nunca me deram uma massagem só nos seios, muito menos com minhas quatro amigas olhando da beira da piscina, esperando a vez delas.
No carro, só chegava a luz de um poste distante e uma desconhecida que agarrou minha bunda assim que fechei a porta. A noite ainda nem tinha começado de verdade.
Saímos para tomar sol sem marcas e sem ninguém por perto. O que não imaginávamos era quantos iam acabar em cima de nós antes de voltarmos à água.
Deitadas ao sol depois do que tinha acabado de acontecer, ouvíamos como riam dele por não ter tido coragem. E foi isso que nos fez levantar.
Quando ele me vendou no portão, o único que eu sentia era uma gota descendo devagar entre minhas coxas e o coração quase saindo pela boca.
Éramos cinco e ele era só um, mas nenhuma saiu daquela casa sem gritar o nome dele ao menos duas vezes naquele fim de semana de calor.
Achei que só jantaria algo típico antes de dormir. Não imaginei que aqueles dois rapazes do bar me levariam à noite mais desinibida da minha vida.
Desci as escadas nua, sorri para eles e só impus uma regra: subir sem roupa. Eram onze, suados e necessitados; eu já estava viúva havia tempo demais.
Eu só ia de acompanhante, juro. Mas quando os dois entraram na terraço, idênticos e sorrindo igual, eu soube que aquela noite eu não ia me comportar.
Ela aceitou segui-la de carro sem saber muito bem por quê. Só sabia que, enquanto vinha atrás dela, algo se acendia dentro do seu corpo.
Quando Mariela pegou o microfone e disse que o bar ficava fechado só para nós, entendi que aquela noite nenhuma de nós voltaria para casa sendo a mesma.
Eu podia ouvir as risadas através da parede. Quando me aproximei da porta entreaberta, o que vi me tirou o fôlego: minhas duas melhores amigas, meio nuas, se olhando.
Acabei de me mudar e não conhecia ninguém. Bruna foi a primeira a falar comigo; nunca imaginei que ela e a companheira tinham um plano para mim naquela noite.
Só queria um telefone para chamar o guincho. Acabei entre duas desconhecidas que decidiram que aquela noite tranquila me incluía.
Saí para pegar minha jaqueta e ir embora sem atrapalhar. Então vi a mão de Daniela perdida sob a roupa de Paula, e meus pés se recusaram a sair da porta.
Abri os olhos no meio da ação e a vi apoiada no batente da porta, com uma mão dentro do short. Ela não estava com raiva. Estava me olhando.