O que meu marido me pediu naquele fim de semana
Aceitei com três condições claras e a mão do meu marido tremendo na minha. O que aconteceu naquela tarde na sala ainda me faz duvidar de quanto o conheço.
Aceitei com três condições claras e a mão do meu marido tremendo na minha. O que aconteceu naquela tarde na sala ainda me faz duvidar de quanto o conheço.
Entrei naquela oficina dando ordens, como sempre faço. Não imaginei que aquele homem coberto de graxa me faria lembrar quem realmente mandava naquela tarde.
Estávamos juntos havia meses quando criei coragem para dizer, com o sexo dele ainda em minha mão, que nunca desejei tanto um homem que entendesse o prazer.
Eu o vi inquieto num banco do campus, esperando alguém, e meu radar disparou. Não imaginei que aquele rapaz tímido me faria perder a conta das horas.
A última coisa de que me lembrava era brindar com uma mulher linda. Depois, acordei no chão de um porão, sem forças, sem roupa e sem saída.
Deixei ele entrar pensando que só queria um copo d’água. Dez minutos depois eu estava de joelhos na frente do sofá e não queria parar.
Dez minutos antes das seis, guardei os papéis, retoquei meu batom vermelho e dirigi até o motel onde ele me esperava com uma ordem precisa do meu marido.
Naquela noite, depois de publicar, abri o e-mail e encontrei uma mensagem dele. Eu não sabia que um desconhecido podia me afetar tanto apenas com palavras.
Toda noite um carro diferente chegava à casa em frente, e as luzes se apagavam, menos uma. Naquela madrugada, aproximei-me da janela e não consegui mais parar de olhar.
Eu estava secando as costas quando a porta se abriu de repente. Ela me viu inteiro, pediu desculpas e saiu correndo. Não imaginei que voltaria a encontrá-la ainda naquela manhã.
Durante años le dijo que no a una sola cosa. Bastó una traición y una noche con el hombre equivocado para que cambiara de idea para siempre.
Ela veio pedir a impressora e acabou olhando para a tela com uma pergunta na ponta da língua que mudou tudo entre nós.
Eu o observava há dias do terraço, fingindo que não. Naquela tarde de calor, decidi parar de fingir e desci com um copo de limonada na mão.
Eu sabia que era perigoso ficar a sós com ela no quarto da caldeira, mas quando ela amarrou meus pulsos na parede e roçou minha pele com seus caninos, eu já não queria que parasse.
Bruno achava que controlava tudo: a namorada, a amante e o próprio orgulho entre as pernas. Não sabia que naquela noite perderia as três coisas de uma vez.
Naquela manhã só queríamos nos perder uma na outra. Não contávamos com a favorita entrando com seus guardas e um castigo já preparado.
Cinco anos depois a vi empurrando um carrinho com uma menina dentro. Ela baixou os olhos e saiu correndo. Nenhum dos dois queria lembrar o que gravamos juntos.
Quando o médico me disse que eu nunca teria filhos, achei que tinha perdido tudo. Não imaginei que a resposta estaria sentada na minha frente, brindando como se nada fosse.
Achei que era só um jogo de mensagens fora de hora, até que uma tarde ele fechou a porta do meu escritório, apagou a luz e parou de me pedir permissão.
Eu estava há três semanas divorciada e achava que já não sabia desejar. Naquela primeira noite em alto-mar, um desconhecido encostado no bar me provou que eu estava errada.