A primeira vez que me fizeram mulher
Passei meses trocando mensagens com ele, sem saber se teria coragem. O dia chegou, e subi no táxi com as mãos tremendo e as meias na mochila.
Passei meses trocando mensagens com ele, sem saber se teria coragem. O dia chegou, e subi no táxi com as mãos tremendo e as meias na mochila.
Fechei a porta com a chave e tirei o avental. Marcos me olhou da cama com os olhos arregalados e algo que não era só gratidão.
Chegamos do aeroporto às onze da noite, com a casa só para nós e quinze dias pela frente. E então ela me disse que odiava dormir sozinha.
Nessa noite na quermesse do bairro descobri algo que eu não devia sentir pela irmã mais nova da minha namorada, e o sorriso dela sob as luzes nunca mais me deixou dormir igual.
Subi para conhecer o apartamento novo e brindar com espumante. Só desci na manhã seguinte, com o perfume dela ainda grudado na pele e um segredo impossível de contar.
Achei que estava sozinho em casa. A chave na fechadura me pegou tarde demais e, quando levantei a cabeça do sofá, ela já tinha me visto.
No restaurante, pedi que ela se comportasse como minha namorada. Ela mudou de cadeira devagar. Nenhum de nós falou sobre o que isso significava.
Três colegas de escritório a convidaram a ficar depois das dez. Não sabiam que Camila tinha suas próprias regras para esse tipo de noite.