Três desconhecidos e eu em uma praia do Caribe
Meu marido cochilava enquanto eu caminhava pela areia procurando os três homens que eu vinha imaginando havia dois dias. Eu não pensava voltar sem eles.
Meu marido cochilava enquanto eu caminhava pela areia procurando os três homens que eu vinha imaginando havia dois dias. Eu não pensava voltar sem eles.
Cheguei com um vestido preto e a ideia de passar um tempo fácil. Às três da manhã, já não contava as garrafas nem as mãos que deslizavam pelas minhas costas.
Mal coloquei um pé na escada, umas mãos agarraram meus quadris por trás. Naquele dia, o prazer começou antes mesmo do café.
Tomei o comprimido azul antes de sair do vestiário porque sabia o que vinha. O que eu não sabia era até onde Romina e eu iríamos naquela noite.
Achei que seria um dia de mar entre amigos. Não contei com o rapaz da tripulação que não tirava os olhos de mim, nem com tudo o que veio depois.
Acordei com a boca dela ao redor da minha rola e soube que o segundo dia na casa de praia seria ainda mais longo que o primeiro.
Quando Renata desceu descalça até a cozinha ao amanhecer, não imaginou que o marido a observaria da porta, nem que aquela manhã mudaria tudo entre os quatro.
Saí do banheiro envolta só numa toalha e atravessei a sala devagar, sabendo que os olhares dos dois homens me seguiriam até o quarto.
Voltei ao chalé pensando que tudo tinha acabado, e encontrei a piscina cheia de corpos, copos pelo chão e a pantera me esperando na água com um sorriso que dizia tudo.
Desci para a cozinha praticamente nua, com três desconhecidos ajoelhados na minha sala e meu parceiro do outro lado da parede. O que eu não sabia era que ele estava gravando tudo.
Ela disse ao marido que dormiria na casa de amigas. Na verdade, estava nua na caçamba de um caminhão, ouvindo a fila se formar do lado de fora.
Adrián nos pediu um favor por telefone, mas a verdadeira surpresa começou no quarto do hotel, muito antes do jantar que ele havia preparado para os seis.
Estávamos sozinhos na praia até que um homem parou na beira da água para nos olhar. E, em vez de nos cobrir, decidimos dar a ele algo para ver.
Escolhi o vestido dela: branco, colado e sem nada por baixo. Queria que fosse a mais desejada do jantar, e ainda não imaginava até onde aquela noite nos levaria.
O gás era quase invisível, mas seus efeitos não. Em segundos, o uniforme deixou de ser armadura e virou algo que queimava a pele por dentro.