A vingança do jornalista contra suas torturadoras
Acordei amarrado num porão, nu e à mercê da mulher que eu investigava. Não sabia que, em poucas horas, seria eu quem seguraria o chicote.
Acordei amarrado num porão, nu e à mercê da mulher que eu investigava. Não sabia que, em poucas horas, seria eu quem seguraria o chicote.
Ela a viu entrar e algo se deteve em seu peito. Não soube explicar, mas desde aquele instante só conseguia pensar nela.
Ela não podia se mexer enquanto eu controlava o comando no bolso. Ao nosso redor, mil estranhos celebravam o Carnaval sem suspeitar de nada do que acontecia sob o veludo.