Minha ex-chefa me esperava em um bar naquela noite
Quando entrei no bar e a vi no fundo, soube que aquela noite não ia terminar em sono. Três meses sem as mãos dela pesavam mais do que eu admitia.
Quando entrei no bar e a vi no fundo, soube que aquela noite não ia terminar em sono. Três meses sem as mãos dela pesavam mais do que eu admitia.
O número não estava na minha agenda, mas as duas primeiras frases me obrigaram a ler até o fim. O que veio depois mudou tudo o que eu lembrava de sábado.
Conheci-a entre pixels e promessas à distância. Ela nunca soube que, toda noite, sozinha no meu quarto do hotel de frente para o mar, eu a imaginava ao meu lado.
Meu amigo bebeu o último gole, me olhou da poltrona e começou a me contar por que havia abandonado a esposa numa manhã de junho, sem avisar.
Quando ela me apontou no meio da multidão, eu soube que aquela noite ia quebrar algo que eu vinha tentando manter intacto havia anos.
Camila me esperava sentada na beira da cama, e eu não sabia onde pôr as mãos. Só sabia que naquela noite eu ia aprender algo que nenhum homem tinha me ensinado.
Estava casada havia quinze anos e nunca tinha olhado para outro homem. Até que Lorenzo se ofereceu para mostrar-lhe a oficina às sete da manhã e trancou a porta.
Abri a porta convencida de que era meu marido. Estava de lingerie, desgrenhada e descalça. Quando vi quem era, soube que não ia conseguir fechá-la a tempo.
Claudia a olhava daquele jeito que Sofía já não conseguia continuar fingindo não entender. Naquela tarde, nenhuma das duas desviaria o olhar.
Quando ela trancou a porta e ficou atrás de mim, eu soube que aquela revisão de nota não terminaria como eu esperava.
Quando a vi cruzar a varanda com aquela expressão que conheço de cor, soube que palavras não iam bastar. Ainda bem que eu levava na bolsa o brinquedo favorito dela.
A recepcionista saiu para almoçar e o doutor fechou a porta do consultório. Eu tinha ido por uma simples escoriação. Saí por algo completamente diferente.
Quando abri os olhos já era tarde demais. Dois corpos me esmagavam contra o colchão e o frio do aço nos meus pulsos me disse que aquela noite mudara tudo.
Enquanto Marina me penetrava com o arnês, perguntou se eu a aceitava como esposa. Respondi que sim entre gemidos. Nunca imaginei que um pedido pudesse ser assim.
Rodrigo a olhou sem disfarçar perto das banheiras termais. Sofía tinha os olhos fechados e o pescoço longo exposto ao sol. Claudia viu e não disse nada.
A voz de Daniela narrava o episódio do vestiário enquanto, ao redor, os corpos das amigas se enlaçavam sem vergonha nem limites.
Enquanto ele descrevia como envolvia suas amantes em filme plástico, eu cruzava as pernas e fingia que o vinho era o motivo do meu calor.
Deixei meu Cachorro em casa com a coleira posta e dirigi até a La Guarida. A liquidação anual prometia exatamente o que eu precisava.
Acordei amarrado num porão, nu e à mercê da mulher que eu investigava. Não sabia que, em poucas horas, seria eu quem seguraria o chicote.
Ela a viu entrar e algo se deteve em seu peito. Não soube explicar, mas desde aquele instante só conseguia pensar nela.