A ordem da princesa que eu não pude desobedecer
«Eu sou sua senhora e ordeno que fique quieto», sussurrou. Eu tinha sobrevivido a três missões de combate, mas nada me preparou para obedecê-la.
«Eu sou sua senhora e ordeno que fique quieto», sussurrou. Eu tinha sobrevivido a três missões de combate, mas nada me preparou para obedecê-la.
Quando as portas do elevador se fecharam, ninguém mais fingia. Marina procurou minha mão e a guiou sob a saia enquanto você me beijava sem tirar os olhos delas.
Quando chegou meu último desafio da noite, eu sabia que podia dizer não. O que ninguém esperava era que eu dissesse sim com esse sorriso nos lábios.
Há um banheiro que ninguém usa no fundo do estacionamento. Há dias imagino você ali, contra o espelho, enquanto sussurro tudo o que penso fazer com você.
Três horas sob o sol, encharcado de suor, e da sombra da árvore ele viu algo na varanda que o deixou sem fôlego: eles sabiam que ele os observava.
Tínhamos um pacto e uma única palavra para parar tudo. Mas, enquanto ela dormia de bruços, eu soube que naquela manhã não ia pronunciá-la.
Ele mandou eu afastar as pernas e colocar as mãos na nuca. O que ele achava ser uma revista de rotina era, na verdade, o começo do meu jogo.
Entramos no chuveiro só para tirar o cansaço do dia. Saímos de lá com uma ideia bem diferente na cabeça e um desafio que nenhum dos dois queria perder.
Mandei uma foto de uma caixinha e quatro palavras: «esta noite vou brincar com você». Eu não sabia que o brinquedo novo não era para mim, e sim para ele.
Deitei nua achando que só queria dormir. Três horas depois, eu ainda descobria o quanto de prazer era capaz de me dar sozinha.
Eu sabia a hora exata em que ela voltaria. Deixei a porta entreaberta, apaguei a luz e esperei ouvir seus passos no corredor para começar.
Achei que seria só mais uma conversa para matar o tédio. Mas quando ele começou a escrever, fechei os olhos e deixei suas palavras fazerem o que nenhuma mão tinha feito em meses.
A parede era fina, minha cama rangia contra ela e, numa manhã, encontrei uma nota enfiada sob minha porta. Alguém tinha escutado tudo.
Levo meia hora escrevendo e já não sei se as mãos que percorrem essa pele são as do personagem ou as minhas sobre o meu próprio corpo.
Mostrei-lhe o vídeo e ela desabou no chão da sala. Mas, quando voltou a se erguer, já não era a mulher que o marido humilhara por vinte anos.
Saí do trabalho sem calcinha e com a blusa entreaberta. Só queria sentir o ar entre as pernas. Não imaginava quem encontraria no vagão.