A chave que despertou o desejo entre minha amiga e eu
Quando prendi a cabeça dela entre minhas coxas, achei que ela resistiria. Em vez disso, senti seu hálito quente contra a minha calcinha e um gemido baixo.
Quando prendi a cabeça dela entre minhas coxas, achei que ela resistiria. Em vez disso, senti seu hálito quente contra a minha calcinha e um gemido baixo.
Ela aceitou dormir lá por ser o aniversário da tia favorita. Não imaginava que naquela noite duas mulheres tinham planejado cada carícia com precisão.
Quando ela desabou no meu ombro e confessou que o marido não a tocava mais, eu soube que aquela massagem terminaria de um jeito bem diferente.
Cada vez que a garota entrava em sua casa, algo se acendia dentro dela. Naquela tarde, pela primeira vez, não havia mais ninguém para interrompê-las.
Pensei que a tinha encurralado contra a parede. Demorei um segundo para entender que a única presa naquela casa vazia era eu.
Eu a segui nas redes para me vingar da minha ex, mas acabei desejando ela. Meses depois a vi no meio do público e soube que dessa vez não a deixaria ir.
Nunca tinha pensado em Nora dessa maneira, até ela se roçar em mim no bar e eu entender, pelo sorriso dela, que ela já pensava nisso há muito tempo.
Quando ela propôs que quem perdesse tirasse uma peça de roupa, eu disse sim sem pensar. Não imaginava o desafio que viria depois, nem que acabaríamos nuas.
Quando apagamos as luzes e nos enfiamos sob o mesmo cobertor, não imaginei que aquela pergunta boba sobre beijos terminaria com os dedos dela procurando os meus no escuro.
Parei no corredor com a mão no ar. Os suspiros que vinham do quarto da minha irmã não me deixavam bater na porta nem dar meia-volta.
Abri sua camisa contra a parede do hall, beijei seu pescoço e soube que não ia pedir que ela ficasse, mesmo morrendo de vontade.
Faziam seis semanas que eu não dormia direito e ainda carregava o cheiro dela nos lençóis. Naquele café, entendi o que custa perder quem ainda cheira a você.
A caixa escondida sob a árvore não era para mim. Era para ela, e quando ela me pediu para ensiná-la a usar, eu soube que a noite já não seria nada parecida com a que havíamos planejado.
Nunca tinha pensado em outra mulher assim, até que o jaleco branco dela roçou meu joelho e eu entendi que aquele exame não se pareceria com nenhum outro.
Ela acordou de costas para mim e com a marca dos meus dentes no ombro. Eu disse que o banho era meu e ela obedeceu sem fazer uma única pergunta.
Esperanza nunca imaginara olhar daquele jeito para outra mulher, até Marisol abraçá-la diante do fogo e seus lábios se roçarem por acaso. Por acaso no começo. Depois, não mais.
Aos quarenta e oito anos, num bar de Miami, minha melhor amiga me agarrou pelo pescoço e me beijou. Foi minha primeira vez com uma mulher e eu soube que não poderia voltar atrás.
Há semanas eu dormia em outra cama, jurando que já não pensava nela. Até vê-la do outro lado do vidro, encharcada e me olhando como se nunca tivesse deixado de olhar.
Cheguei com meu gravador e minhas perguntas preparadas. Ela me recebeu com uma xícara de café e um sorriso que não era exatamente profissional.
Voltamos do trabalho, trancamos a porta e esquecemos o mundo. Até que a mensagem da prima da Vale apareceu e mudamos de conversa.