Minha primeira submissão começou na academia
Quando desliguei a ligação da amante do meu namorado, olhei nos olhos do meu aluno e dei uma ordem que também me despia por dentro.
Quando desliguei a ligação da amante do meu namorado, olhei nos olhos do meu aluno e dei uma ordem que também me despia por dentro.
Amarrei os pulsos dele para mandar pela primeira vez, mas, enquanto ele obedecia, descobri que o verdadeiro controle não estava do meu lado.
O bilhete sobre o travesseiro não deixava dúvidas: alguém a observava, conhecia seus segredos e pretendia transformar seu medo em obediência.
Quando vi suas sandálias sobre a cama, soube que algo havia mudado, mas não imaginei que naquela noite terminaria respirando junto às plantas dos pés dela.
Saíram ao palco convencidos de que seria apenas uma dança ridícula. Nenhum deles imaginou até onde elas estavam dispostas a ir naquela tarde de fim de curso.
Cada vez que fico sozinho em casa, repito o mesmo ritual. E cada vez fica mais difícil distinguir o jogo do que eu realmente desejo ser.
Na academia do clube, depois do último circuito, Daniela e Roxana descobriram que o esporte não era a única coisa que faziam muito bem juntas.
Despertei amarrada, amordaçada e vendada, sem saber onde estava nem quanto tempo havia passado. Só tinha uma certeza: a mulher que eu fui já não existia.
Quando baixei minha legging na frente dele, vi pelo olhar que faria exatamente o que eu pedisse, por mais sujo que fosse.
Desde criança, os balões me aterrorizavam e me excitavam na mesma medida. Naquele aniversário, trancado no banheiro, descobri até onde essa contradição podia me levar.
Conheci Hailey aos vinte anos e a desejei em silêncio por mais de uma década. Quando ela reapareceu, descobri que também ansiava por ser humilhada.
Fui ao reservatório fugir do calor e acabei deitado na margem, incapaz de me mexer, enquanto os dedos de uma desconhecida decidiam em que ritmo eu me renderia.
Ofereci examinar o tornozelo dela como médico. Ela cruzou a perna, aproximou o pé do meu rosto e eu soube, naquele instante, quem mandava de verdade.
Quando ele se agachou na minha frente sob a chuva e me pediu para mostrar os dentes, soube que aquele homem de terno preto não queria me dar uma moeda.
Saí de casa com a calcinha dobrada no bolso e três frases que eu não escolhi escritas na pele. Cada aula me deixava mais perto do limite, sem permissão para gozar.
Entrei pensando que era o dono de tudo. Marisol, de joelhos e com suas luvas amarelas, já tinha decidido que naquela noite a dona seria ela.
Eu estava havia dias sem saber dela, sonhando com suas ordens. Naquela tarde, atravessei uma porta que não devia e descobri até onde eu estava disposto a ir.
Há anos ela limpava casas alheias com um sorriso gentil, mas naquela tarde, de joelhos sobre o mármore, descobriu o quanto precisava ser tratada como um objeto.
“Tira a roupa”, ela disse sem elevar a voz. E ele, depois de quinze anos juntos, soube que o fim de semana inteiro pertencia a ela.
Eu voltava do surf, com o cabelo úmido e o biquíni ainda molhado, quando me mandaram parar. Não imaginava que naquela noite descobriria até onde ia o meu desejo.