Mãe e filha, duas garrafas e uma confissão
Romina levava anos imaginando a mãe quando transava com o namorado. Naquela noite, com a língua solta pelo vinho, não conseguiu mais guardar isso.
Romina levava anos imaginando a mãe quando transava com o namorado. Naquela noite, com a língua solta pelo vinho, não conseguiu mais guardar isso.
Desci decidida a jogar na cara dele a traição. Acabei sobre suas pernas, com o robe levantado e o corpo ardendo por algo que eu jamais deveria sentir.
Quando ela torceu o tornozelo, minha tia não procurou outra cadeira: sentou-se diretamente no meu colo, diante de toda a família, e começou a se mexer devagar.
Bruno passou a noite inteira olhando o decote da mãe do amigo. O que ele não sabia é que as duas mulheres tinham planejado cada detalhe do jogo muito antes deles.
Ninguém na firma imaginava o que Lorena fazia no intervalo do almoço, dois andares abaixo, atrás de uma porta que sempre trancava com chave.
Claudia se achava uma mãe respeitável, religiosa, fiel. Mas naquela tarde, ajoelhada diante do próprio filho, percebeu que não podia mais ignorar algo obscuro nela.
Quando sua mãe desceu a escada com aquele vestido colado, Marcos soube que a ida ao cinema não terminaria como esperava.
Eu o massageei depois da praia, sem pensar. Senti a ereção sob a sunga e soube que aquele verão não terminaria como os outros.
Encontrei-a dançando com um desconhecido quando ela devia estar com as amigas. Eu a segui, me escondi, e o que vi atrás daquela cortina mudou tudo.
Dei um abraço para consolá-lo e então senti a ereção dele contra meu quadril. Naquele instante, soube que nenhum dos dois voltaria a ser o mesmo.
Ela abriu a porta de robe mal fechado, salto alto e um sorriso que não era de boas-vindas. O marido não estava, e ela sabia disso quando me mandou entrar.
Tínhamos 19 anos quando Laura decidiu nos ensinar a beijar. O que começou como um jogo inocente nos levou muito além do que qualquer um imaginava.
Era tarde, estávamos sozinhos em casa, e mamãe começou a falar de algo que nunca devia ter nos contado. Quando quis detê-la, já não queria que ela parasse.