Meu sogro fez comigo o que o filho dele não conseguiu na praia
Eu via como ele me olhava sempre que ia à casa dele. Naquela semana na praia, longe de todos, decidi descobrir até onde o pai do meu namorado iria.
Eu via como ele me olhava sempre que ia à casa dele. Naquela semana na praia, longe de todos, decidi descobrir até onde o pai do meu namorado iria.
Sempre escondi meu corpo sob roupas largas, até a madrugada em que o pai da minha amiga abriu a porta do banheiro e ficou me olhando por um segundo a mais.
Passei junto à carteira dele, deixei um bilhete sem que ninguém visse e saí ao pátio para fumar. Quando ele bateu à porta, eu já tinha esquecido o que era certo.
Dançávamos quando ele se aproximou do meu ouvido e me lembrou do que tinha visto naquela outra noite. Meia hora depois, eu entrava na caminhonete dele no fim do corredor.
Eu vinha olhando para ela de soslaio havia semanas, enquanto recolhia as lixeiras. Naquela noite, sozinhos no escritório, foi ela quem pediu minha ajuda.
Enfiei a cabeça pelo lado da cachoeira esperando encontrar uma caverna vazia. O que achei lá dentro mudou completamente a minha tarde.
A Sonia me esperava na porta do restaurante com um vestido tão curto que, a cada respiração, contava um segredo. E eu tinha ido disposta a contar o meu.
Desci ao banheiro à meia-noite e a porta entreaberta me revelou algo que jamais imaginei: minha mãe, que eu achava estar dormindo, não estava sozinha no chuveiro.
Ela subiu com duas marmitas e um sorriso amável demais. Ele tinha vinte e dois anos, o fim de semana inteiro livre e uma ideia que sabia que não devia ter.
Reconheci-a no fundo do bar e meu coração deu um salto: era ela, a professora que roubou meu sono quando eu era criança. E dessa vez eu já não era aquele menino.
Eu estava me ensaboando quando a cortina abriu e lá estava ela, sorrindo, sem uma só peça de roupa e decidida a não sair nem se eu pedisse.
Renata me chamou para pedir um favor, mas quem me deixou sem fôlego naquela tarde foi a mulher que estava terminando de limpar e me esperou junto ao elevador.
Escrevo isto sabendo que você vai ler, embora finja que não. E sabendo também a forma exata como seu corpo respondia quando achava que ninguém estava olhando.
Eu estava viúva havia quinze anos e adormecida para o sexo. Então aquele homem, quase vinte anos mais novo, olhou para meus lábios e eu soube que a manhã não terminaria nos apontamentos.
Marisol estava sentada na beira da cama com o bebê no peito, completamente nua, quando empurrei a porta. O leite escorria sozinho e ela não me pediu para ir embora.
Sussurrei minha fantasia no ouvido dela no meio do vagão lotado. Ela se surpreendeu, depois mordeu meu lábio e eu soube que naquela noite íamos para um hotel.
Compramos o cinto dizendo que era para praticar e depois ensinar eles. O que não esperávamos era acabar tremendo uma contra a outra.
Ela trancou a porta, encheu a bolsa do enema e me encarou. “Não me obrigue a pegar pesado com você”, disse. E eu soube que aquela noite mudaria tudo.
Aprendi a segurar bisturis sem tremer e a não sentir nada diante da morte. Então ela apareceu, com aqueles olhos impossíveis, e meu pulso firme virou um desastre.
Sempre fantasiei em estar com outra mulher, mas nunca tinha feito isso. Numa noite no apartamento dela, tudo mudou.