Minha colega de escritório e os três desconhecidos
Quando Daniela me perguntou se eu tinha trazido o brinquedo, soube que aquela noite na minha casa vazia ia acabar muito longe de onde eu achava controlar.
Quando Daniela me perguntou se eu tinha trazido o brinquedo, soube que aquela noite na minha casa vazia ia acabar muito longe de onde eu achava controlar.
Três meses limpa, nove homens trancados e um único objetivo: a noite em que todos seriam meus, sem regras, sem pressa e sem medo de nada.
Duas garotas e dez caras em uma sala privada, bebidas caras e um jogo de cartas que deixou de ser inocente a cada cubo de gelo. Eu não pensava em parar.
Ela baixou a voz e me disse no ouvido enquanto dançava: hoje à noite quero que você me veja com os seus dois amigos. E eu, em vez de freá-la, entrei no jogo.
Três mulheres, uma casa enorme e uma piscina ao sol. Bastou um olhar entre elas para a tarde deixar de ser inocente e virar outra coisa.
Damián se enfiou na cama errada naquela madrugada e soube que nenhum dos dois casais voltaria a se olhar do mesmo jeito depois daquela noite.
Só queria dormir a bebedeira. Mas quando a porta se abriu e eles três entraram, decidi continuar de olhos fechados para ver até onde ousavam ir.
Passei anos querendo algo mais forte que um único homem. Naquele fim de semana, na minha casa na serra, trinta deles me esperavam na piscina.
Quando Diego me estendeu a mão para dançar, eu soube que meu marido só iria assistir. E que eu, pela primeira vez, deixaria de ser a senhora decente que todos imaginavam.
Ela só me impôs uma condição: se não gostasse dele, não haveria nada. O que eu não esperava era que, no fim da noite, fosse ela quem decidisse me deixar a sós com a outra.
Idênticas até o último gesto, naquela noite cada uma seduziu o namorado da irmã. Eles jamais perceberam, e a farsa mudou as duas para sempre.