A troca de casais que começou no escuro
A casa de campo havia ficado em silêncio depois da meia-noite. Os quatro casais tinham se recolhido aos seus quartos, exaustos depois de um dia longo de refeições, vinho e confidências que roçavam o proibido sem chegar a cruzar a linha. Mas havia dois homens que não se deixavam vencer pelo cansaço. Damián e Tomás passavam horas trocando olhares, e em um deles haviam selado um acordo que nenhum dos dois se atrevera a colocar em palavras diante das outras.
Quando teve certeza de que Vanesa, sua mulher, dormia profundamente, Tomás escapuliu do quarto e desceu até a sala. Damián já o esperava ali, descalço, com aquele sorriso torto de quem sabe que está prestes a fazer algo do qual não há como voltar atrás.
—Tem certeza? —sussurrou Damián.
—Nunca tive tanta certeza de nada —respondeu Tomás—. Faz meses que fico imaginando ela com a sua Lucía. Quero comer ela esta noite, e quero que você coma a minha.
O plano era simples e, ao mesmo tempo, uma loucura. Damián entraria no quarto onde Vanesa dormia. Tomás faria o mesmo com Lucía, a mulher de Damián. Cada um se enfiaria na cama da mulher do outro, no escuro, e deixaria que a confusão fizesse o resto.
***
Damián abriu a porta com cuidado para não fazê-la ranger. Vanesa dormia de lado, de costas para ele, com o lençol enrolado na cintura e as costas nuas iluminadas apenas pela faixa de luar que entrava pela janela. Ele deslizou para baixo dos lençóis e deixou a mão percorrer a curva do quadril dela, devagar, como quem não quer despertar alguém por completo.
Ela se mexeu dormindo e, longe de se afastar, procurou o calor do corpo dele. Damián deslizou os lábios pela nuca e pelo ombro dela, enquanto a mão subia até um dos seios. Beliscou o mamilo entre o indicador e o polegar até senti-lo endurecer, e desceu novamente pelo ventre até enfiar a mão entre as coxas. Encontrou-a molhada, com a boceta já inchada, e afundou dois dedos com calma, ouvindo como o barulho molhado a denunciava. Vanesa suspirou, ainda presa entre o sono e a vigília, convencida de que era o marido quem a despertava com ternura.
No quarto dos fundos, Tomás repetia cada gesto com Lucía. Encontrou-a de bruços, com os braços enrolados no travesseiro, e dedicou tempo a percorrer suas costas com a ponta dos dedos. A pele de Lucía era morna e reagia a cada carícia com um estremecimento que ele não conhecia nela. Quando a mão desceu entre suas coxas, encontrou-a já úmida, disposta, sem saber a quem estava se entregando. Separou seus lábios com dois dedos, brincou com o clitóris desenhando círculos lentos e desceu para explorar a entrada da boceta, que se contraía pedindo mais. Com a outra mão, apertou sua bunda, uma daquelas bundas redondas que tantas vezes olhara de soslaio, e a abriu apenas o suficiente para passar o polegar pela fenda.
—Mmm… —murmurou ela, arqueando as costas—. Tomás… meu amor.
Ele ficou imóvel por um segundo. Uma pontada de culpa o atravessou ao ouvir o próprio nome na boca da mulher errada. Mas o desejo falou mais alto que a consciência.
—Vanesa está dormindo —mentiu em voz baixa, encostando os lábios na orelha dela—. Não se preocupe com ninguém.
Lucía sorriu entre sonhos, entregue demais ao prazer para perceber que aquela voz não era a do marido. Abriu as pernas e ofereceu a bunda empinada, enquanto Tomás continuava enfiando os dedos nela e passava a língua por sua nuca. Quando aproximou o pau duro e o esfregou entre as nádegas, ela arqueou ainda mais as costas e gemeu, continuando de olhos fechados. Tomás desceu pelo colchão, abriu-a com as mãos e afundou a boca em sua boceta ensopada, chupando seus lábios um por um, cravando a língua na entrada e subindo para lamber o clitóris com a ponta. Lucía se contorceu, agarrou o travesseiro com os dentes e abafou um grito longo.
—Assim, não para —gemeu—. Chupa desse jeito, meu amor, não para.
Tomás não parou. Continuou comendo a boceta dela até sentir as pernas tremerem contra suas orelhas, e só então se endireitou, acomodou-se de joelhos atrás dela e entrou com uma estocada até o fundo. Lucía soltou um grito abafado e agarrou a cabeceira. O pau daquele que ela acreditava ser seu marido a preenchia de um jeito diferente, mais largo, mais comprido, e esse detalhe que sua cabeça sonolenta não conseguia processar era justamente o que a estava deixando louca.
***
Vanesa, ainda de olhos fechados, deixou a mão escorregar pelo torso do homem que a abraçava. Reconheceu os pelos do peito, o calor da pele, e continuou descendo, certa do que encontraria. Mas, quando chegou à virilha, alguma coisa não se encaixou. A forma, o tamanho, o modo como reagia ao toque dela: nada daquilo era familiar. O pau era mais grosso, mais pesado na palma, e pulsava de um jeito diferente contra seus dedos.
Ela abriu os olhos de repente. Um arrepio percorreu sua coluna ao entender que o homem que a acariciava não era Tomás. A lua mal lhe permitia ver o perfil de Damián, mas foi suficiente.
Por um instante, o corpo inteiro se retesou, pronto para se afastar. E, no entanto, ela não o fez. A excitação que já havia nascido nela não desapareceu: transformou-se numa curiosidade quente, quase vertiginosa. Damián a desejava havia muito tempo, os dois sabiam disso. A pergunta que a manteve imóvel foi outra. Como seria me entregar justamente a ele, esta noite, sem que ninguém soubesse?
Em vez de retirar a mão, ela a fechou com firmeza sobre a pica dele e começou a masturbá-lo devagar, sentindo como ficava ainda mais duro entre seus dedos. Aproximou-se de seu ouvido e falou baixinho, com um sorriso que ele não podia ver, mas conseguia imaginar.
—Achei que você nunca fosse tomar coragem. Está com o pau duríssimo, seu filho da puta.
Damián soltou uma risada rouca contra o pescoço dela e mordeu seu ombro. Vanesa se virou, ficou de frente para ele e desceu sem mais preliminares pelo seu peito, deixando um rastro de saliva até chegar à virilha. Agarrou o pau dele com as duas mãos, olhou-o por um segundo à luz da lua e enfiou-o inteiro na boca. Damián deixou escapar um grunhido ao sentir como ela o chupava de cima a baixo, como a língua rodeava a cabeça e descia pelo tronco até os colhões. Vanesa os tomou na boca um por um, lambeu-os e voltou a subir para engolir o pau até a garganta. Ouvir as próprias ânsias de vômito, sentir o gosto salgado daquele homem que não era seu marido, deixou-a ainda mais excitada.
—Olha como ele fica com você —disse, com os lábios brilhando de saliva—. Repara. Nunca vou esquecer esse pau.
—Cala a boca e continua chupando —respondeu ele, agarrando-a pelos cabelos e guiando-lhe a cabeça.
Vanesa obedeceu, gostando que ele a controlasse daquele jeito. Damián enfiou o pau na boca dela num ritmo firme, com estocadas que a faziam lacrimejar, e ela não se afastou. Quando o sentiu prestes a gozar, recuou e subiu sobre ele. Agarrou a pica e posicionou-a na entrada da boceta ensopada. Desceu num único movimento, e os dois gemeram ao mesmo tempo quando o pau de Damián abriu sua boceta até o fundo.
***
O que nenhum dos quatro sabia era que Adrián, outro dos hóspedes, não conseguira dormir. Inquieto, saiu ao corredor para buscar um copo d’água e, ao passar diante do quarto de Lucía, ouviu algo que o fez parar bruscamente. A porta estava entreaberta. Pela fresta, viu Tomás inclinado sobre o corpo de Lucía, com a boca enterrada entre suas nádegas enquanto enfiava dois dedos em sua boceta.
Ele ficou nas sombras, prendendo a respiração, preso a uma cena que não deveria estar vendo e que, ainda assim, não conseguia parar de olhar. Sentiu o pau endurecer contra a calça do pijama e, sem pensar, tirou-o para fora, segurou-o e começou a se masturbar ali mesmo, no corredor, com os olhos cravados na bunda de Lucía.
Foi Lucía quem o descobriu. De olhos semicerrados, distinguiu a silhueta na soleira. Em vez de se assustar, um sorriso lento surgiu em seus lábios. Trocou um olhar com Tomás, fez um gesto quase imperceptível com a cabeça e então estendeu a mão para a porta, chamando o intruso sem uma única palavra.
Adrián entrou com o coração golpeando o peito e a pica para fora. Tomás, longe de se incomodar, inclinou-se e beijou Lucía com uma urgência nova, como se a presença do outro homem tivesse acendido algo dentro dele. Enquanto seus lábios continuavam sobre os dela, Lucía estendeu o braço e puxou Adrián para a cama. Suas bocas se encontraram num beijo ardente, mistura de desejo e perplexidade. Lucía agarrou o pau de Adrián por baixo, avaliou-o com a mão e sorriu.
—Nunca imaginei que ficaria com os dois ao mesmo tempo —sussurrou, e a frase ficou pairando no ar como um convite—. E, ainda por cima, os dois estão com o pau desse jeito.
***
Com uma mão, ela envolveu Tomás e, sem deixar de olhá-lo nos olhos, levou a boca até ele. Enfiou-o inteiro de uma vez, apertou os lábios contra a base e o tirou devagar, arrastando a língua pelo tronco. Acariciou-o com a língua, cuspiu sobre a cabeça e voltou a descer até ter ânsias, enquanto, com a outra mão, procurava Adrián, que já estava pronto ao seu lado. Passou um pau de uma bochecha à outra, pôs a língua para fora e apoiou os dois juntos contra ela, lambendo-os ao mesmo tempo. Alternava a atenção entre os dois, chupando um e masturbando o outro, levando-os ao limite e aliviando no momento exato, consciente do poder que tinha sobre eles.
—Você é uma puta —ofegou Tomás, agarrando-lhe os cabelos—. Uma puta linda.
—A sua puta —respondeu ela, e voltou a enfiá-lo na boca até se engasgar.
Os gemidos dos dois homens se misturavam na penumbra do quarto. Lucía, no centro daquele turbilhão, sentia-se desejada como nunca. Quando os dois chegaram ao limite da paciência, ela se afastou de Tomás e, com um movimento lento, ficou de quatro sobre a cama, convidando Adrián com o olhar.
—Me fode —pediu—. Enfia tudo.
Ele não hesitou. Pegou-a pelos quadris, passou a ponta pelos lábios da boceta para molhá-la bem e entrou nela com uma estocada seca até o fundo. Lucía gritou contra o ombro de Tomás, que se acomodou à sua frente para que ela pudesse continuar recebendo-o na boca. A sensação dupla a atravessava dos pés à cabeça: Adrián marcando um ritmo profundo por trás, fodendo-a com estocadas que a faziam bater contra a cabeceira, e Tomás respondendo a cada carícia de sua língua pela frente, enterrando a pica em sua garganta.
—Não fica parado —pediu a Adrián entre gemidos, buscando mais—. Arrebenta meu cu. Me fode com mais força, seu filho da puta.
Ele respondeu com um tapa firme em sua bunda. O som ressoou no quarto, e Lucía deu um sobressalto de surpresa que logo se transformou num gemido rouco. O golpe despertara uma corrente quente em sua lombar e Adrián, ao ver sua reação, deu-lhe outra palmada, e mais outra, acelerando o ritmo até o barulho molhado da carne contra a carne encher o quarto. Com o polegar, molhou seu cu com a saliva que escorria de sua boceta e começou a massageá-lo, enfiando-o devagar.
—Ai, puta que pariu —gemeu Lucía, com o pau de Tomás meio para fora—. Os dois buracos, me dá os dois buracos.
***
Do outro lado da casa, Damián e Vanesa haviam deixado para trás qualquer disfarce. Ela estava sobre ele, cavalgando-o num ritmo crescente, com as mãos apoiadas em seu peito e a cabeça jogada para trás. Seus peitos pulavam no compasso das estocadas, e Damián os agarrou, apertou-os e levou-os à boca para chupar os mamilos um por um enquanto ela continuava se empalando em seu pau. A lua desenhava sua silhueta, e ele a observava como se quisesse gravar cada segundo.
—Que bunda você tem —grunhiu ele, apertando-a com as duas mãos—. Faz meses que fico de pau duro pensando em te foder.
—Me fode como quiser —ofegou ela—. Arrebenta comigo, não pega leve.
—Você é linda —disse ele, virando-a suavemente até deixá-la de frente para o espelho do armário e colocando-a de quatro sobre o colchão. Entrou por trás com uma única estocada e agarrou-lhe os cabelos, puxando-os para trás para obrigá-la a olhar o reflexo.
Vanesa se viu refletida, de boca aberta, os peitos pendendo e o pau de Damián entrando e saindo de sua boceta ensopada, e a imagem a deixou ainda mais excitada. Ver-se daquele jeito, desejada, fodida por um homem que não era seu marido, observada pelos próprios olhos, tirou-lhe o último resquício de pudor. Damián a abraçou por trás sem parar de investir, uma mão sobre seu ventre e a outra subindo até o peito, enquanto beijava seu pescoço e mordia seu lóbulo.
—Olha para você —sussurrou em seu ouvido—. Olha como você gosta que eu enfie o pau. Diz.
—Eu adoro —gemeu ela, com os olhos fixos no espelho—. Adoro sua pica, Damián. Me fode com mais força.
Ele atendeu. Cravou os quadris contra a bunda dela com estocadas duras que a faziam gritar contra o travesseiro e passou dois dedos por sua boca. Vanesa os chupou sem tirar os olhos do reflexo, e ele desceu a mão até o clitóris e começou a massageá-lo com a ponta do dedo, em círculos rápidos, sem parar de fodê-la.
—E o Tomás? —perguntou ela num sussurro entrecortado, mais por hábito que por medo.
—Lá fora, dando espaço para a gente —respondeu Damián com meio sorriso—. Fodendo minha mulher, provavelmente. Igual a mim com a dele.
Vanesa soltou uma risada rouca que se interrompeu de repente num gemido quando ele enterrou o pau até o fundo. Fechou os olhos e se entregou por completo ao reflexo, ao calor, à sensação de estar fazendo algo que jamais teria coragem de confessar em voz alta.
***
No quarto de Lucía, os três haviam mudado de posição. Tomás sentou-se na beirada da cama, e ela se acomodou sobre ele de costas, descendo devagar, aproveitando o modo como o pau se enterrava em sua boceta até a base. Adrián se posicionou diante de seu rosto, com a pica à altura de sua boca, e Lucía o recebeu sem parar de se mexer sobre Tomás. Chupava-o com fome, segurando-o com a mão e masturbando-o enquanto passava a língua pela cabeça.
A sincronia entre os três tinha algo de hipnótico. Lucía ditava o ritmo de tudo: o de seus quadris, o de sua língua, o dos suspiros que arrancava de cada homem por vez. Tomás acariciava seus peitos por trás, apertava-os, beliscava seus mamilos e mordiscava suavemente seu ombro; Adrián segurava sua nuca com uma mistura de ternura e posse, guiando-lhe a cabeça para foder sua boca no próprio ritmo.
—Cospe no pau dele —pediu Adrián a Tomás, que estendeu o braço e passou dois dedos molhados de saliva pelo cu de Lucía. Lucía tremeu inteira.
—Enfia —ofegou ela, olhando para Adrián—. Enfia no meu cu. Os dois ao mesmo tempo.
Adrián se abaixou, cuspiu em seu cu e começou a afundar o pau devagar, milímetro a milímetro, até a cabeça ceder e entrar. Lucía soltou um grito abafado e agarrou os ombros de Tomás, que a sustentou por baixo enquanto Adrián terminava de enfiá-lo até o fundo. Os dois homens ficaram imóveis por um segundo, com as duas picas encaixadas nela, e depois começaram a se mover alternadamente, um afundando enquanto o outro recuava. Lucía já não conseguia falar, apenas gemia, com a baba escorrendo pelo queixo e o corpo inteiro tremendo.
Quando Adrián sentiu que já não conseguia se conter, um gemido grave escapou de sua garganta, e ele tirou o pau do cu dela bem a tempo de gozar em jatos grossos sobre suas costas e peitos. Ela não se afastou. Recebeu a porra quente sobre a pele e, sem perder um segundo, virou-se para Tomás e o beijou, misturando os sabores numa só boca, passando com a língua um pouco do sêmen que recolhera de um mamilo com o dedo. O beijo foi longo, intenso, uma maneira de fechar o círculo daquilo que haviam começado no escuro.
Tomás a apertou contra si e, com as últimas estocadas, gozou dentro dela. Lucía sentiu como ele a enchia em jatos, como o sêmen transbordava e escorria por suas coxas, e deixou-se cair sobre seu peito, ofegante, com a pele brilhando de suor e sêmen e um sorriso de satisfação que não tentou disfarçar.
***
Quase ao mesmo tempo, no quarto de Vanesa, Damián chegou ao fim. Tirou o pau da boceta dela no último instante, colocou-a de barriga para cima e gozou sobre sua barriga e seus peitos, marcando-a com fios de sêmen espesso. Vanesa passou os dedos pela pele, levou o sêmen à boca e o chupou olhando-o nos olhos. Depois se agarrou a ele, desejando sentir cada instante, e deixou que a última onda a percorresse inteira. Ficaram imóveis, enredados, ouvindo as batidas do coração um do outro como se fossem a única prova de que aquilo havia sido real.
Mais tarde, quando os corpos finalmente relaxaram e as mulheres se deitaram para recuperar o fôlego, Tomás atravessou o corredor e entrou no quarto de Vanesa. Encontrou-a acordada, com o olhar ainda aceso e as marcas da gozada alheia secando em sua pele.
—Onde você estava? —perguntou ela, fingindo uma inocência que já não servia para ninguém.
—Dando espaço para você —respondeu ele, piscando para ela.
Os dois sorriram. Haviam cruzado uma fronteira juntos, sem dizer nada, e aquele silêncio compartilhado valia mais que qualquer explicação.
***
Adrián, por outro lado, saiu do quarto de Lucía com o corpo cansado e a cabeça girando. Caminhou pelo corredor na penumbra procurando seu quarto, convencido de que a noite já havia dado tudo o que tinha para dar. Mas, ao passar diante da última porta, uma luz tênue e sons inconfundíveis o fizeram parar outra vez.
Renata, longe de ficar à margem, estava entrelaçada com Sofía e Gabriel num encontro que estava apenas começando. A cena o deixou pregado à soleira, com o pau voltando a endurecer e uma mistura de surpresa e desejo que o lembrou de que, naquela casa, a noite ainda estava longe de terminar.
Continua…





