O segundo dia de adestramento com a nossa Ama
Tínhamos assinado o contrato sabendo que o sábado seria pior que a sexta-feira. O que não imaginávamos era até onde ela pretendia nos levar na floresta.
Tínhamos assinado o contrato sabendo que o sábado seria pior que a sexta-feira. O que não imaginávamos era até onde ela pretendia nos levar na floresta.
Quando entrei naquele sótão com as cordas pendendo das vigas, entendi que aquela noite não me pertenceria.
Entrei em casa e não ouvi nada. Aquele silêncio significava uma única coisa: naquela noite minha Ama não estava para brincadeira, e eu pagaria cada minuto do mau humor dela.
Queria que ele entendesse que nenhum cargo nem promoção significa nada quando está nu sobre meus azulejos, esperando que eu decida quanto ele vale.
Carmen havia planejado tudo: as duchas do porão, os casais nervosos e uma única regra, que ninguém ficasse olhando de fora.
Entramos procurando um gangbang e só havia dois homens sentados com a toalha vestida. Eles não imaginavam a sorte que acabavam de ter.
Saí do trabalho com um calor insuportável e resolvi passar pela sauna. Não imaginava que esse desvio acabaria com nós três metidos em algo muito maior.
Dormimos nuas ao sol, e quando abrimos os olhos quatro pares de olhos jovens nos observavam da beira da piscina.
—Só para olhar —ela sussurrou na porta do clube. Mas as mãos de desconhecidos já buscavam sua pele, e eu era incapaz de desviar o olhar ou de parar aquilo.
Fazia uma semana que ele não falava comigo quando me esperou na saída da aula, me levou a um canto isolado e deixou que três desconhecidos vissem tudo.
Éramos cinco e ele era só um, mas nenhuma saiu daquela casa sem gritar o nome dele ao menos duas vezes naquele fim de semana de calor.
Íamos há meses pelo meio liberal, mas naquela noite, entre a masmorra e o clube, descobri até onde minha mulher era capaz de ir quando se soltava por completo.
Subi no carro pensando só na viagem. Dez minutos depois, minha chefe estava por cima de mim, a irmã dela virava a cabeça para não perder nada e o marido sorria pelo retrovisor.
Fomos às urgências por uma dor estranha, mas o exame do médico virou outra coisa diante dos meus olhos, e eu não fiz nada para impedir.
Depois de vinte e quatro anos de casados, Marina sussurrou que só queria olhar. Três horas depois, eu via outro homem fazê-la perder a cabeça.
Foram atrás de ação e o clube estava morto. Até que um casal tímido entrou sem saber onde tinha se metido.
A primeira vez que ela mandou eu pintar as unhas dos pés, minhas mãos tremiam. Não de medo: de vontade de obedecê-la.
Levei três meses de paciência para chegar ao sofá de Mariana, tirar suas sapatilhas devagar e descobrir se ela realmente se importava com o fato de eu não conseguir parar de olhar para seus pés.
Passei anos fingindo que não olhava os pés dela. Numa noite, descalça na cama, ela me mandou ajoelhar e eu soube que não havia mais volta.
Estávamos há duas semanas sem nos tocar. Naquele dia, com a casa finalmente vazia, descobri que o cheiro do corpo adormecido dele podia me transformar em outra mulher.