O castigo que aquele brutamontes nunca vai esquecer
Quando a porta do banheiro se abriu, eu já estava com a pistola erguida e uma ideia muito clara de como dobraria aquele porco antes de irmos embora.
Quando a porta do banheiro se abriu, eu já estava com a pistola erguida e uma ideia muito clara de como dobraria aquele porco antes de irmos embora.
Tinha vinte anos e nunca tinha visto um homem nu quando Mariela me levou até o muro do fundo e sussurrou para eu olhar pela fresta.
Quando ele baixou a voz para me confessar, pensei em mil traições. Nenhuma era isso: ele queria me ver na cama com o melhor amigo dele enquanto assistia, sem perder nada.
Na primeira tarde, eu ainda nem tinha desfeito a mala e já sabia que ali ninguém desviaria o olhar. E o pior era isso: eu estava começando a gostar.
Dez anos depois do último adeus, ele a observou por cima do café e soube exatamente como iria ajudá-la. E o que pediria em troca.
Bastou uma frase para ela subir na cama, apoiar o salto no peito dele e dizer que naquela noite ele teria que merecer cada carinho.
Eu não conhecia seus nomes, só sabíamos que trabalhávamos para a mesma empresa. Duas horas depois eu estava nua entre os seis, decidida a não me arrepender de nada.
Uma semana depois da festa eu ainda pensava neles. Então mandei mensagem para todos, coloquei o vestido mais curto e fui à casa onde eu sabia que ninguém nos interromperia.
Aos quarenta e cinco, oito anos sem tocar num homem, Inés achava que já tinha visto tudo. Até que suas duas amigas mais recatadas chegaram chorando com a verdade.
Subimos para o quarto de cima sem saber que naquela noite iríamos cruzar todos os limites que achávamos ter bem definidos.
Era nossa última noite e já não havia turnos nem jogos: só oito amigos, muita pele e a promessa silenciosa de que ninguém ficaria na vontade.
Quando aquela garota de olhos verdes entrou no bar, fui a única a notar o detalhe que as outras deixaram passar. E naquela mesma noite ela acabou na nossa cama.
Lucía colocou a tequila no centro do tapete e sorriu: quem não cumprisse o desafio, bebia. Ninguém imaginava até onde iríamos naquela noite.
No carro, só chegava a luz de um poste distante e uma desconhecida que agarrou minha bunda assim que fechei a porta. A noite ainda nem tinha começado de verdade.
Achei que só jantaria algo típico antes de dormir. Não imaginei que aqueles dois rapazes do bar me levariam à noite mais desinibida da minha vida.
Minha mulher vinha me pedindo carta branca para uma noite havia semanas. Eu não imaginava que nossos anfitriões tinham preparado uma surpresa que deixaria nós quatro sem fôlego.
Subimos com duas garrafas de champanhe e a ideia de passar um bom momento. Ninguém nos avisou que a família da frente entendia jantares de outro jeito.
Aceitei por ele, porque era a fantasia dele. Mas quando as mãos dos dois me percorreram ao mesmo tempo, aquilo deixou de ser só dele e passou a ser meu.
Fazíamos anos que íamos nus à mesma praia com Rubén e Elena. Uma conversa entre homens acendeu o pavio: queríamos investigar o que nunca tínhamos visto no outro.
Aceitei acompanhá-lo na viagem sabendo que seria sua mulher por alguns dias. O que eu não sabia era que meu corpo já fazia parte da negociação.