Provocou a ex e acabou de joelhos diante dela
Achou que desfilar meio nu ia deixá-la nervosa. O que não imaginou é que, naquela noite, aprenderia à força quem mandava de verdade naquela casa.
Achou que desfilar meio nu ia deixá-la nervosa. O que não imaginou é que, naquela noite, aprenderia à força quem mandava de verdade naquela casa.
Quando a coleira vermelha apertou meu pescoço, entendi que era a única coisa que me separava de todas as presas que me observavam da penumbra daquele galpão.
Se eu gozasse no segundo exato, ela me deixaria fazer. Se eu errasse, prometia um castigo que eu temia e desejava havia semanas.
Bruno achava que controlava tudo: a namorada, a amante e o próprio orgulho entre as pernas. Não sabia que naquela noite perderia as três coisas de uma vez.
Eu o amarei com uma coleira fina em volta de tudo o que lhe importava e, quando puxei pela primeira vez, soube que aquela noite seria minha do começo ao fim.
Ela lhe mostrou o celular com as mãos trêmulas. Não era uma mensagem de outro garoto: era uma lista de buscas que confessava tudo o que ela guardava havia anos.
Eu conhecia as regras: uma hora, sem limites combinados, quatro contra mim. O que eu não sabia era o quanto eu ia gostar de perder o controle nas mãos deles.
Estávamos há um mês sem ousar mais nada, até ela escolher outro filme de dominação e me perguntar, com aquele sorriso, se eu queria fazer de verdade.
Convidei-o para me ensinar a me defender. Quando meu pai voltasse, meu tio já teria aprendido que bastava um gesto meu para pô-lo de joelhos.
Confessei a Bianca por que o namorado dela nunca a satisfaria por completo, e ela me revelou um segredo idêntico ao meu. Na mesma semana, chamamos os dois para nossa casa.
Fazia meses que eu não sabia dela. Sua ligação foi uma ordem, não um convite: naquela noite, eu deixaria de ser uma pessoa para me tornar propriedade dela.
Naquela manhã só queríamos nos perder uma na outra. Não contávamos com a favorita entrando com seus guardas e um castigo já preparado.
Eu entrei esperando uma festa normal. Encontrei um quintal cheio de garotas de biquíni, nenhum outro homem e uma anfitriã com um sorriso nada amigável.
Duas cadeiras com um buraco no meio, uma corda com um nó e dois homens presos sem saber se a próxima rodada cairia sobre eles. O jogo começava.
Quando a porta do armário se fechou e ficamos no escuro, senti a mão dela subir pela minha perna. Só tínhamos dez minutos.
Bastou uma frase para ela subir na cama, apoiar o salto no peito dele e dizer que naquela noite ele teria que merecer cada carinho.
Na primeira vez que ele me mandou abaixar a cabeça enquanto me fodia, achei que resistiria. Não resisti. E descobri o quanto eu gostava de parar de decidir.
Sempre tive uma fixação estranha. Naquela tarde, decidi que meu melhor amigo seria o primeiro a obedecer a mim, de joelhos e sem nada para esconder.
Havíamos assinado o acordo e escolhido uma palavra de segurança, mas nada me preparou para o instante em que a sombra dele surgiu do túnel e eu deixei de saber o que era brincadeira.
Sempre fui o seguro dos dois. Mas com as algemas frias nos meus pulsos e o sorriso novo dela em cima de mim, entendi que já não era eu quem mandava.