O castigo que aquele brutamontes nunca vai esquecer
Quando a porta do banheiro se abriu, eu já estava com a pistola erguida e uma ideia muito clara de como dobraria aquele porco antes de irmos embora.
Quando a porta do banheiro se abriu, eu já estava com a pistola erguida e uma ideia muito clara de como dobraria aquele porco antes de irmos embora.
Preparei meia hora de provocações para uma sala cheia de mulheres. O que não preparei foi o que elas fariam comigo quando perdi o controle.
Sentaram-se uma de cada lado, certas de que me desmontariam com seus joguinhos. Passei o jantar inteiro deixando-as acreditar nisso e apenas cinco minutos virando o jogo.
Achei que estava olhando sem que ninguém percebesse. Quando entrei no vestiário para esconder minha ereção, ela já me esperava com duas amigas.
Ela evitou olhá-lo nos olhos ao abrir a porta, temendo que ele descobrisse o que vinha calando havia meses: desejava o homem que dominava a própria filha.
Aceitei o convite porque me senti especial. Acordei nua, com uma coleira no pescoço e uma mulher que já havia decidido no que iria me transformar.
Três faltas, três castigos. Pela primeira vez, alguém a obrigava a decidir qual sofreria: o mais difícil não era a dor, mas ter de escolhê-la.
Ele nunca imaginou encontrar as mulheres da família cobrando uma dívida atrás daquela porta — nem sentir prazer em cada segundo.
Ele passava anos entregando rapazes ao templo sonhando em possuir a sumo sacerdotisa. Numa noite de lua cheia, seu desejo se cumpre da pior forma.
Da janela, ele a observava há semanas; na noite em que pulou a cerca, entendeu que seria ela quem decidiria tudo o que aconteceria entre os dois.
Bati na porta sabendo que, desta vez, tinha ido longe demais, e que a mulher que abriria não aceitaria desculpas: só obediência.
Cada golpe sobre sua pele a incendiava mais, e Renata não soube se o pior era se entregar ou descobrir que alguém a observava do alto da escada.
Havíamos ensaiado cada gesto, cada palavra, cada limite. O jogo era nosso e só nosso. Até que duas desconhecidas surgiram entre as árvores e mudaram tudo.
A última coisa de que me lembrava era brindar com uma mulher linda. Depois, acordei no chão de um porão, sem forças, sem roupa e sem saída.
Rubén ria do corpo da loira na tela, certo de que ela não duraria nem um minuto. Não sabia que quem acabaria no chão seria ele.
Acordei algemado a uma corrente, com uma coleira no pescoço e uma mordaça com gosto de sujeira. Diante de mim, a senhora sorria: aquilo mal tinha começado.
Passei semanas sonhando com aquela tarde, mas nada me preparou para a primeira ordem que você me deu assim que fechou a porta atrás de mim.
A mulher que me acorrentou naquele porão não buscava prazer: queria me ensinar, golpe a golpe, que meu corpo já não me pertencia e que sua palavra era a única lei.
Cruzamos essa porta sabendo que, ao fazê-lo, deixávamos de ter vontade própria até segunda-feira. Nenhum de nós quis voltar atrás.
Entrei no seu quarto sem avisar, com a voz baixa e a calma de quem já decidiu tudo. Desta vez não havia mensagens pela metade: você ia aprender do jeito mais duro.