A massagem compartilhada na cabana à beira-mar
Pedimos a massagem juntos para não nos separar. O que não sabíamos era que aquelas quatro mãos extras vinham dispostas a ficar até o amanhecer.
Pedimos a massagem juntos para não nos separar. O que não sabíamos era que aquelas quatro mãos extras vinham dispostas a ficar até o amanhecer.
Quando perguntei o que realmente a excitava, ela se sentou sobre mim e começou a contar uma noite que nunca tinha confessado a ninguém.
Nunca me deram uma massagem só nos seios, muito menos com minhas quatro amigas olhando da beira da piscina, esperando a vez delas.
No carro, só chegava a luz de um poste distante e uma desconhecida que agarrou minha bunda assim que fechei a porta. A noite ainda nem tinha começado de verdade.
Éramos cinco e ele era só um, mas nenhuma saiu daquela casa sem gritar o nome dele ao menos duas vezes naquele fim de semana de calor.
Nunca pensei que umas mãos de mulher pudessem me tocar assim. Quando minha patroa me ofereceu uma massagem, não sabia que estava abrindo uma porta que eu não iria querer fechar.
Quando ela desabou no meu ombro e confessou que o marido não a tocava mais, eu soube que aquela massagem terminaria de um jeito bem diferente.
Eu atravessava a rua todo mês para fazer a cera, sem imaginar que a moça de mãos suaves esperava o mesmo sinal que eu.
Subi até o sétimo andar buscando relaxar por uma hora. Não imaginei que a massagista, e depois minha amante, tinham outros planos para mim naquela noite.
Ela marcou um horário para uma depilação de rotina antes das férias. O que não esperava era a forma como aquela mulher a olharia ao fechar a porta da sala reservada.
Ela conduzia o retiro com a devoção de quem nunca quebra uma regra. Eu só queria uma massagem a sós, longe das rezas e dos olhares alheios.