A depilação lésbica que terminou na minha primeira vez
Minha amiga saiu sorrindo da maca e me deixou sozinha com uma esteticista que me tocou bem demais para aquilo ser apenas uma depilação.
Minha amiga saiu sorrindo da maca e me deixou sozinha com uma esteticista que me tocou bem demais para aquilo ser apenas uma depilação.
Ela ficou me observando enquanto eu deslizava as mãos pelo corpo do marido, e entendi que aquela massagem não terminaria como as outras.
Na primeira vez, eu só queria acalmá-lo para que não saísse de casa, mas quando o tive nu sob minhas mãos entendi o quanto homens maduros me excitavam.
Empurrei Nerea contra a parede do banheiro da academia sem contar que a loira da piscadinha era minha mulher — e que ela nos esperava em casa para continuar.
Entrei no hammam de mãos dadas com meu marido e saí tremendo, encharcada e com uma imagem na cabeça que ainda me excita.
A porta estava entreaberta, as velas acesas e um bilhete sobre a cama. Mesmo assim, entrei, tirei a roupa e obedeci.
O marido a empurrava para me provocar e ela fingia resistir, até acabar nua na minha vila, pedindo mais do que imaginava.
O bêbado saiu correndo assim que viu o uniforme, mas ela não se afastou nem um centímetro. Entendi que a madrugada seria longa.
Quando vi suas sandálias sobre a cama, soube que algo havia mudado, mas não imaginei que naquela noite terminaria respirando junto às plantas dos pés dela.
Ela se deixou cair no sofá com aquela calma traiçoeira, e quando minhas mãos desceram por suas costas soube que não iria parar.
Fechei os olhos para relaxar, mas quando suas mãos desceram pelas minhas costas soube que aquela noite não terminaria com sono.
Voltei da praia tremendo pelo esforço, mas o que realmente me deixou sem fôlego foram as mãos dele e o que imaginei fazer com elas sobre meu corpo.
Cheguei antes dele, acendi as velas e deixei a porta entreaberta para um encontro que já não tinha volta.
Eu a observava pela janela havia meses, mas no dia em que ela bateu à minha porta entendi que ela também esperava por mim havia algum tempo.
Inventei um trabalho da faculdade para ficar sozinha com um jogador de futebol, de shorts, e descobrir se suas pernas eram tão incríveis de perto quanto na TV.
Ela me escreveu uma única linha: «Relato ou fantasia?». Eu não imaginava que aquela pergunta terminaria com ela nua na minha maca, esperando que eu provasse.
O celular tocou às seis com três beijos do amigo, e Amparo soube, antes de atender, que aquela ligação não terminaria como as outras.
Eu vinha inventando desculpas para vê-la havia semanas. Naquela tarde de agosto, junto à piscina, ela tirou o top e deixou claro que as desculpas tinham acabado.
Derramei o óleo de propósito, disquei seu número e esperei. Na minha idade, eu aprendera que oportunidades não são esperadas: são fabricadas.
Marcos me pediu que eu não julgasse nem perguntasse nada quando o amigo dele chegasse. Naquela mesma noite, do quarto ao lado, entendi que tipo de visitas eles recebiam às sextas-feiras.