Quis humilhar as mulheres e acabei sob os pés delas
Preparei meia hora de provocações para uma sala cheia de mulheres. O que não preparei foi o que elas fariam comigo quando perdi o controle.
Preparei meia hora de provocações para uma sala cheia de mulheres. O que não preparei foi o que elas fariam comigo quando perdi o controle.
Marina não tinha dormido de tanta emoção. O que nenhuma das três imaginava era que aquela enseada escondida ia nos despir muito mais do que a roupa.
Achou que desfilar meio nu ia deixá-la nervosa. O que não imaginou é que, naquela noite, aprenderia à força quem mandava de verdade naquela casa.
Ele achou que naquela noite mandaria. Assim que cruzou a porta, as cordas já estavam prontas e os sorrisos delas não tinham nada de inocentes.
Você não planejava trabalhar naquele dia, mas a mensagem soava como uma ordem. O que você não sabia era que suas colegas estavam esperando há semanas para te ver entrar assim.
Ela veio comprar meu livro e sentou no meu colo, de costas para mim. “Leia devagar, em voz alta”, pedi, enquanto meus dedos começavam a descer por sua barriga.
Quando ela me disse que estava menstruada há três dias, eu não afastei a mão: puxei-a ainda mais para perto, porque sua sinceridade foi o começo de tudo o que veio depois.
Quando Mariela pegou o microfone e disse que o bar ficava fechado só para nós, entendi que aquela noite nenhuma de nós voltaria para casa sendo a mesma.
Cada manhã ela a via sair da cozinha com a camisola colada ao corpo e se contentava com migalhas. Até que o cafezal as deixou sozinhas o dia todo.
Ela passava os fins de semana procurando um olhar que ficasse nela. Numa noite, mãos desconhecidas a arrastaram para o quarto escuro.
«Normalmente agora você teria de se ajoelhar e esperar em silêncio», ela me disse enquanto ajustava a coleira. Eu não sabia que seria eu a terminar mandando.
«Calma, se deixa levar», ela me disse na porta, e eu soube que naquela noite ia aprender algo que nenhum homem jamais tinha me mostrado.
Ela me deixou ofegante diante do espelho, com a roupa meio ajeitada e uma promessa pairando no ar: aquilo não ficaria assim.
A enseada estava quase vazia quando Carla tirou o vestido sem pudor, e Lucía entendeu que aquele verão não seria só sobre trabalhar.
Lembro dela na porta da livraria, com o cabelo quase branco e aqueles olhos impossíveis. Dez anos se passaram até eu voltar a tê-la perto, e dessa vez eu não ia deixá-la ir.
De todas as que passaram por aquela festa, ela foi a única que eu não provei. Por isso, quando o nome dela apareceu no meu telefone no dia seguinte, eu soube que não ia conseguir negar.
Chegamos fazendo a moto rugir para que todos olhassem. Mas eu só tinha olhos para a garota da barraca ao lado e para o que aquela noite ia nos trazer.
Cada vez que a garota entrava em sua casa, algo se acendia dentro dela. Naquela tarde, pela primeira vez, não havia mais ninguém para interrompê-las.
Conheci Noa nas excursões: exótica e segura de si. Jamais imaginei que um comentário dela na piscina acabaria comigo nua no quarto do meu marido.
Eu a detestei desde que entrou: alta, calada, insuportável. O que eu não esperava era passar a noite imaginando-a, nem o que viria depois no escritório vazio.