Abri a porta para ele usando minha tanga preta
Quando abri a porta, senti o olhar dele cravar na tira preta que aparecia por cima da minha calça jeans. Ele sorriu antes de me empurrar para dentro.
Quando abri a porta, senti o olhar dele cravar na tira preta que aparecia por cima da minha calça jeans. Ele sorriu antes de me empurrar para dentro.
Estávamos casados havia anos quando ela me confessou que sua maior fantasia não envolvia outro homem. Era comigo e outra mulher. E a candidata perfeita estava esperando.
Quando Carla tirou a camisa e se sentou sobre meu marido, eu soube que o jogo tinha cruzado uma linha da qual nenhum dos quatro queria voltar.
Entreguei o notebook ao meu marido com a pasta aberta. Vinte e poucos e-mails de homens que jamais imaginaram que sua diretora lhes enviaria algo assim.
Quando Ricardo me explicou o que queria fazer comigo e com os cinco amigos dele na casa de campo, eu devia ter dito não. Pensei seis dias antes de aceitar.
Quando dona Hilda abriu a porta e nos mediu de cima a baixo, eu soube que aquela noite junto ao fogo nos custaria muito mais que um teto seco.
Pensei que todos dormiam quando entrei nu na piscina. Até ouvir a porta da cozinha e ver a silhueta dela se aproximando, sem pressa de desviar o olhar.
Passávamos meses numa rotina confortável. Naquela tarde no pinhal, com outro casal a três metros, minha namorada decidiu que já era hora de parar de esperar que eu fizesse tudo.
Fazia três dias que eu não dormia direito, repetindo na cabeça cada detalhe daquela noite com ele. Naquela manhã, com o café esfriando, peguei o telefone.
Eu só ia experimentar uns jeans. Ela estava do outro lado da cortina, com um sorriso que não era o de uma cliente qualquer.
Naquele sábado ele se aproximou para corrigir minha postura sem eu pedir. Na segunda-feira, já existia um acordo silencioso — e a tanga certa.
Ainda faltavam três horas para chegar, e o homem ao meu lado já tinha tirado uma manta da bolsa. Disse que estava com frio. Eu não estava nem um pouco.
Cheguei à garagem para buscar um amante. Saí duas horas depois com o corpo em chamas por outro homem que nem sabia meu nome.
Subiu três andares até uma porta sem placa pensando que sabia o que vinha fazer. O que descobriu naquela sala não estava em nenhum anúncio.
Bebei meu café fingindo me concentrar no celular, mas eu os observava. Se soubessem que eu conhecia cada centímetro dos corpos deles separadamente, já teríamos ido embora os três juntos.
Tinha trinta e dois anos e ainda não tinha me permitido pensar em outra mulher sem sentir vergonha. Nessa noite apaguei a luz, respirei fundo e parei de fugir.
Tirei da gaveta um consolador que ainda cheirava a ela e a encontrei de olhar baixo, mordendo o lábio como se eu a tivesse pego em algo mais íntimo que um segredo.
Quando ele me confessou seu fetiche naquela noite, eu soube que nunca mais o veria do mesmo jeito. Disse que aconteceria uma só vez. Os dois sabíamos que era mentira.
Quando espipei pela janela do meu novo quarto e os vi nus na piscina, soube que aquele curso me ensinaria muito mais do que bioquímica.
Começou como uma noite qualquer diante da tela, mas quando apertei enviar naquela mensagem, soube que já não havia volta.