Meu sogro fez comigo o que o filho dele não conseguiu na praia
Eu via como ele me olhava sempre que ia à casa dele. Naquela semana na praia, longe de todos, decidi descobrir até onde o pai do meu namorado iria.
Eu via como ele me olhava sempre que ia à casa dele. Naquela semana na praia, longe de todos, decidi descobrir até onde o pai do meu namorado iria.
Aceitei ajudá-lo a arrumar a casa nova por pena. Não imaginava que cada aposta me deixaria com menos roupa e mais vontade de perder a próxima.
Vivíamos os três sob o mesmo teto e, no começo, o único estranho era o silêncio. Depois vieram as taças, as danças e uma confiança que não devia atravessar nenhuma porta.
Quando subi na caminhonete com meu namorado inconsciente no banco de trás, o pai dele já tinha aquele sorriso de quem sabe exatamente o que vai acontecer.
Ele subiu aqueles cinco andares para discutir com a mãe da namorada. Não imaginava que o marido estivesse em casa, nem a proposta que sairia da boca dele naquela tarde.
Abri a porta esperando uma visita incômoda. Não imaginei que esse homem me faria me ajoelhar na minha própria cozinha e esquecer por completo que era meu sogro.
Eu tinha 24 anos, uma namorada doce e uma dúvida que carregava em silêncio havia anos. A mão dele no meu ombro, naquela noite no bar, acabou respondendo.
Saí daquela loja tremendo de desejo, sem imaginar que naquela mesma semana terminaria de joelhos, implorando para me usarem sem um pingo de ternura.
Eu levava semanas treinando com os plugs, decidida a sentir dois paus ao mesmo tempo. Naquela tarde, chamamos a única pessoa em quem podíamos confiar para conseguir isso.
Queria surpreendê-lo no banho, como todas as tardes. Deslizei nua atrás daquela costas largas e, quando ele começou a se virar, entendi que não era meu namorado.
Entrei no banheiro por engano e o encontrei sob a água. Desde aquela tarde, toda noite que fico sozinha volto àquela imagem e não consigo tirá-la da cabeça.
Marisa passeava pela casa com um vestido justo, sem imaginar que naquela noite a nora transformaria o jantar em algo que nenhum deles esqueceria.
Quando meu marido foi embora e me deixou sozinha com o pai dele na casa de campo, eu soube que aquele sorriso lento não era inocente. E eu tinha coisa demais para esconder.
Construi a piscina para a família, não para isso: para a namorada do meu filho me espiar da janela enquanto eu fingia não notar como lhe tremiam as mãos.
Fiz trinta e nove anos e estava de folga. Esperava um amante; quem tocou a porta no meio da manhã foi o último homem que eu devia ter deixado entrar.
Eu sabia que meu namorado estava no turno da tarde. Bati na porta do apartamento com o coração disparando, decidida a não ir embora sem o que eu vinha imaginando há semanas.
Ela costumava se bronzear topless à beira da piscina, certa de que ninguém a via. Até sentir o olhar dele cravado em sua pele nua.
Renata havia terminado com o filho dele, mas continuava aparecendo em sua casa. E, naquela tarde quente, com a piscina e um biquíni emprestado, Tomás soube que não conseguiria desviar o olhar.
Ele me mandou a foto enquanto meu marido dirigia ao lado. Eu não respondi, mas aquela imagem não saiu da minha cabeça o dia inteiro.
Nunca tinha transado com ninguém. E a primeira pessoa que entrou em mim não foi meu namorado, mas o pai dele, numa tarde em que a casa ficou vazia e eu não soube dizer não.