O jantar em família terminou em uma troca proibida
Marisa tinha uma daquelas famílias que pareciam saídas de um comercial: o marido Gustavo, o único filho Damián e a mulher dele, Carolina. Naquela idade, ela continuava se conservando esplêndida, e sabia disso. Gostava de desfilar pela casa com vestidos justos que marcavam suas pernas torneadas e, principalmente, aquele bumbum firme e redondo do qual o marido nunca conseguia desviar os olhos.
Aquela noite, o jantar estava sendo preparado na casa dos pais. Carolina observava a sogra pôr a mesa com um vestido azul de flores vermelhas que se ajustava ao corpo como uma segunda pele. Depois virou a cabeça para o marido, que também olhava.
— Amor, quero te perguntar uma coisa — disse em voz baixa.
— Diz aí, o que foi? — respondeu Damián.
— Você gosta da sua mãe?
— O quê? De onde você tirou uma loucura dessas?
— É que eu vejo que seu olhar vai muito pra ela.
Damián bufou e olhou para o lado.
— Como é que você inventa uma coisa dessas? É a minha mãe.
— É justamente o que eu digo: é sua mãe, e mesmo assim você não tira os olhos dela. Gosta ou não gosta?
— Claro que não. E eu não estava olhando pra ela, o vestido é que me chamou atenção.
— Aquele vestido marca um corpoão. Ou vai negar?
Ele se virou para ela, muito sério.
— Você vai me dizer que a sua mãe não tem um…?
— Um quê, meu amor? — zombou ela.
— Você já sabe. Um… como é que vocês chamam?
— Fala sem vergonha.
— Pois é, um rabão de dar inveja — soltou Carolina.
— A minha mãe tem um rabão de dar inveja? — repetiu ele, entre ofendido e curioso.
— Pelo amor de Deus, Damián! Você é homem. Vai me dizer que nunca reparou no rabão que a sua mãe carrega? Aquela bunda pede pra ser comida aos gritos.
— Isso é doentio.
— Não acho. Reconhecer que sua mãe é gostosa demais não tem nada de doentio. A verdade é que ela é, e eu não engulo que você estava só olhando o vestido.
— Sério, eu só estava vendo o vestido. É parecido com um que você tem.
E era verdade, pensou ele. Parecido demais.
Carolina voltou a olhar para a sogra, que ia e vinha colocando pratos e copos, completamente alheia à conversa. O azul do vestido lhe caía como se tivesse sido pintado no corpo, e toda vez que ela se abaixava para arrumar um talher, o tecido se esticava sobre a bunda até marcar a linha da calcinha fio-dental e o contorno.
— Tenho duas perguntas — disse Carolina.
— Quais? — perguntou ele, intrigado.
— A primeira: sim, é igualzinho ao meu. Por que ela comprou um quase idêntico? A segunda: sua mãe sempre foi tão gostosa assim?
— A primeira você teria que perguntar pra ela. E a segunda… que eu me lembre, sim, ela sempre foi muito atraente.
— E como você aguentava seus amigos?
— Aguardar o quê?
— Ora, vai me dizer que seus amigos nunca bateram uma pensando nela? Aposto que alguns gozavam três vezes por noite imaginando o cu da sua mãe. E com certeza mais de um ainda faz isso.
— Ei, mais respeito, que é minha mãe. E eu não sei, obviamente eles não me contavam.
— Quando você trazia eles pra casa, não sumia calcinha do banheiro ou do quarto dela?
Damián ficou pensando, e o rosto mudou.
— Agora que você falou… sim, alguma vez roupa dela sumia.
— Tá vendo como eles se masturbavam pensando nela, gozavam imaginando sua mãe e ainda levavam as calcinhas manchadas de leite? Bobo, você podia ter feito negócio com a sua mãe.
— Negócio?
— Claro. Vender roupa usada, fotos, vídeos. Já reparou direito nela? Parece uma deusa. Essa bunda, esses peitos, esse rosto… aquela puta está pronta pra ser comida até arrebentar.
— Meu amor, eu juraria que minha mãe gosta mais de você do que de mim — ele riu.
— Ahá! Caiu. Tá vendo como você gosta dela?
— Bom, sim. É minha mãe, mas também não sou de pedra. Claro que eu noto o quanto ela é bonita e o quanto está bem.
— Bem? — exclamou ela, divertida.
— Estamos em confiança, não estamos?
— Vamos jantar! — chamou Marisa da sala de jantar.
***
Os quatro se sentaram: Carolina, Damián, Marisa e Gustavo, o pai de Damián. Durante alguns minutos, só se ouviu o tinir dos talheres, até que Carolina quebrou o silêncio.
— Sogra, onde a senhora comprou esse vestido?
— Foi seu sogro que me deu. Gostou? — respondeu Marisa.
Carolina e Damián trocaram um olhar rápido.
— É que eu tenho um muito parecido — disse ela.
Gustavo engasgou com a comida e começou a tossir.
— Tá bem, pai? — perguntou Damián.
— Sim, sim, tudo bem — pigarreou ele.
— Ah, é? Não sabia, filha — disse Marisa com um sorriso lento, cravando os olhos no marido —. Talvez um dia devêssemos nos vestir iguais. O que acha, Gustavo?
— Eu não ficaria nem de longe tão bem quanto a senhora, sogra.
— Claro que ficaria. E até melhor. Você é mais jovem e tem um corpo espetacular. Não é, Gustavo?
— É, claro, filha — murmurou ele sem erguer os olhos do prato—. Com certeza você fica linda com um vestido assim.
— O senhor acha, sogro? O que o senhor acha que me destacaria mais?
— Bom, não acho certo opinar sobre isso com meu filho aqui.
— Não se preocupe, pai, não tem nada de errado. Além do mais, foi ela que perguntou.
— Tá vendo? Aliás, me deem um segundo, vou ao banheiro — disse Carolina, e subiu rápido para o andar de cima.
Assim que desapareceu, Marisa pegou o celular por baixo da mesa e escreveu ao marido.
“Você gosta da menina, né, desgraçado? Comeria ela aqui mesmo se ela deixasse.”
Gustavo sentiu o aparelho vibrar e o conferiu discretamente.
“Você tá louca, é minha nora”, respondeu.
“Então foi por isso que você me comprou o mesmo vestido? Pra imaginar que sou ela quando enfio em você e você me come por trás?”
“Nunca. Você tá doentinha.”
“Ah, é? Daqui a pouco você vai ver o quanto eu tô doentinha. E vai ver se não acaba com a rola dura pensando na nora.”
***
Carolina desceu as escadas com um vestido quase idêntico ao da sogra, do mesmo azul, mas com flores amarelas em vez de vermelhas. A sala de jantar inteira ficou em silêncio.
— Amor, você está incrível — disse Damián.
— Ai, rainha, que linda! Que corpo você tem. Não acha, Gustavo? — disse Marisa.
— É… sim, você está muito bem, filha — balbuciou ele.
— Que curioso, não, filho? Você compra um vestido pra sua mulher, e seu pai compra um quase igual pra mim — comentou Marisa, com malícia.
— Sim, bem curioso. E também que vocês duas tenham um corpo tão parecido — acrescentou Damián.
— Mas sua mulher tem muito mais peito que eu.
— E a senhora tem muito mais bunda que eu — interrompeu Carolina.
— Vem, filha, fica ao meu lado.
Marisa se levantou e as duas ficaram juntas, abraçadas pela cintura. Então a sogra abaixou um pouco o decote de Carolina para marcar mais os seios.
— E então, Gustavo? Em quem o vestido ficou melhor, na sua nora ou em mim?
— Ufa, decisão difícil — disse ele, engolindo em seco—. Mas, por educação, fico com a Carolina.
— E você, Damián? Fica com sua mulher ou com a mamãe?
Marisa se virou para mostrar ao filho o quanto o vestido lhe ficava justo por trás, marcando aquele bumbum impossível. Rebolou devagar, se esfregando no ar, e Damián sentiu a rola endurecer dentro da calça.
— Ai, mãe… a verdade é que fico com você.
Carolina o olhou com os olhos muito abertos e a boca entreaberta.
— E o que você mais gosta na Carolina, meu amor? — perguntou Marisa ao marido.
— Não, Marisa, eu não posso responder isso. É a mulher do meu filho.
— Isso te incomoda, Carolina? — perguntou a sogra, que ainda a mantinha presa pela cintura.
— De forma alguma. Aliás, é uma honra me compararem com a senhora, sogra.
— É mesmo, menina?
— Claro. A senhora é uma mulher linda. Tomara que eu esteja assim quando tiver a sua idade.
— Mas você também é linda. Na verdade, eu não culparia meu marido por ficar te olhando o tempo todo.
E, dizendo isso, Marisa pousou a mão sobre o peito de Carolina e o apertou de leve, deslizando o polegar sobre o tecido do vestido até encontrar o mamilo e beliscá-lo.
— Mmm — gemeu a jovem, surpresa.
— Tem certeza de que não te incomoda que…? Hmm — gemeu de novo, porque a sogra não parava de apertar e amassar-lhe o seio inteiro com a palma aberta.
— Mãe, tá amassando. Deixa ela — disse Damián, sem convicção, com a rola já dura como pedra sob a toalha.
— Shhh. Sua mamãe pode fazer comigo o que quiser — sussurrou Carolina.
— Quem me dera ter seus peitos, querida. São lindos. Te incomoda se eu tocar?
— Não. A senhora pode fazer comigo o que quiser.
Pai e filho observavam a cena sem piscar, cada um com a mão por baixo da mesa, ajeitando a rola.
— Acho que você deveria nos mostrar o bom gosto que tem para lingerie — disse Marisa.
E baixou o vestido pelos ombros dela, revelando um sutiã de renda amarelo que mal continha os peitos grandes e firmes da nora. Os mamilos se desenhavam através da renda, duros e escuros.
— Ah — suspirou Carolina—. A senhora gosta tanto assim da minha roupinha?
— Não só eu. Olha como eles estão — respondeu Marisa, apontando com o queixo para o volume na calça do marido e para o do filho.
— Gosta do que está vendo, sogro? — perguntou Carolina, marota—. Tá ficando duro olhando pra nora?
— Claro que sim, menina — admitiu Gustavo, já sem esconder—. Tá ficando duro como não ficava há anos.
— E você, meu amor? Gostou disso, ou prefere ver outra coisa?
Carolina pegou a mão da sogra e a fez girar para mostrar a Damián aquele cu descomunal. Levantou um pouco o vestido por trás para que se visse a curva completa das coxas.
— Ufa, mamãe, que tremenda você está — disse ele, e acrescentou logo em seguida—: Desculpa, pai.
— Não se preocupa, filho. Eu vi os peitos da sua mulher; é justo que você veja a bunda da minha.
— Sabe, sogra? Acho que a senhora deveria ensinar ao seu filho como se trata uma mulher — disse Carolina—. Ele é muito bruto. Mostre como se beija um peito.
— Você quer que eu seja professora do meu próprio filho? — riu Marisa—. Olha, filho, você se aproxima assim.
A sogra aproximou o rosto do peito da nora e começou a beijá-lo devagar, deixando marcas úmidas de beijo na pele branca. Lambeu a borda do sutiã, mordiscando a renda, e depois subiu pelo decote até o pescoço.
— Você dá beijinhos suaves, assim. E, se quiser, pode passar a língua, assim.
— Mmm — gemeu Carolina, enterrando a mão nos cabelos dela e arqueando as costas para colar ainda mais os seios na boca.
— Você gosta do que a minha mãe está fazendo? — perguntou Damián, já excitado, apalpando a rola por cima da calça sem nenhum disfarce.
— Sim. Eu adoro como sua mãe chupa meu peito.
— Querida, acho que a menina ia gostar mais se você fizer nos mamilos — interveio Gustavo, com a voz rouca.
— Você concorda, meu amor? — perguntou Marisa à nora.
— Se Damián concordar, eu adoraria sentir a língua da minha sogra nos mamilos.
— Vai em frente — disse ele, com a voz quebrada.
Marisa baixou as taças do sutiã e deixou à mostra uns peitos enormes com os mamilos eriçados, rosados e grossos como uvas. Lambeu os lábios antes de se lançar. Sem pensar duas vezes, levou-os à boca e os sugou com força, primeiro um e depois o outro, alternando lambeijos longos e chupões profundos que fizeram Carolina apertar as coxas e morder o lábio.
— Mmm! — guinchou Carolina—. Isso, mamãe. Chupa meus peitos com força, come eles inteiros.
— Você gosta de me chamar de mamãe?
— A senhora não gosta de como os peitos da sua menininha têm gosto?
— Eu adoro, querida. Sempre quis uns assim. Eu podia chupar você a noite inteira, putinha.
Marisa contornou o mamilo com a ponta da língua, bem devagar, e depois o prendeu entre os dentes, puxando com suavidade até Carolina soltar um gemido abafado. A sogra levou tudo à boca, chupando com fome, enquanto com a outra mão amassava o seio livre e beliscava o mamilo até deixá-lo quase roxo.
— Pai, você tá vendo isso? — murmurou Damián, com a mão já dentro da calça.
— Tô vendo, filho. Tô vendo sua mãe comendo sua mulher, e a minha rola tá ficando dura como pedra.
***
Carolina deteve a sogra por um instante e a virou para os homens.
— Não vamos deixar eles assim, coitadinhos — disse, olhando para o marido e o sogro—. A gente deixou os dois com a rola de fora e sem atenção.
Virou Marisa de modo que a bunda da sogra ficasse diante deles, enfiada naquele vestido azul.
— Eles gostam do rabão da minha sogra, né? — perguntou, dando uma palmada sonora que fez toda a carne tremer sob o tecido.
— Ufa, que sorte a sua, pai, de poder aproveitar isso quando quiser — disse Damián.
Carolina ergueu o vestido de Marisa por trás, deixando à vista uma calcinha branca minúscula que tinha se enfiado inteira entre as nádegas. A bunda da sogra ficou completamente exposta, dois globos enormes, brancos, firmes, tremendo a cada movimento.
— Ai, mamãe, você está espetacular — murmurou ele—. Essa bunda não é de uma mulher da sua idade, mamãe. Essa bunda é de puta jovem.
— Você gosta tanto assim da bunda da sua mãe? — perguntou Carolina, separando-lhe as nádegas com as duas mãos para mostrar o xana molhado e o buraquinho do cu entre os pelos.
— Eu fiquei com vontade. Com vontade de meter até o fundo.
— E o que você acha de me trocar com seu pai?
— Sério? Não te incomoda, filha? — perguntou Gustavo, quase sem fôlego, já tirando a rola da calça.
— Vamos ser honestos — disse Carolina—. Damián passa anos querendo entrar de novo por onde nasceu, e o senhor vem querendo me comer há esse mesmo tempo. Estou errada?
Pai e filho negaram com a cabeça, mas nenhum dos dois desviou os olhos.
— Então vai, papai — ordenou ela—. Dê pra sua menina. E a senhora, sogra, vá foder o seu filho, que ele mereceu.
Carolina se aproximou de Gustavo, que tinha ficado cravado em uma das cadeiras da sala de jantar com a rola ereta apontando para o teto, grossa, dura, com a ponta já úmida. Sentou-se sobre ele, de modo que primeiro se apoiou nas coxas, esfregando a xana molhada por cima da calcinha contra a pica nua do sogro. Do outro lado da mesa, Marisa fazia o mesmo com Damián, ajoelhada no chão primeiro, tirando a rola do filho e admirando-a de boca aberta.
— Ai, meu menino, você a tem enorme — murmurou a mãe—. Deixa a mamãe lamber primeiro.
Marisa se abaixou e enfiou a rola inteira do filho na boca. A língua da mãe percorreu a glande, depois desceu por todo o comprimento até a base, e voltou subindo e chupando forte. Damián agarrou a mãe pelos cabelos e começou a marcar o ritmo, enfiando-a até a garganta. Marisa deixava entrar até se engasgar, e então a tirava, enchendo a boca de saliva, cuspindo por cima e voltando a engoli-la.
— Isso, mamãe, chupa assim. Como ninguém me chupa.
— Sua rola é uma delícia, filho. Tá maior que a do seu pai — disse ela, com os olhos lacrimejando e o batom borrado.
Do outro lado, Carolina tinha afastado a calcinha para o lado, segurado a rola do sogro com a mão e a estava esfregando nos lábios da xana, molhando-a com seus fluidos.
— Desde quando você me queria assim, papai? — perguntou Carolina, com os peitos à mostra, esfregando o mamilo no rosto dele.
— Desde que te conheci — ofegou ele—. Sempre quis te comer, filha. Toda noite eu bato uma pensando em você. Toda noite.
— Porco — sussurrou ela, e se deixou cair devagar sobre a rola do sogro, sentindo a glande abrir seu buraco e preencher as paredes centímetro por centímetro—. Ai, papai, que grande…
— E você, meu amor? — dizia Marisa ao filho, já se sentando no colo de Damián com a rola do filho úmida de saliva—. Por que nunca me disse que queria isso? Por que nunca me disse que queria meter na sua mãe?
— Porque eu tinha vergonha de desejar minha própria mãe.
— Não, meu menino. Pra isso existe sua mãe: pra cuidar de você e te atender. O fato de você ter se casado não significa que não possa vir comer com a mamãe quando precisar.
— Sério, mamãe?
— Claro, meu amor. Essa xoxota da mamãe é sua. Sempre foi sua, e hoje você vai saber como ela se sente.
***
Marisa se apoiou nos ombros do filho e começou a descer sobre a rola de Damián bem devagar. A glande roçou os lábios da xoxota, se acomodou na entrada, e ela assobiou quando começou a se abrir.
— Ai, meu Deus, papai, que grande você tem — disse Carolina, já com a rola do sogro inteira dentro, se mexendo em círculos sobre ela—. Você me preenche toda, papai, não cabe nem mais um dedo.
— Nossa, Damián… não sei se vai entrar tudo — riu nervosa Marisa, com metade da rola dentro e as veias do filho se marcando contra os lábios abertos da sua xoxota.
— Vem, mamãe, senta devagar — pediu ele, agarrando-a pela bunda com as duas mãos e apertando as nádegas para afastá-las.
Marisa voltou a montar no filho e começou a descer lentamente, mordendo o lábio, sentindo como o próprio filho a ia abrindo por dentro.
— Com cuidado, papai — ofegou—. Nunca entrou algo assim em mim. Você é mais grosso que seu pai, meu filho. Tá partindo a xoxota da sua mãe.
Na outra cadeira, Gustavo pegou a nora pela cintura e a fez descer de uma vez, penetrando-a numa investida.
— Ai, Deus! — gritou Carolina, arqueando as costas para trás. Os peitos se sacudiram diante do rosto do sogro, que capturou um mamilo com a boca e começou a chupá-lo enquanto a penetrava por baixo.
A sala de jantar se encheu do som rítmico dos corpos. As coxas batendo nas coxas, as nádegas chocando-se contra as pernas dos homens, os pratos tremendo sobre a mesa, os gemidos se sobrepondo. Carolina subia e descia sobre o sogro, enfiando-se na rola de Gustavo com as mãos apoiadas nos ombros dele, enquanto Marisa cavalgava o filho, já incapaz de conter os gemidos, esfregando a xoxota contra a virilha de Damián.
— Você me abre inteira — ofegava a sogra, agarrando-se ao pescoço de Damián—. Me come, meu filho, come a mamãe com força, não se segura.
— Tá na cara que você sempre teve vontade da sua mãe — acrescentou, quase sem voz, sentindo como a rola do filho alcançava dentro dela um lugar que há anos ninguém tocava.
Damián agarrou os peitos dela por trás e os apertou, beliscando os mamilos enquanto a metia com força, levantando as ancas para enfiá-la até o fundo a cada vez.
— A vida toda, mamãe. A vida toda eu quis comer minha mãe. E agora você tá aqui, montada na rola do seu filho.
— Isso, meu amor, isso. Sua mãe é sua. Arrebenta minha xoxota, não para.
Carolina tirou o sutiã e o lançou ao chão. Os peitos dela ficaram inteiros à mostra, balançando a cada vai e vem sobre a rola do sogro.
— Assim você vê melhor os peitos da sua menina pulando — disse a Gustavo, enfiando o rosto dele entre os seios.
Gustavo os comeu à dentada, chupando os mamilos um por um, enquanto a segurava pela bunda com as duas mãos e a ajudava a subir e descer sobre ele. Cada investida arrancava de Carolina um ofego agudo, e os fluidos da xana da nora escorriam pelos ovos do sogro.
— Gosta do que o seu menino está te fazendo, mamãe? — perguntou Damián, agarrando os cabelos da mãe e puxando-a para trás para ver o rosto dela.
— Eu adoro, querido. Eu adoro sua rola dentro da mamãe. É a melhor rola do mundo, meu amor.
— Fala, mamãe. Me diz o que eu estou te fazendo.
— Você está me fodendo, filho. Sua própria mãe está montada na sua rola, e eu não quero que você pare. Me come, meu filho, come sua mãe como uma puta.
Os dois homens se olhavam por cima da mesa, cada um marcando o ritmo da mulher do outro. A cena era irreal: o pai com a nora cavalgando nele, os peitos de Carolina quicando contra o rosto dele, e o filho com a mãe a cavalo, rebolando aquele rabão enorme sobre a rola.
— E aí, como a sua mãe aperta, filho? — perguntou Gustavo, ofegando.
— Delicioso, pai. Nunca imaginei que ela ainda estivesse tão apertada. Entra com dificuldade.
— Aproveite. Ela é sua esta noite. Abre bem, pra que amanhã ela se lembre da rola do filho.
— E a nora, pai?
— Uma xoxota de puta jovem, filho. Quente, molhada, apertada. Vou encher ela inteira de leite.
Marisa trocou de posição. Levantou-se da rola do filho, virou-se e se sentou de novo sobre ela de costas para Damián, para que ele pudesse ver a bunda entrar e sair sobre a pica. O rabão da mãe subia e descia, engolindo a rola do filho inteira, e as nádegas batiam nas pernas de Damián com um som úmido e ritmado.
— Gosta de ver a bunda da sua mãe montando em você, filho?
— Ufa, mamãe, não para. Você me deixa louco mexendo a bunda assim.
— É? Assim, meu amor? — perguntou ela, e começou a girar os quadris, se esfregando sobre ele, apertando a xoxota e soltando, ordenhando a rola de dentro pra fora.
Carolina, do outro lado, desceu da rola de Gustavo e se ajoelhou diante dele para chupá-la por um instante, saboreando a si mesma na pica do sogro. Envolveu os testículos com a mão e a enfiou inteira na boca, olhando nos olhos dele enquanto o chupava.
— Gosta de ver a nora ajoelhada chupando sua rola, sogro?
— Adoro, menina. Você faz isso de um jeito da porra.
— Espera, papai, que eu quero te mostrar uma coisa.
Ela se levantou e se apoiou sobre a mesa de jantar, de bruços, com os peitos esmagados contra a toalha e a bunda levantada. Afastou o vestido para o lado e abriu as nádegas com as duas mãos.
— Vem, papai, me come assim. Como uma cadela.
Gustavo se levantou da cadeira, se colocou atrás dela e enterrou a rola de uma vez. Carolina soltou um grito longo e agudo enquanto o sogro a agarrava pelos quadris e começava a metê-la com força, fazendo a toalha se amassar sob o corpo dela e os copos tremerem.
— Isso, papai, isso! Arrebenta minha xoxota!
— Toma, menina, toma a rola do seu sogro. Era isso que você queria, né? Que seu sogro te detonasse.
— Sim, papai, sim. Me dê forte. Me mate.
Marisa, montada sobre Damián, via tudo por cima do ombro e se acelerou sozinha.
— Você também quer gozar dentro de mim? — perguntou ao ouvido do filho, virando-se para lamber sua boca.
— Sim — ofegou Damián—. Você vai me deixar gozar dentro de você, mamãe?
— Claro, meu menino. Enche a sua mãe. Deixa seu leite onde eu te fiz.
— Gozei! — gritou Damián de repente, afundando-se na mãe até o fundo, agarrando-a pela bunda e cravando os dedos na carne.
— Goza dentro da mamãe — incentivou Carolina do outro lado, com o rosto esmagado contra a mesa e a rola de Gustavo entrando e saindo.
Damián se esvaziou com um grito longo, abraçado à mãe, sentindo como o leite saía em jatos e enchia a xoxota de Marisa. Ela tremia sobre ele sem conseguir falar, com a boca aberta e os olhos virados, gozando também, ordenhando a rola do filho com as contrações da xoxota enquanto o leite dele escorria por dentro e começava a pingar pelas coxas.
— Ai, meu amor… você encheu a mamãe inteira — sussurrou Marisa, já sem forças—. Me encheu como seu pai não me enchia há anos.
— Sente o seu sogro, menina — rosnou Gustavo, cravando-se em Carolina até o fundo, agarrando-a pelos cabelos e jogando a cabeça dela para trás—. Sente como eu vou gozar dentro de você.
— Você também quer gozar dentro da sua filha? — ofegou ela, olhando por cima do ombro com os olhos semicerrados—. Quer me deixar prenha, papai safado?
— Sim, minha menina. Vou encher sua xoxota de leite.
— Vai em frente. Goze dentro da nora. Me dê todo o seu leite.
Gustavo investiu com todas as forças, uma, duas, três vezes mais, cada vez mais forte, até se entregar dentro da nora com um rugido, gozando em jatos quentes que Carolina sentiu batendo nas paredes da xoxota. Ela gozou ao mesmo tempo, apertando a xoxota em torno da rola do sogro, gritando contra a toalha enquanto o orgasmo sacudia todo o corpo. O leite de Gustavo começou a escapar pelas bordas e a escorrer pelas coxas dela, misturando-se aos próprios fluidos, naquela mesma noite, sem que ninguém em volta daquela mesa parecesse se arrepender de nada.