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Relatos Ardientes

O que o marido dela descobriu sobre o irmão naquela noite

A festa não celebrava nada em especial, só a vontade de sair num sábado qualquer. Depois de vinte e oito anos de casados, Rubén ainda olhava para Carmen com a mesma devoção do primeiro dia, embora, fazia algum tempo, essa devoção tivesse ganhado um novo matiz: gostava de imaginá-la desejada por outros olhos.

Na boate, encontraram Dani, o irmão caçula dela. O rapaz tinha muitos anos a menos; para o casal, era quase como um filho. Carmen o mimava e Rubén o aconselhava com aquela autoridade tranquila de quem faz papel de pai sem ser.

As horas passaram entre drinques e gargalhadas. A música aumentava de tom e a confiança também. Da mesa, Rubén observava a mulher dançando com Dani. Carmen se movia com uma soltura transbordante, o corpo generoso balançando no ritmo do baixo.

O vestido, colado à pele pelo suor, desenhava o contorno dos seios fartos, avermelhados de um rosa quente pelo calor e pelo álcool. Rubén se aproximou dela na pista e enlaçou sua cintura enquanto o cunhado ria, um pouco tonto.

— Está gostando, meu bem? — sussurrou ele no ouvido dela.

— Demais — respondeu Carmen, radiante, abraçando o irmão com aquele carinho de sempre—. Fazia séculos que a gente não saía os três assim.

Mas Rubén notava outra coisa. Via como o rapaz, meio alto, não conseguia evitar que o olhar escorregasse para o decote da irmã. A inocência dela contrastava com a tensão que o marido começava a alimentar de propósito.

Na hora do fechamento, Dani mal se aguentava em pé.

— Não podemos deixar ele voltar sozinho nesse estado — decretou Rubén, trocando com a mulher um olhar carregado de intenção—. Ele vai dormir em casa.

***

Ao chegarem ao apartamento, o clima misturava o cansaço com a euforia da madrugada. Dani mal se coordenava, então Carmen, com o instinto protetor de sempre, pediu ajuda ao marido.

— Entra com ele, dá um banho frio e vê se melhora um pouco. Eu faço um café — disse ela, ajeitando o vestido que ainda deixava ver o rubor do decote.

Rubén levou o jovem ao banheiro. Ao ajudá-lo a se despir, ficou chocado. Não esperava encontrar algo assim em alguém da própria família. Entre as pernas do rapaz pendia uma peça descomunal, grossa até em repouso, de um tamanho que lhe custou assimilar.

Deixou-o sob o jato d’água e saiu do banheiro quase sem fôlego, com um sorriso de pura incredulidade. Foi direto para a cozinha, onde Carmen servia as xícaras. Aproximou-se por trás, rodeou-lhe os quadris e falou ao ouvido com um tom entre brincalhão e safado.

— Você não vai acreditar no que eu acabei de ver lá dentro. Seu irmãozinho esconde um animal entre as pernas.

Carmen soltou uma risada nervosa, convencida de que ele estava exagerando.

— Não seja bobo. Ele ainda é um menino — respondeu, embora as bochechas já começassem a corar.

— De menino não tem nada, te asseguro — insistiu ele, rindo—. A genética foi generosa com o seu irmão. Muito mais do que qualquer um de nós poderia imaginar.

Ela cobriu o rosto com as mãos, sentindo o calor subir pelo pescoço até as orelhas. Lembrou das brincadeiras que às vezes dividiam na cama sobre tamanhos quando viam algum vídeo, mas o assunto ser agora o próprio irmão a deixou num estado de vergonha quase cômica.

— Não acredito que você está me contando isso — exclamou entre risos abafados—. É meu irmão, cala a boca já!

— É que você devia ter visto a minha cara — insistiu Rubén, divertido com a reação—. Fiquei sem palavras.

***

A cozinha virou o cenário de uma comparação tão absurda quanto excitante. Rubén, com a imagem gravada na retina, não parava de gesticular enquanto ela tentava servir o café com as mãos tremendo de tanto rir.

— Escuta, não estou exagerando — disse ele, afastando uma xícara e pegando um moedor de pimenta, daqueles grossos e robustos—. Está vendo isso? Pois de largura ele anda por aqui, ou mais. É uma peça maciça, eu juro.

Carmen abafou uma gargalhada cobrindo a boca. Seus seios fartos subiam e desciam com o riso, agitando o decote rosado sob a luz da cozinha.

— Para com isso, pelo amor de Deus! — suplicou, embora os olhos brilhassem com uma curiosidade que não sabia esconder.

— E de comprimento… — o marido remexeu numa gaveta e tirou um rolo de massa—. Digamos que falta pouco para chegar a isso. Eu o segurava a um palmo enquanto ajudava com a calça.

Ela ficou paralisada, com a cafeteira no ar. A imagem mental do irmão caçula, a quem sempre cuidara, comparado aos utensílios da própria cozinha, deixou-a sem palavras. O contraste entre seu jeito sempre recatado e aquelas descrições tão gráficas estava criando uma atmosfera elétrica.

— Não pode ser… Você está exagerando por causa das bebidas — conseguiu dizer, o rosto vermelho como uma papoula—. Ninguém tem isso, ainda mais ele.

— Te prometo que é mais impressionante do que qualquer coisa que a gente já viu — insistiu ele, aproximando-se e percebendo a respiração dela acelerar—. E ele está ali do lado, no banho.

Carmen baixou o olhar para o chão, incapaz de sustentá-lo, sentindo um arrepio desconhecido. A risada começava a virar um silêncio tenso, enquanto o barulho da água no banheiro ganhava um protagonismo absoluto.

***

Tomado por aquela malícia que cultivavam há anos na intimidade, Rubén deixou o rolo de massa sobre a bancada e tirou o celular com um sorriso conspiratório.

— Não acredita em mim? Então vou levar uma toalha limpa pra ele e tirar uma foto de uma distração — sussurrou, tão perto que ela sentiu o hálito dele—. Para você ver que não estou exagerando nem um milímetro.

Carmen ficou muda, o coração disparando contra o peito.

— Você enlouqueceu! Não pode fazer isso — protestou num murmúrio, embora não movesse um dedo para impedi-lo—. É uma falta de respeito… e é meu irmão!

— É só para nós, amor. Um segredo entre você e eu, como sempre — retrucou ele, piscando, já a caminho do corredor.

Ela ficou apoiada na bancada, apertando uma xícara vazia entre as mãos. Ouviu os passos do marido, o clique da porta do banheiro. A água continuava caindo, e a imagem do moedor e do rolo de massa não saía da cabeça.

Isso é errado, ele é meu irmão caçula, pensou. Mas a curiosidade que Rubén estava lhe passando era mais forte do que sua timidez de sempre. Ficou ali, em silêncio absoluto, esperando a prova de que aquele “animal” era real.

***

Quando Rubén voltou, trazia um sorriso de triunfo e a tela do celular virada contra o peito. Aproximou-se dela, que seguia apoiada na bancada com o rosto em chamas.

— Se prepara, porque você não vai acreditar — disse, girando o telefone.

Carmen cobriu a boca com uma mão, mas os olhos se cravaram na imagem. A realidade superava qualquer comparação com os utensílios da cozinha. Era uma peça tremenda, de uma grossura que parecia impossível, potente até parada.

— Meu Deus… mas é um animal! — exclamou num sussurro, caindo na risada de pura vergonha—. Não pode ser. Como ele consegue guardar isso aí e a gente não perceber em todos esses anos?

A timidez se desfazia diante do tesão da foto. Ela se aproximou mais da tela, esquecendo por um instante de quem se tratava.

— Eu falei — riu o marido, curtindo a reação dela—. Esse sangue é forte.

Ela não conseguia parar de olhar, alternando entre a risada nervosa e uma fascinação que lhe umedecia os lábios.

— É grosso demais… — murmurou já mais séria, com a respiração entrecortada—. Se isso fica duro, deve ser uma barbaridade.

***

A tensão da cozinha foi parar no quarto como um incêndio. Dani já roncava no quarto de hóspedes, alheio ao turbilhão que provocara, mas a imagem continuava gravada a fogo na mente de Carmen.

Mal fecharam a porta, Rubén a tomou com uma urgência que não sentiam havia anos. Ela, tomada por um tesão que a envergonhava e a incendiava ao mesmo tempo, se entregou como nunca. Toda vez que tentava gritar de prazer, ele tapava sua boca com a mão ou com um beijo profundo.

— Shhh… que seu irmão vai ouvir você gozar assim por causa dele — sussurrava.

Essa ideia a fazia explodir de novo e de novo, perdendo a conta de quantas vezes o corpo dela se sacudiu. Horas depois, encharcados e recuperando o fôlego, ficaram abraçados na escuridão.

— Admite que hoje você estava em outro nível — riu ele baixinho, dando um tapinha nela—. Vai me dizer que não foi por causa da foto?

Carmen escondeu o rosto no travesseiro, morrendo de rir e de vergonha.

— Você é insuportável… — conseguiu dizer—. Mas tudo bem, eu confesso. Não conseguia tirar isso da cabeça. Amanhã não vou conseguir olhar para ele sem pensar nesse rolo de massa.

***

Na manhã seguinte, Dani se despediu com um café rápido e um adeus apressado, sem quase se lembrar de nada da noite anterior. Assim que a porta se fechou, Rubén se virou para a mulher com um olhar carregado de intenção.

— Vamos, se veste. Temos uma missão — disse—. Vamos procurar um brinquedo parecido com o que seu irmão tem. Quero ver se você é capaz de domar aquilo de verdade.

Carmen cobriu o rosto, soltando uma gargalhada incrédula.

— Você não bate bem da cabeça! Aquilo não cabe em mim nem em três vidas. Você não viu a grossura? Ia me partir ao meio.

Mas ele não cedeu. Acariciou os quadris largos dela e aquelas coxas firmes que sempre tinham sido sua perdição.

— Se olha, amor. Você tem um corpo feito para o prazer. É uma mulher imponente, não uma menina. Se alguém dá conta de algo assim, é você.

Ela ficou calada por um momento, mordendo o lábio enquanto sentia o calor correr pelas pernas diante do desafio. A ideia começava a vencer o bom senso.

— Acho que não vou conseguir, de verdade… — murmurou, já com menos convicção—. Mas, bom, se você insiste tanto, podemos ir olhar. Só olhar, hein?

Rubén soltou uma gargalhada triunfante, sabendo que já tinha conseguido convencê-la.

***

Chegaram à loja com o coração a mil. Carmen andava de cabeça baixa, escondendo o rubor, enquanto ele tirava o celular com total naturalidade. Na seção de tamanhos especiais, começou o jogo mais surreal do casamento deles.

Rubén pegava um modelo, colocava ao lado da tela com a foto e comparava o ângulo.

— Não, este é comprido, mas falta grossura. O do seu irmão é mais imponente — comentava em voz baixa, enquanto ela queria que a terra a engolisse.

— Guarda isso, por favor! — sussurrava Carmen, olhando para os lados, embora não conseguisse evitar reparar nas dimensões do que tinha à frente.

Depois de várias comparações, chegaram ao escolhido: uma peça de silicone médico, pesada, de uma cor bem realista e uma grossura assustadora. Não economizaram; compraram a melhor, para que ela pudesse sentir cada centímetro sem se machucar. Saíram com a sacola escondida, mas a cabeça já voava para o que aconteceria em casa.

***

Antes de sair para trabalhar, Rubén deixou a caixa sobre a cama, impondo-se pelo tamanho e pelo acabamento que lembrava inevitavelmente o de Dani.

— Hoje você tem uma missão sagrada — disse, piscando—. Quero que você estreie. E quero uma foto como prova de que esse animal entrou no seu corpo.

Carmen, sentada na beira da cama, soltou uma gargalhada nervosa.

— Você é maluco! Não sei se vou conseguir… é demais!

Ele riu e, justo antes de fechar a porta, acrescentou num tom debochado:

— Olha o celular daqui a um minuto. Vou te mandar uma ajuda visual.

Em poucos segundos, o telefone vibrou sobre a mesinha de cabeceira. Era de novo a foto da noite anterior. Carmen soltou um gritinho abafado e depois uma risada histérica.

— Você quer mesmo que eu faça isso com essa imagem na cabeça? — escreveu, morrendo de vergonha, mas com o pulso acelerado.

— Te conheço há quase trinta anos — respondeu ele na hora—. Sei muito bem que ver isso vai te deixar tão excitada que o brinquedo vai entrar sozinho. Aproveite o seu irmãozinho de silicone.

Ela ficou sozinha, olhando alternadamente para a tela e para a peça ao lado. O coração batia forte enquanto o tesão e a curiosidade começavam a vencer por completo sua timidez.

***

O celular de Rubén vibrou no escritório e a imagem lhe cortou a respiração. Carmen, na penumbra do quarto, havia capturado uma cena carregada de tesão: recostada, com as coxas abertas com a naturalidade que só a confiança de tantos anos dava, a pele clara emoldurando o brinquedo escuro e enorme.

A luz da tarde destacava o rubor do seu decote, aparecendo por cima da renda da lingerie.

— Olha o que você provocou… acho impossível isso caber aqui — escreveu ela sob a foto.

— Você está linda, amor — respondeu ele com o coração disparado—. Não se pressione. Deixe a foto fazer o trabalho e verá como seu corpo se rende aos poucos.

Carmen deixou o celular de lado. Olhou de novo para a imagem real e depois para o brinquedo. A sugestão era tão forte que o medo do tamanho começava a se transformar em uma necessidade física de se sentir preenchida.

***

O celular vibrou de novo com uma insistência que quase o derrubou da mesa. Carmen tinha deixado para trás qualquer resto de timidez. Na nova foto, suas coxas se tencionavam abrindo caminho para o brinquedo, que já começava a pressionar, umedecido por um desejo que a imagem havia disparado ao máximo.

Junto com a foto veio uma nota de voz, um sussurro entrecortado:

— Você não imagina o quanto eu estou excitada olhando isso… Sinto que vou me partir, mas estou tão encharcada que o brinquedo quer entrar sozinho. Tenho vergonha de te dizer, mas imaginar de quem ele é me deixou sem controle.

Rubén, com a respiração acelerada no meio do escritório, não conseguia acreditar na transformação da mulher, sempre tão recatada.

***

O vídeo que recebeu depois foi o desfecho de tantos anos de cumplicidade. A imagem era nítida: Carmen recostada, o corpo tremendo de um jeito que ele nunca tinha visto.

Com uma mão, segurava o celular com a foto; com a outra, guiava o brinquedo. A tensão era insuportável, as coxas tremendo em espasmos. De repente, o corpo dela arqueou com uma força animal e um jorro de umidade a sacudiu, encharcando os lençóis no primeiro orgasmo desse tipo da vida dela.

Ainda ofegante, ela não parou. Aproveitando aquela lubrificação e o tesão da imagem proibida, começou a empurrar. Rubén observou, hipnotizado, a peça desaparecendo centímetro por centímetro enquanto ela soltava um gemido profundo, mistura de esforço e libertação.

O brinquedo entrou inteiro. Carmen olhou para a câmera com os olhos úmidos e um sorriso de absoluta satisfação, provando que seu corpo de mulher madura era capaz de domar tamanho desafio.

— Olha, amor… entrou inteiro. Estou tão cheia que mal consigo respirar. Vem logo e tira você — dizia a mensagem que acompanhava o vídeo.

Rubén, com o pulso disparado e a cabeça travada pela imagem da mulher, juntou suas coisas. Não podia esperar nem mais um segundo.

***

O impacto foi tão fulminante que, sentado à escrivaninha, sentiu o próprio corpo traí-lo: um espasmo o sacudiu sem que ele tivesse se tocado ao menos uma vez. Com um sorriso de derrota e prazer, tirou uma foto da prova do clímax involuntário.

— Olha o que você me fez. Gozei sem me tocar, só de te ver — escreveu.

Carmen, da cama, soltou uma gargalhada de triunfo ao ver a foto do marido vencido pela própria excitação.

Mas então o telefone tocou de outro jeito. Não era mensagem, era uma ligação. Era Dani.

— Oi, desculpa incomodar no trabalho — disse o rapaz com a voz um pouco apagada—. Estou meio pra baixo por causa de um rolo com mulher. Topa jogar bilhar comigo hoje à tarde, só nós dois?

Rubén olhou para a foto na tela e depois para a mensagem da mulher. O tesão fechava o círculo perfeito.

— Claro, garoto — respondeu—. Passa em casa daqui a uma hora e a gente vai.

Quando Dani chegou, Carmen já estava vestida, escondendo sob a roupa o segredo daquela tarde. Rubén o recebeu com um abraço paternal, mas, ao olhar para ele, não conseguia deixar de pensar no que o rapaz levava dentro da calça e em como sua mulher o havia imitado horas antes.

— Se comportem — disse ela com um sorriso recatado e angelical, despedindo-se deles na porta.

Os dois homens seguiram em direção ao bar, deixando-a sozinha com suas fantasias, enquanto Rubén se preparava para passar a tarde com o dono da imagem que havia mudado seu casamento para sempre.

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