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Relatos Ardientes

O single anônimo do Twitter era amigo do nosso filho

Se me dissessem dez anos atrás que, aos quarenta e oito, eu estaria administrando uma conta no Twitter com milhares de seguidores tarados, eu teria rido na cara de quem me dissesse isso. Mas aqui estou: um cara com o próprio negócio, um filho na universidade e uma barriga de cinquentão que meus seguidores já reconhecem como minha marca pessoal. Carolina, minha mulher, fez cinquenta há alguns meses e sempre foi uma beleza daquelas que não precisam de filtro: pele cor de canela, curvas de verdade, peitos grandes de mamilo escuro e uma bunda pesada que se mexe sozinha quando ela anda, com aquele ar de senhora respeitável que, nas redes, enlouquece os que se masturbam atrás de uma tela.

Começamos com fotos discretas, depois com lingerie, e terminamos afundados até o pescoço no ambiente swinger. Mas Carolina tinha uma regra de ouro: nada de singles. “São imprevisíveis, Mauricio”, ela me repetia toda vez que aparecia um perfil interessante. E eu obedeci durante anos, até surgir single91.

Era um perfil sem rosto. Só um corpo: braços fortes, pele branca, jovem, e uma tatuagem que deixava minha mulher louca. Uma mariposa com uma caveira no abdômen, logo abaixo do umbigo. Carolina passava horas olhando aquilo, ampliava a imagem, mordia o lábio enquanto imaginava lambê-lo, descendo a língua por aquela linha de pelos até a rola que dava para adivinhar sob o boxer. Muitas noites eu a acordava com a mão enfiada entre as coxas, a boceta encharcada, gemendo dormindo o nome da tatuagem. O que nenhum dos dois imaginou é que esse mesmo corpo tinha estado no quarto ao lado, jogando videogame com nosso filho, durante anos.

***

Descobrimos num sábado de fevereiro, no fim da tarde. Eu estava na rede da varanda com uma cerveja gelada e o celular aberto no Twitter. Vi meu filho chegar com Damián, os dois suados depois de uma partida na faculdade, se empurrando e rindo como quando tinham quinze anos. Entraram na sala onde Carolina organizava uns papéis, com aquela naturalidade dela de mulher de casa que contrastava tanto com o perfil que mostrava online.

—Tia, que calor da porra... não aguento mais —disse Damián, com aquela intimidade de quase sobrinho que já tinha depois de tantas tardes na minha casa.

E, sem pensar, puxou a camiseta pela cabeça e a arrancou de uma vez.

Ali o tempo parou.

Não só para mim. Carolina levantou os olhos ao mesmo tempo e eu quase deixei a garrafa cair. Com a luz batendo de lado, o torso de Damián era uma cópia exata das fotos proibidas que ela guardava no celular. A mariposa, a caveira, o recorte em V do abdômen. Tudo idêntico ao corpo do single que mandava mensagens enquanto nosso filho dormia a três quartos de distância.

Olhei para Carolina. Ela estava pálida e, um segundo depois, ficou vermelha de uma vez. Os olhos continuavam presos naquele abdômen, o mesmo que ela tinha ampliado na tela na noite anterior enquanto acariciava o clitóris sentada na beira da nossa cama, com dois dedos enfiados na boceta.

—Tá tudo bem, tia? —perguntou Damián, estranho com nosso silêncio.

—Sim... sim, filho. Não sabia que você tinha tantas tatuagens —ela conseguiu dizer, com a voz um tom acima do normal.

Eu me afundei no sofá. O single que escrevia safadezas para minha mulher no DM, o que me pedia permissão para comê-la, era o mesmo garoto que vinha almoçar na minha mesa aos domingos.

Damián sorriu com aquela cara de bom moço que agora me parecia uma provocação e subiu a escada atrás do meu filho. Assim que desapareceram, Carolina me olhou com uma mistura de terror e tesão que não conseguia esconder.

—Mauricio... é ele —sussurrou, quase sem fôlego—. Damián é o single91. Estou com a boceta encharcada, olha minha calcinha.

Ela ergueu a saia por um segundo. O tecido claro tinha uma mancha escura do tamanho de uma moeda.

***

Aquela noite o ar da casa queimava. Damián ficou para o jantar. Estava ali, com uma camiseta limpa que deixava adivinhar os peitorais, rindo com meu filho. Carolina nem conseguia olhá-lo de frente; beliscava o arroz e acompanhava de relance os braços do rapaz.

Eu, já bastante excitado pelo morbo, peguei o celular por baixo da mesa. Precisava confirmar de vez. Abri o DM e escrevi:

—“Minha mulher quer lamber a mariposa que você tem perto do umbigo e depois descer seu boxer com os dentes. Ela não sabe que estou te escrevendo agora mesmo”.

Enviei. Um segundo depois, o celular de Damián vibrou sobre a mesa.

O garoto ficou mudo no meio de uma frase. Abriu os olhos arregalados e agarrou o telefone como se a vida dependesse disso. Vi ele engolir em seco enquanto lia.

—Aconteceu alguma coisa, Damián? Você ficou vermelho —disse Carolina, com uma malícia que me esquentou até os ossos.

—Não, tia... uma garota que me escreveu —respondeu ele, com os dedos voando pela tela.

Meu celular vibrou no colo:

—“Uff, isso me deixa louco. Estou jantando com uns amigos, mas só consigo pensar em como a boceta dela ficaria aberta debaixo de mim, em enfiar minha rola até o fundo e gozar dentro”.

Olhei fixo para ele. Não suspeitava nem de longe que o homem robusto que lhe passava a jarra de suco era o mesmo que lia suas fantasias mais sujas. Debaixo da mesa, Carolina cravou a mão na minha coxa. Subiu devagar até agarrar minha rola por cima da calça. Já estava dura, dura como não ficava havia anos.

***

Nessa noite, quando enfim ficamos sozinhos, Carolina não me deu trégua. Trancou a porta do quarto, arrancou a roupa de uma vez e se jogou na cama com as pernas abertas, sem nem esperar eu terminar de me despir. Enfiou três dedos na boceta encharcada e começou a se masturbar olhando para mim.

—Vem, Mauricio, me come pensando nele —ofegou—. Me mete enquanto eu imagino a rola jovem dele me partindo ao meio.

Subi em cima e a penetrei de uma vez. Estava tão molhada que nem fez barulho, só um chapinhar obsceno. Carolina cravou os calcanhares na minha bunda e empurrou para tê-la mais fundo.

—Me diz como ele é —gemia—. Me diz que é maior que a sua, que vai me encher todinha.

—É enorme, meu amor —respondi, metendo forte—. Vi o volume marcado na calça dele. Amanhã eu mesmo vou pôr na sua boca.

Ela gozou gritando contra o travesseiro poucos minutos depois, com a boceta mordendo minha rola em espasmos. Eu me veio dentro com a cabeça explodindo de tesão. Mas nós dois sabíamos que aquilo tinha sido só um aperitivo. Ficamos com vontade de verdade, esperando o dia seguinte.

***

No dia seguinte, assim que meu filho foi para a faculdade, decidi que o jogo de sombras tinha acabado. Chamei Damián ao nosso quarto com a desculpa de mover a cama.

—Já que você é jovem e forte, me ajuda —disse, tirando a camisa por causa do calor—. Com esse físico, deve deixar todas loucas. Ou você prefere mulheres experientes?

Damián riu, meio nervoso.

—Pra ser sincero, tio... uma mulher madura que sabe o que quer é o melhor. Que sabe chupar direito e não fica fazendo doce quando você puxa pelo cabelo.

Era a hora. Peguei o celular e mostrei a foto do corpo dele, a mesma que ele mesmo tinha nos enviado em privado duas noites antes.

—Não é só o melhor, Damián. Carolina e eu passamos semanas imaginando como você ficaria com a rola metida entre as pernas dela.

A cor sumiu do rosto dele. Ficou paralisado, olhando a tela e depois minha cara.

—Tio... eu... eu não sabia... desculpa... —gaguejou, recuando meio passo.

—Calma, garoto. Se a gente não gostasse, você não estaria aqui —disse, pondo a mão em seu ombro—. Neste quarto eu não sou o pai do seu amigo. Sou o dono da mulher que te deixa louco. Você quer comer ela de verdade ou se arrependeu?

Damián engoliu em seco, endireitou as costas e respondeu com a voz rouca.

—Quero, tio. Quero comer ela até arrebentar.

—Então tira a roupa.

***

Ele obedeceu rápido, como se já esperasse por aquela ordem há anos. Tirou camiseta e calça e ficou de boxer no meio do quarto. O contraste era brutal: o corpo seco e tatuado dele diante da minha robustez de homem maduro. O boxer subia na virilha como uma barraca, com uma mancha úmida na ponta onde o pré-gozo já aparecia. Eu o fiz sentar na beira da cama, de costas para a porta, e chamei Carolina.

Quando ela entrou e viu Damián ali, quase nu, levou as mãos ao rosto e soltou um gemido de puro choque.

—Não tem mais tela, meu amor —disse eu—. Aqui está o seu single. Toca na mariposa que você tanto queria ver. Depois baixa o boxer dele e chupa como ele te pediu por DM.

Carolina se aproximou como em transe. O robe foi caindo dos ombros até ficar nua: os peitos pesados de mãe, caídos, os mamilos escuros já eriçados como duas pedras, o ventre macio e os pelos do púbis aparados num triângulo estreito. As mãos trêmulas dela percorreram os peitorais do rapaz, desceram pelos abdominais, contornaram a mariposa com a ponta do dedo e seguiram até o elástico do boxer. Damián fechava os olhos e tremia a cada toque.

—Olha pra mim, Damián —ordenei, com voz firme—. Olha pra mim enquanto ela abaixa sua cueca. Se os mensagens eram verdade, hoje você vai aprender o que é comer uma mulher de verdade.

Ele cravou os olhos nos meus, carregados de luxúria, enquanto Carolina o libertava devagar. O volume virou um pedaço de carne tão grosso que minha mulher fez uma cara de espanto que eu nunca tinha visto nela. Era maior que o meu, grosso como um punho na base, com veias inchadas subindo pelo tronco e a glande rosada brilhando de pré-gozo. Ela o segurou com as duas mãos, pesou-o, soltou uma risadinha nervosa.

—É um monstro, Mauricio... não vai entrar em mim —sussurrou.

—Vai entrar todinho —respondi—. Põe na boca. Agora.

Carolina se ajoelhou no tapete. Passou a língua por toda a extensão da rola, do saco até a ponta, devagar, como saboreando um sorvete. Depois lambeu os ovos, um por um, chupando-os com a boca aberta. Damián gemeu pela primeira vez em voz alta, um gemido quebrado que saiu do peito. Ela o olhou de baixo, com os olhos brilhando, abriu a boca o máximo que pôde e o engoliu de uma vez até a metade.

Os sons que começou a fazer eram obscenos. Chupava com as duas mãos apertadas na base, girando o punho, enquanto a língua trabalhava o freio. Toda vez que chegava à garganta, escapava um gluglu molhado e um fio de saliva descia pelo queixo. Damián agarrou a cabeça dela com as duas mãos e começou a marcar o ritmo, empurrando o rosto dela contra o púbis.

—Assim, tia... assim, não para... —ofegava.

Carolina engasgou, as lágrimas escorreram pela maquiagem, mas ela não tirou. Pelo contrário, pegou os ovos dele com a mão, massageou, e desceu mais fundo até enfiar o nariz nos pelos. Cravava as unhas nas coxas dele para não perder o equilíbrio. Eu me aproximei e agarrei um peito dela por trás, beliscando o mamilo com força.

—Olha como sua tia chupa, garoto. Nunca ela me chupou assim.

Ao ver Carolina afundada naquela rola, soube que, daquele instante em diante, o amigo do meu filho tinha se tornado nosso brinquedo. E eu não ia perder um segundo sequer.

***

Ela tirou a boca com um ruído de sucção escandaloso e se pôs de pé. Agarrou o rosto dele e o beijou, enfiando a língua até o fundo, deixando-o provar o gosto da própria rola. Damián respondeu com a mesma violência. Puxou o cabelo dela com uma mão e, com a outra, apertou a mandíbula para devorar a boca dela. O som das línguas se chocando, úmido e desesperado, encheu o quarto. Carolina cravou as unhas nas costas dele até deixar marcas vermelhas.

—Assim, Damián, assim... —ofegou quando ele desceu para morder seu pescoço e chupar seus peitos—. Morde eles, chupa eles como um moleque faminto.

Ele devorou um mamilo, depois o outro, puxando com os dentes até fazê-la gemer de dor e prazer ao mesmo tempo. Desceu uma mão até a boceta e enfiou dois dedos de uma vez. Carolina soltou um grito e encharcou os dedos dele num segundo.

—Você tá pingando, tia... —rosnou ele, tirando os dedos brilhantes e enfiando-os na boca de Carolina—. Chupa eles. Chupa o que é seu.

Ela chupou os dedos como se fossem outra rola. Damián não aguentou mais. Sem preliminares, a empurrou contra o colchão. A cama rangeu quando ele se posicionou entre as pernas dela. Carolina as abriu de par em par, sem pudor, segurou as coxas por trás dos joelhos e se abriu para ele com os dedos.

—Me mete, meu amor, me mete todinha...

Damián segurou a própria rola, esfregou-a nos lábios da boceta, passou-a pelo clitóris várias vezes para ela se contorcer, e quando a viu implorando, mergulhou de uma vez. Carolina soltou um grito longo que fez meu peito vibrar.

—Deus, que tamanho, caralho... você tá me partindo... —disse ela entre dentes.

Cheguei nu a poucos centímetros do ponto de união, ainda sem me tocar. Queria ouvir o choque da carne, ver a rola do garoto entrar e sair coberta pelos líquidos da minha mulher, ver como os lábios da boceta de Carolina se agarravam ao tronco a cada retirada. Os peitos dela quicavam a cada investida até bater no rosto dele. Damián esqueceu que eu estava ali; os olhos dele continuavam presos aos dela enquanto a arrebentava com uma força que a fazia agarrar os lençóis e arrancá-los do colchão.

—Mais forte, garoto... mais forte, me dá tudo... —ela implorava.

Damián ergueu as pernas dela, colocou-as sobre os ombros e a dobrou ao meio. A rola entrava agora tão fundo que, a cada golpe, Carolina soltava um uivo gutural. A cabeceira da cama batia na parede num ritmo cada vez mais rápido. A ouvi gozar pela primeira vez ali, com os olhos virando e um jorro de fluido que encharcou o púbis de Damián.

—Uh, uh, UH... eu vou gozar... vou gozaaaar...

Ele não parou. Virou-a de quatro de uma vez, colocou a bunda levantada e o rosto contra o travesseiro. Agarrou as ancas e deu uma palmada seca que deixou a marca dos dedos na pele cor de canela. Depois outra na outra nádega. Montou por trás e enfiou a rola até os ovos, puxando o cabelo dela como se fosse uma rédea.

—Olha pra seu marido, tia. Olha pra ele enquanto eu te como. Diz pra ele que você é minha.

Carolina abriu os olhos, me procurou e cravou em mim um olhar de puta solta.

—Sou dele, Mauricio... olha como seu sobrinho me come... olha como ele me mete... —balbuciava entre gemidos.

Depois ele a virou de novo, se recostou de barriga para cima, a sentou sobre a rola e deixou que ela comandasse. Carolina o montou como eu nunca a tinha visto me montar, com as mãos apoiadas no peito tatuado do garoto, subindo e descendo a bunda com uma fúria que me deixou sem ar. As ancas giravam em círculos, os peitos sacudiam e ela cravava o olhar nele como se quisesse mostrar quem era a dona da cama. Cada descida terminava com um golpe seco das nádegas contra as coxas do rapaz. Damián agarrou a bunda dela com as duas mãos, abriu-a e começou a rebotá-la sobre seu pau.

***

O cheiro de sexo no quarto podia ser mastigado. Eu estava sentado na poltrona do canto, me masturbando devagar, vendo como o garoto que jogava videogame com meu filho arrebentava as costas da minha mulher. Ficaram assim um bom tempo, trocando de posição sem parar de se olhar. Ela gozou mais duas vezes sobre ele, cada vez escorrendo mais, até que Damián a colocou de costas outra vez, abriu suas pernas e se entregou ao castigo final. Agarrou os tornozelos, abriu-os em cruz e começou a meter com um ritmo tão brutal que a cama inteira se movia do chão.

—Isso, dá tudo, goza dentro dela! —rosnei, já perto de gozar.

Damián soltou um rugido animal. Os tendões do pescoço se esticaram. Justo antes de descarregar, saiu de uma vez, agarrou a base e disparou jatos densos sobre o rosto de Carolina. Caíram na testa, nas bochechas, nos lábios, nos mamilos. Foram cinco, seis jatos grossos, como se ele tivesse acumulado aquilo por anos. Ela colocou a língua para receber os últimos, com os olhos fechados, enquanto eu gozava com uma intensidade brutal sobre a minha própria mão, salpicando a barriga.

Os três ficamos em silêncio por alguns segundos, com a respiração quebrada e o ventilador chiando lá em cima. Carolina sorriu com a cara ainda manchada e passou um dedo pela bochecha para levar o sêmen à boca. Lambeu devagar, olhando para nós dois.

—Mauricio... —ofegou, me olhando—. Vem e bate nela. Me limpa a boceta com sua rola. Esse garoto me deixou destruída.

Não precisei que dissesse duas vezes. A coloquei de quatro diante de Damián e me enterrei nela de uma vez. Estava tão aberta e encharcada dos próprios sucos que quase nem senti. Mas depois de alguns minutos, o calor dela e o tesão de saber que outro homem acabara de comê-la me deixaram duro como pedra. Comecei a martelá-la com força. O garoto, ao nos ver assim, endureceu de novo em segundos. Carolina esticou a mão, agarrou a base dele e o puxou para a boca. Enquanto eu a metia por trás, ela chupava o amigo do filho pela frente.

O quarto virou um caos de gemidos, sucção e carne batendo em carne. Cada empurrão meu a fazia engolir ainda mais fundo a rola de Damián. Ele agarrou as orelhas dela e começou a foder a garganta enquanto eu fodia a boceta. Nós nos olhávamos por cima do corpo de Carolina como dois machos medindo o ritmo, sincronizando. Quando eu empurrava, ele a puxava para a frente, enfiando até o fundo. Os peitos da minha mulher sacudiam entre nós dois.

—Engole, tia, engole tudo... —ele rosnava.

Quando não aguentei mais, esvaziei tudo o que tinha agarrando-a pelas ancas, metendo três, quatro vezes mais fundo para deixar meu sêmen bem lá dentro. Damián, quase ao mesmo tempo, segurou a cabeça de Carolina com as duas mãos e se descarregou na garganta dela. Escorreu pelas comissuras e pelo queixo, mas ela engoliu o que pôde sem reclamar e lambeu a ponta até a última gota.

Quando a soltei, Carolina desabou de bruços na cama com as pernas ainda abertas. Um fio branco descia da boceta avermelhada até os lençóis. Outro pendia do queixo. Ela sorria como uma doida.

***

Depois veio o banho. Os três espremidos debaixo da água quente, sem espaço para vergonha. Eu ensaboava as costas e a bunda de Carolina enquanto Damián, ainda atordoado, passava a mão pelas coxas dela e enfiava dois dedos na boceta para “limpar” o sêmen misturado que continuava saindo. Ela ofegava apoiada no meu peito, com os mamilos duros contra os azulejos.

—Me limpa direito, garoto —murmurou ela, abrindo um pouco mais as pernas—. Tira tudo o que os dois meteram em mim. Amanhã você vai tomar café com a gente como se nada tivesse acontecido.

Damián se ajoelhou sob o jato e enterrou a língua na boceta dela por trás. Lambia os lábios inchados, chupava o clitóris e ia tirando com a boca o que restava lá dentro. Carolina gemeu apoiando a testa no meu ombro, com os olhos fechados e um sorriso bobo. Eu segurei o rosto dela, levantei-o e a beijei, enfiando a língua em sua boca enquanto o garoto comia sua boceta de joelhos. Soltei uma risada profunda olhando os dois através do vidro embaçado. O amigo do meu filho se perdia de novo entre as curvas da minha mulher, selando um pacto de silêncio que era lavado com água morna e que ia ficar gravado na pele dos três para sempre.

***

Faz quase dois anos desde aquele sábado de fevereiro. Damián virou nosso single fixo. Não perdi mais tempo no Twitter procurando perfis: tenho carne fresca na minha própria casa sempre que precisamos. O melhor de tudo é a linguagem silenciosa que fomos desenvolvendo. Meu filho pode estar no sofá vendo um jogo sem fazer a menor ideia de que o cara que come pipoca ao lado dele, há duas horas, gozou dentro da mãe dele.

Algumas semanas, quando viajo a trabalho, Carolina recebe Damián em casa e me manda fotos e vídeos no celular. Eu abro na minha sala, com o volume no mínimo, a porta trancada e a rola já fora da calça: vídeos curtos em que ela está encostada na mesa de jantar, a mesma em que tomamos café da manhã em família, com a saia erguida até a cintura, a calcinha pendurada num tornozelo e o rapaz enterrado entre as pernas, comendo ela por trás. Dá para ver a bunda de Carolina batendo contra as coxas dele, os peitos caindo sobre a toalha, o rosto esmagado contra a madeira com a boca aberta de prazer.

—“Olha como eu tô com ela, tio” —sussurra Damián para a câmera, com a voz quebrada, mostrando como a rola inteira entra e sai brilhando da boceta da minha mulher—. “Vou encher a boceta dela de leite. Vem logo limpar ela”.

Outros vídeos são ela chupando-o sentada no nosso sofá, com os olhos cravados na câmera, a língua para fora e a ponta da rola do garoto apoiada nela. Ou ela deitada de costas na nossa cama, com as pernas abertas, me mostrando como o sêmen escorre da boceta depois que ele gozou dentro.

Outras vezes é Carolina que pede o encontro. Chama Damián com qualquer desculpa —consertar o ventilador, ajudar com uma caixa— e, dez minutos depois, os dois se trancam no escritório. Às vezes eu chego antes da hora, escuto do corredor —o bater da escrivaninha contra a parede, os gemidos abafados da minha mulher, os rosnados do garoto pedindo para ela chupar seus ovos— e me sento na poltrona esperando minha vez, de rola para fora, enquanto eles terminam.

É uma vida dupla, suja e perfeita. Damián nos pertence. É o motor que mantém Carolina vibrando, com a boceta sempre pronta, e o espelho no qual vejo quanto poder ainda me resta aos cinquenta. Meu filho continua sem desconfiar de absolutamente nada. Para ele, Damián é seu melhor amigo, o cara leal que está sempre em casa para jogar videogame, estudar ou dormir aqui no fim de semana. O que ele não sabe é que, quando o rapaz dorme aqui, muitas vezes entra no nosso quarto de madrugada, come a mãe dele com a boca tapada para ela não gritar, goza dentro dela e volta para o quarto antes do amanhecer, enquanto eu observo do outro lado da cama com a rola na mão.

Às vezes, quando os vejo juntos na sala, Damián me lança um olhar rápido, de cumplicidade, que só nós entendemos. Eu devolvo com um gesto sério, mantendo meu papel de tio respeitável. Meu filho brinca dizendo que Damián é “quase da família”, e não faz ideia de quanta razão ele tem.

Quando fecho a porta do quarto à noite e vejo Carolina recostada, me esperando com aquele sorriso de mulher satisfeita —muitas vezes com a boceta ainda morna da última descarga do garoto—, fico com a sensação de ter encontrado o equilíbrio perfeito. Minha família está unida, minha mulher está radiante e meu single de confiança está sempre pronto para a próxima lição.

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