O acordo do amo na noite anterior à viagem
Âmbar havia aceitado as regras do amo: nada de prazer até voltarem da viagem. O que ele não sabia era qual das duas mulheres tinha a última palavra.
Âmbar havia aceitado as regras do amo: nada de prazer até voltarem da viagem. O que ele não sabia era qual das duas mulheres tinha a última palavra.
Todo Natal escondíamos nosso segredo sob roupas recatadas. Este ano, abri a porta com minha mulher ajoelhada e amarrada na sala, esperando os convidados.
A mensagem tinha três linhas: «Em trinta minutos. Tire a roupa antes de entrar». E a comandante mais temida da central soube que voltaria a ser só dele.
Quando entrei naquele sótão com as cordas pendendo das vigas, entendi que aquela noite não me pertenceria.
Ela guardou o cartão por semanas, repetindo que jamais iria. Numa sexta-feira, sem saber por quê, vestiu seu melhor vestido e atravessou aquela porta.
Adrián acordou amarrado à maca da enfermaria, com os testículos inchados e três mulheres decidindo quanta dor ele merecia naquela noite.
Ela me algemou de sunga por uma falsa acusação, mas ao me apertar para me fazer confessar descobriu que eu não tinha medo de dor. E ela precisava de alguém assim.
Cruzei a porta do hotel sabendo que naquela noite deixaria de ser eu. Três estranhos me esperavam com uma taça servida e nenhuma intenção de me tratar com cuidado.
Posicionou-se com as pernas abertas e as mãos nas costas, tremendo. Passara meses sonhando com aquele instante, e ela ainda nem sequer o tinha olhado.
Dirigi até uma caverna perdida para me algemar sozinha durante o fim de semana. O que eu não calculei foi que alguém encontraria as chaves antes de mim.
Quando a porta voltou a se abrir, Rubén entendeu que a noite anterior tinha sido só o começo do que aquelas mulheres pretendiam fazer com ele.
A professora passou um dedo por seu decote e sussurrou em seu ouvido que abrisse as pernas. Nerea obedeceu antes de entender que já não havia volta.
Meu marido cochilava enquanto eu caminhava pela areia procurando os três homens que eu vinha imaginando havia dois dias. Eu não pensava voltar sem eles.
A garçonete tinha me observado durante todo o jantar. O que eu não imaginava era que ela e os colegas nos esperavam no escuro entre as árvores da praia.
Pedimos a massagem juntos para não nos separar. O que não sabíamos era que aquelas quatro mãos extras vinham dispostas a ficar até o amanhecer.
Carmen havia planejado tudo: as duchas do porão, os casais nervosos e uma única regra, que ninguém ficasse olhando de fora.
Desci as escadas vestida para lhes servir drinks, mas todos naquela sala sabiam que o verdadeiro prêmio da partida não estava sobre a mesa, e sim entre as mãos deles.
Subi o vestido degrau por degrau enquanto eles me seguiam pela escada. Quando chegamos ao meu quarto, já não havia nada a disfarçar.
Eu sabia que dois desconhecidos me observavam do terraço de cima. O que eu não imaginava era que naquela mesma tarde os teria a eles e à irmã deles na nossa cama.
Disse ao meu namorado que queria ficar com mais homens naquela noite. Ele sorriu, abriu a porta e deixou que entrassem um atrás do outro enquanto eu perdia a conta.