A noite em que meu marido me dividiu no clube
Eu vinha remoendo a ideia havia semanas, mas nada me preparou para o que senti quando as primeiras mãos desconhecidas roçaram minha pele na escuridão.
Eu vinha remoendo a ideia havia semanas, mas nada me preparou para o que senti quando as primeiras mãos desconhecidas roçaram minha pele na escuridão.
Passei anos querendo algo mais forte que um único homem. Naquele fim de semana, na minha casa na serra, trinta deles me esperavam na piscina.
Fiquei uma semana sem ele quando me esperou na saída da aula, me levou a um canto isolado e deixou que três desconhecidos vissem tudo.
Quando a van parou atrás de mim no meio da madrugada, eu soube que aquela noite não terminaria como qualquer outra. E, para minha surpresa, eu não quis que terminasse.
Saímos para tomar sol sem marcas e sem ninguém por perto. O que não imaginávamos era quantos iam acabar em cima de nós antes de voltarmos à água.
Deitadas ao sol depois do que tinha acabado de acontecer, ouvíamos como riam dele por não ter tido coragem. E foi isso que nos fez levantar.
Saíram do clube às duas da manhã. Renata não imaginava que a verdadeira atração daquela noite era transmitida numa tela aos pés da cama.
Ela aceitou segui-la de carro sem saber muito bem por quê. Só sabia que, enquanto vinha atrás dela, algo se acendia dentro do seu corpo.
Nos esquentamos na aula e não aguentamos até chegar em casa. O terreno baldio atrás da faculdade foi o primeiro de muitos lugares onde não devíamos nos tocar.
De todas as que passaram por aquela festa, ela foi a única que eu não provei. Por isso, quando o nome dela apareceu no meu telefone no dia seguinte, eu soube que não ia conseguir negar.
Eu já adestrava submissas pela internet havia anos, mas nunca imaginei que por trás da máscara da minha nova escrava estaria o rosto da mulher da casa da frente.
O pai dela falava no meu ouvido pelo telefone enquanto ela, em silêncio, me baixava a calcinha. Sabíamos que um único gemido podia nos denunciar, e isso tornava tudo melhor.
Subi até o sétimo andar buscando relaxar por uma hora. Não imaginei que a massagista, e depois minha amante, tinham outros planos para mim naquela noite.
Carla não conseguia tirar os olhos dela enquanto treinava. Cada gota de suor nas costas de Daniela acendia algo que ela nunca tinha sentido por outra mulher.
Quando Renata abriu a porta do quarto com o arnês vestido e perguntou se havia lugar para mais uma, eu soube que aquele Natal nenhuma de nós ia esquecer.
Eu estava há três meses sem as mãos dela, sem a boca dela, sem as tetas dela sobre as minhas. Nessa noite, servi uma taça de vinho, me despi e decidi que o prazer não precisava esperar o retorno dela.
Achei que iria guiá-la na primeira experiência, mas foi ela quem tomou o controle e me mostrou até onde meu corpo podia chegar.
Mara cobriu os olhos dela e pediu silêncio. O que sua melhor amiga fez depois com a língua cruzou para sempre a fronteira do que elas eram.
Achei que bastava me despir diante de estranhos para perder a vergonha. Então aquele casal se deitou ao meu lado e me olhou como se já soubesse o que eu ainda não ousava pedir.
Meu marido me entregou para aquele homem e passou a gravar enquanto eu aguentava mais de uma hora com ele dentro de mim. Ele não queria meu sexo: só minha bunda.