A dama que cavalgou nua pela cidade
Marcos era o único homem do povoado que não fechou os olhos. Perfurou a madeira com um prego e encostou o olho. O que viu jamais o abandonou.
Marcos era o único homem do povoado que não fechou os olhos. Perfurou a madeira com um prego e encostou o olho. O que viu jamais o abandonou.
Entrei nu na piscina dos meus sogros às duas da manhã. Dez minutos de silêncio e liberdade. Depois ouvi uma porta se abrir.
Fomos à praia de nudismo para relaxar. O que começou com olhares furtivos terminou com ela gemendo entre desconhecidos enquanto eu não conseguia parar de olhar.
Ela tomou outro gole de vinho, me olhou com aquele sorriso que anuncia confissão, e começou a me contar o que realmente aconteceu naquela noite na casa alugada.
Quando descemos do avião em Ilulissat, não imaginávamos que a hospitalidade inuit incluía deixar a cama aberta para os hóspedes. Essa noite mudou tudo entre nós.
Quando baixei o vidro, Laura já tinha decidido que naquela noite não haveria limites. Os desconhecidos perceberam isso do lado de fora do carro.
Rodrigo me olhou fixo e disse que sim, que eu fizesse isso, mas que queria ver tudo. E eu, que achava que ficaria com vergonha, senti exatamente o contrário.