Meu primeiro patrulhamento acabou em castigo e submissão
Queria brincar de heroína numa noite de chuva, mas quando me cercaram naquele beco percebi que eu tinha provocado algo muito mais perigoso.
Queria brincar de heroína numa noite de chuva, mas quando me cercaram naquele beco percebi que eu tinha provocado algo muito mais perigoso.
Ela saiu em busca de sexo, mas naquele caixa eletrônico encontrou um homem quebrado, sujo e perigoso. O que veio depois foi puro castigo.
Bati na porta sabendo que, desta vez, tinha ido longe demais, e que a mulher que abriria não aceitaria desculpas: só obediência.
Havíamos ensaiado cada gesto, cada palavra, cada limite. O jogo era nosso e só nosso. Até que duas desconhecidas surgiram entre as árvores e mudaram tudo.
Achei que chegar na hora morta me protegeria dos olhares. Não contei com elas entrando para limpar justo quando eu saía do banho.
A mulher que me acorrentou naquele porão não buscava prazer: queria me ensinar, golpe a golpe, que meu corpo já não me pertencia e que sua palavra era a única lei.
Cada vez que eu vadiava, pagava com urtigas, chicotadas e suas botas enlameadas. E o pior era que uma parte de mim já esperava pelo próximo castigo.
Encontrei minha amiga tremendo no banheiro daquela festa. Quando perguntei quem a deixou assim, jamais imaginei que ela dissesse o nome do nosso professor mais temido.
Ela guardou o cartão por semanas, repetindo que jamais iria. Numa sexta-feira, sem saber por quê, vestiu seu melhor vestido e atravessou aquela porta.
Rodeada de vampiros naquele velho matadouro, com a coleira verde apertando meu pescoço, entendi que meu corpo já não me pertencia. Só podia implorar por mais alguns dias.
Ele atravessou muralhas que ninguém vencera para cravar a espada nela. Ela apenas estalou os dedos, e o herói descobriu quem mandava de verdade naquele trono.
Quando a porta voltou a se abrir, Rubén entendeu que a noite anterior tinha sido só o começo do que aquelas mulheres pretendiam fazer com ele.
Ela sabia que aqueles dois homens a desprezariam assim que ela cruzasse a porta, e era exatamente isso que a fazia voltar de novo e de novo em busca de mais.
Eu estava meio nua no carro de um homem que eu não conhecia, em um estacionamento cheio de gente, e ele me disse para relaxar porque meu exame estava só começando.
Trabalho há anos entre mortos e achava que já tinha visto de tudo. Até que aquele homem, deitado na minha mesa de aço, se moveu quando afundei o bisturi em seu peito.
A primeira vez que ela colocou a coleira em mim, eu soube que não havia volta: eu desceria sempre que ela chamasse, pronto para obedecer a qualquer ordem que saísse da boca dela.
«Não estamos fazendo nada, é um pedaço de silicone», ela me disse. Mas a forma como me olhava enquanto abria a caixa dizia exatamente o contrário.
Ele tinha vinte e poucos anos, uma esposa magra nadando lá embaixo e uns olhos famintos que me imploravam sem saber. Naquela tarde, eu lhe ensinei quem manda.
Eu disse que naquela noite não ia sair. Então ele bateu à minha porta com um vestido rosa na mão e aquele sorriso que já sabia de antemão que ia me ganhar.
Me arrastaram para a sala de exame por não respeitar as regras. Não sabiam que era justamente o que eu queria: que alguém enfim decidisse por mim.