O segredo que comparti com meus dois irmãos
Acordei com o corpo em chamas e a mão entre as pernas. Jamais imaginei que naquela manhã minha irmã abriria a porta… nem o que viria depois.
Acordei com o corpo em chamas e a mão entre as pernas. Jamais imaginei que naquela manhã minha irmã abriria a porta… nem o que viria depois.
Quando a porta do escritório rangeu às minhas costas, soube que não estávamos sozinhos e que a mulher escondida na sombra não pensava em ir embora.
Quando o avião tremeu e ela caiu de repente sobre mim, senti os quadris dela se apertarem contra o meu corpo. Nenhum dos dois disse nada, mas algo tinha mudado.
Meu amigo não tirava os olhos dela. Eu fingia me incomodar, mas a verdade é que entendia perfeitamente o que ele sentia ao olhá-la.
Bastou escorregar o salto para fora do calcanhar para ele parar de olhar nos meus olhos. E eu descobri quanta força cabia na ponta de um pé.
Eu não conseguia parar de olhar para as botas dela. Quando me pegou, em vez de se afastar, perguntou se eu era do tipo que morre de vontade de beijar solas.
Despertei nua entre os dois, o corpo moído da noite anterior, e soube pelo roçar daquela régua verde nas minhas costas que ainda não tinham terminado comigo.
Quando desci suas malas e ela se abaixou diante de mim sem o menor pudor, soube que aqueles dias sob meu teto não terminariam como eu imaginava.
Eu disse que ela já podia tomar banho sozinha. Ela baixou a cabeça e sussurrou que ainda estava com medo. Eu não imaginava até onde aquele banho iria levá-los.
Quando desci descalça para a cozinha às três da manhã, meu filho já estava lá sem camisa, me olhando como um homem, não como um menino, e eu soube que aquela noite eu cederia.
Quando elas chegaram ao prédio, minha vida cinzenta encontrou um foco. O que eu não esperava era que esse foco acabaria me consumindo por inteiro.
Quando me disseram que eu era sua propriedade, pensei que fosse uma ameaça vazia. Mas quando Celestina apareceu com a chibata na mão, entendi que não havia volta.
Ouvi ele estacionar na entrada e não me cobri. Abri as pernas no sofá, afastei a calcinha para o lado e comecei a me tocar antes que ele entrasse.
Quando voltei do banheiro com a peça dela guardada no bolso, não imaginava que ela me esperaria naquela mesma tarde com um trato que mudaria tudo.
Estávamos sozinhos em casa havia um mês quando ela se ofereceu para me examinar depois da pancada. Nunca imaginei que minha mãe se ajoelharia entre minhas pernas.
Sob a luz dourada da fazenda, ela sorria enquanto contava o dinheiro. Não imaginava que a próxima coleira de couro preto era para o próprio pescoço.
Depois de Marcos, Rodrigo quis ir mais longe: me levar a uma loja e deixar que um desconhecido me apalpasse. Só havia uma regra: ele fingiria não ver.
Vivíamos no mesmo apartamento, nus, sem poder nos tocar. Ele me olhava como se fosse me devorar. Um mês de abstinência antes de ele merecê-la.
Ela não tinha cometido nenhuma falta, e ele quis vê-la de joelhos com o pano na mão. Ela obedeceria, porque era isso que escolhera ser para ele.