A lição que Renata, a madura, reservou para eles naquela noite
Havia semanas que Renata pensava nos dois: o entregador tímido e o fisioterapeuta sério. Naquela noite, convocou-os juntos para ensinar algo que nenhum ousava pedir.
Havia semanas que Renata pensava nos dois: o entregador tímido e o fisioterapeuta sério. Naquela noite, convocou-os juntos para ensinar algo que nenhum ousava pedir.
Meu namorado achava que eu não teria coragem. Apostou que eu só deixaria o jardineiro excitado pela janela, mas naquela tarde ele acabou ajoelhado diante de mim.
Quando ela me pediu ajuda com a máquina de lavar, não imaginei que acabaria olhando para ela sem disfarçar. Uma mulher assim não devia ficar sozinha com tanta frequência.
Eu estava há apenas um mês na empresa quando minha diretora pôs a mão na minha coxa e me ordenou que subisse para tomar alguma coisa. Eu não pensava em desobedecê-la.
Havia seis meses agarrada a uma lembrança e às minhas noites solitárias. Na sexta, tirei a calcinha numa área de descanso e dirigi o restante do caminho tremendo.
Nunca imaginei que a mulher elegante e serena que me criou escondesse, às duas da manhã, outra completamente diferente sobre o sofá da sala.
Ela era quinze anos mais velha que eu, tinha um conversível vermelho e uma ideia muito clara do que queria naquela noite. Eu só precisava obedecer e aproveitar.
Estávamos sozinhos naquela sesta de março, ela ainda com o uniforme. Não sei como passamos de fazer cócegas no sofá para outra coisa.
Carmen apareceu na minha janela como se estivesse esperando por aquele momento. Não foi embora. Mandou que eu descesse. O que aconteceu depois não era o que nenhum dos dois imaginava.
O rapaz chegou com a maca debaixo do braço, e ela já tinha tomado duas taças de vinho. O que aconteceu foi muito mais que uma massagem nas costas.
Eu usava o vestido justo da minha colega de quarto quando um taxista parou para me pedir serviço. Nunca imaginei que eu fosse gostar tanto.
Ela tinha 59 anos, era loira, com curvas que não pediam desculpas. Eu era o sobrinho favorito, e passava dias olhando de lado sem conseguir evitar.
Sempre fui invisível, a garota de óculos que ninguém notava. Naquele dia no mercado, quando as laranjas rolaram, tudo mudou de uma vez.
Sempre ignorei os olhares e os comentários dele. Até que abri por engano a conversa com a esposa dele e li, palavra por palavra, tudo o que ela pensava de mim.
Ela era famosa, perfeita e tinha cinquenta e poucos anos. Eu era o atacante do momento. Nessa noite subi à suíte dela e descobri o que é jogar fora da sua liga.
Quando discou o ramal da manutenção pela segunda vez naquela noite, ela já sabia que não era para pedir que ele limpasse nada.