Minha mulher me dominou na masmorra da sex shop
Estávamos há um mês sem ousar mais nada, até ela escolher outro filme de dominação e me perguntar, com aquele sorriso, se eu queria fazer de verdade.
Estávamos há um mês sem ousar mais nada, até ela escolher outro filme de dominação e me perguntar, com aquele sorriso, se eu queria fazer de verdade.
No começo eu só olhava pela fresta: homens nus, amarrados, implorando por mais castigo à mulher que ria sobre eles. Até que ela me estendeu a mão.
Quando o velho Aníbal ficou de pau duro na banheira e soltou seu comentário de sempre, soube que tinha chegado a hora de aplicar o conselho de Rosa.
À uma da madrugada, ela tirou os saltos para provocar, como sempre. Não sabia que naquela noite alguém transformaria seu capricho em ordem.
Assim que a reunião fica mais descontraída e ninguém está olhando, escapo para o banheiro. Sei exatamente o que vou encontrar no cesto e sei perfeitamente o que vou fazer com aquilo.
Ela foi expulsa da mansão por pedir demais. Perdida na noite, o fedor de um caminhão de lixo a fez sorrir: enfim alguém falaria sua língua.
Ordenei que ele ficasse de joelhos e não se movesse. O que veio depois lhe ensinou que, comigo, obedecer não é uma opção: é a única regra que existe.
Ele sabia que ia perder antes de começar. Mas se render de cara não lhe dava nada: o prazer estava em resistir, em obrigar o outro a arrancar a vitória a dentadas sob a lua cheia.
Quando ela se ajoelhou no chuveiro e me olhou com aquele sorriso, eu soube que não havia mais volta: a fantasia dela e a minha estavam prestes a cruzar uma linha.
Começou como um jogo com fantasia e botas altas, mas terminou comigo de joelhos às três da madrugada, incapaz de saciar o que ele despertou em mim.
A mensagem chegou ao entardecer: apresente-se às 13:45, vestido preto, sem joias, sem bolsa. O resto, você obedecerá. Era a única moeda que me restava.
Ela sempre foi a forte, a que cuidava de todos. Numa tarde chuvosa, um desconhecido mandou que ela entrasse no carro — e ela obedeceu.
Entrei no carro com cada peça escolhida por ele e soube que naquela tarde meu único trabalho seria obedecer enquanto as pessoas passavam sem desconfiar de nada.
Ela a chamou de “gatinha” com a mesma voz de vinte anos atrás, e Helena soube que o cheque da demissão jamais sairia daquela gaveta. A dívida seria cobrada com seu corpo.
Conectamos durante semanas por uma tela, mas e se, ao vivo, não sobrar nada daquela faísca? Então o vi cruzar o bar e meu corpo respondeu antes da minha cabeça.
Apoiado na bancada, ele e a moça acharam que a casa estava vazia. Não contavam que ela voltaria antes da hora, nem com o que guardava para quem ousasse enganá-la.
Ela cruzou as pernas devagar para que ele notasse a renda preta sob o vestido. Naquela noite, não seria ele quem mandaria, embora ainda não desconfiasse.
Recebi o pacote numa terça-feira sem aviso prévio. Dentro, três biquínis que ele escolheu sozinho. A nota dizia: «Experimente-os esta tarde. Duas fotos de cada um. Não improvise os ângulos.»
O cartaz prometia resultados garantidos. Não dizia que incluiriam amarras, descargas e um ano trancada sem poder sair. Mesmo assim, assinei.
Eu tirei o salto devagar, sem desviar os olhos dele, e comecei a subir pela sua perna. Queria ver exatamente quando ele deixaria de fingir que tudo era normal.