Pedi ao meu marido um encontro sem limites
Naquela tarde, eu não queria só um encontro: queria que alguém me levasse além do que eu mesma acreditava suportar, enquanto meu marido observava sem mover um dedo.
Naquela tarde, eu não queria só um encontro: queria que alguém me levasse além do que eu mesma acreditava suportar, enquanto meu marido observava sem mover um dedo.
Assim que atravessei a porta ele me mandou me preparar, e eu soube que, por dois meses, deixaria de ser mulher para me tornar sua égua mais obediente.
Acordei amarrado no banco de couro, nu e amordaçado, e entendi que a sessão não era para me curar: era para elas se divertirem comigo.
Durante anos me exibi na janela sem que ninguém importasse, até a noite em que atravessei a rua descalça para me ajoelhar diante do único homem que se atreveu a me olhar de verdade.
Llevava três meses cuidando desse trabalho como ouro. Nessa manhã, sozinha com ele antes de abrir, descobri o quanto eu gostava que me mandassem.
Ela as deixou dobradas sobre a pia, ainda com o cheiro dela, e um bilhete: «Hoje você usa elas». Eu soube que a tarde seria longa.
Ele voltou a me bloquear de tudo e reapareceu com uma namorada «decente». Erro grave: ninguém tira o brinquedo de uma mulher como eu sem pagar caro.
Toda noite ela me pedia algo novo pelas grades da janela, e eu era incapaz de dizer não, mesmo que isso significasse mexer no cesto de roupa suja da minha própria mãe.
Abri a porta errada e a encontrei diante do espelho, com dois dedos onde não deveriam estar. Ela não gritou. Sorriu como quem acabara de escolher sua presa.
A primeira vez que entrei no escritório dele, pensei que ia negociar um empréstimo. Saí com as instruções dele gravadas na pele e a certeza de que já não mandava no meu próprio desejo.
Mandei duas fotos escondida no banheiro para provocá-lo. A resposta dele não foi um elogio: foi uma ordem para eu abrir a gaveta que sempre mantinha trancada.
Ele mandou que eu me masturbasse diante dele enquanto fumava na poltrona. O que nenhum dos dois esperava era como aquela tarde de brincadeiras terminaria.
Todas as manhãs ela entrava no prédio sabendo que, em suas mãos, estava o destino de cada homem que atravessava aquela porta. E ela adorava.
«Não se mexa daí», ela me ordenou em voz baixa, apertando o calcanhar contra mim. E eu, um desconhecido, obedeci sem pensar duas vezes.
Nunca falamos, nunca discutimos. Ele gozava dentro dela e virava a cabeça para mim. Isso bastava para eu saber o que vinha depois.
Quando ele pediu que ela esfregasse o chão de joelhos, ela não tinha falhado em nada. Essa era a prova: obedecer sem castigo e mostrar que a mão dele era a única medida.
Enquanto ele afundava em whiskies, me confessou sua fantasia mais obscura. Não imaginava o que estava pedindo até eu chegar em casa com a prova gravada.
Quando o ar voltou aos meus pulmões e ele ligou a câmera vermelha, soube que aquela noite de dominação estava só começando e eu já não podia recuar.
Dois corpos quebrados e gratos, duas coleiras de couro preto. Nadia achava que era a caçadora. Até o comprador abrir a maleta.
A rainha ordenou que o hidratassem, mas Sofia esvaziou o cálice sobre o próprio pé. Ele lambeu cada gota do peito do pé, tremendo de sede e humilhação.