O primeiro castigo que seu novo Amo a deixou escolher
Três faltas, três castigos. Pela primeira vez, alguém a obrigava a decidir qual sofreria: o mais difícil não era a dor, mas ter de escolhê-la.
Três faltas, três castigos. Pela primeira vez, alguém a obrigava a decidir qual sofreria: o mais difícil não era a dor, mas ter de escolhê-la.
Entrei no seu quarto sem avisar, com a voz baixa e a calma de quem já decidiu tudo. Desta vez não havia mensagens pela metade: você ia aprender do jeito mais duro.
Ela trancou a porta do armazém e guardou as chaves no avental. Só então entendi que aquela tarde não terminaria com um sermão.
Quando o namorado saiu batendo a porta, ela ficou de pé na minha cozinha, descalça, esperando eu dizer a primeira palavra da nova vida dela.
Eu guardava esse segredo havia anos. Bastou uma garrafa de vodka e um velho chinelo branco para ela assumir o controle e me pôr de joelhos.
Bastou ela olhar para meus pés nus sobre os ladrilhos frios para entender, antes de mim, no que eu poderia me transformar se ela mandasse.
Desceu as escadas daquele consultório sabendo que não sairia a mesma mulher: três pares de mãos a esperavam para lembrá-la do que ela realmente era.
Achei que passaria uma tarde tranquila no chalé de Renata. Não imaginei que acabaria prendendo a respiração enquanto ela dava ordens a Ximena.
Não deixei você levantar a cara até entender que, enquanto estiver atrás de mim, minha boceta e minha boca pertencem a você, e você fará com elas o que eu mandar.
Quando a luz do banheiro se acendeu de repente, fiquei imóvel, com o biquíni dela na mão e os olhos dela cravados nos meus. Eu soube que, dali em diante, não mandava mais.
Ela colocou os pés nas minhas pernas, mandou que eu desamarrasse as tiras das sandálias e, com um sorriso nada inocente, disse que aquele seria o preço do seu silêncio.
Tranquei a porta do escritório, abri o vídeo do dia e vi minha mulher mordendo os lábios enquanto ele a abraçava por trás na cozinha.
Com os olhos vendados e as pinças puxando meus seios, deixei de ser a diretora que não se ajoelha diante de ninguém. Lá em cima, eu era só um número entregue às mãos dele.
Pedimos dois quartos de solteiro e dividimos as camas sem pensar. À noite, no nosso quarto, mamãe começou a fazer perguntas que nenhuma mãe deveria fazer.
A filha perfeita de dia, a amante da própria mãe à noite. Aprendi a fingir diante de todos, até minha irmã voltar e eu ter de escolher entre as duas.
Ainda sentia o eco da noite anterior entre as pernas quando entrei no quarto dela. Minha filha dormia com cara de anjo e eu só pensava em repetir.
O espelho me devolvia uma noiva perfeita. Ninguém imaginava o que me obrigariam a fazer no quarto 131 antes de subir no carro dos noivos.
Eu brinquei dizendo que ela dormisse comigo naquela noite. Não imaginava que, depois da meia-noite, a porta do meu quarto se abriria de verdade.
Quando ela tirou o vestido no meio da clareira, com a barriga enorme sob o sol e os três amigos do filho olhando para ela, eu soube que aquela tarde não seria um simples passeio.
Ela amarrou as cordas aos pulsos e avançou para a lama sem saber que alguém a observava da mata, com uma lâmina bem afiada na mão.