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Relatos Ardientes

Minha primeira submissão começou ao sair de uma festa

Eu levara semanas para convencer meus pais a me deixarem ir sozinha àquela festa. Eu já era uma mulher adulta, mas em casa continuavam me olhando como se ainda tivessem de decidir por mim como eu deveria me vestir, com quem sair e a que horas voltar. Naquela noite, vesti o vestido preto que mais discussões havia provocado, curto, justo e atrevido, porque queria me sentir desejável de uma vez por todas, não comportada.

Combinei de encontrar duas amigas ao anoitecer e prometi voltar antes da madrugada. Menti. Nem sequer pensava em cumprir a promessa quando a fiz. Eu tinha outro tipo de fome, uma que vinha subindo pelo peito havia semanas, apertando-me entre as pernas e deixando-me inquieta cada vez que eu me olhava no espelho.

A festa, porém, foi uma decepção desde o começo. Música alta, bebidas mornas, conversas vazias, e minhas amigas logo desapareceram com homens diferentes enquanto eu permanecia sentada numa poltrona com um copo na mão, fingindo que estava me divertindo. A única razão pela qual não fui embora mais cedo era que esperava ver Darío, o homem por quem eu suspirava em silêncio havia meses.

Quando finalmente o vi, ele não vinha na minha direção. Encontrei-o num canto, com uma de minhas amigas colada à parede e a mão dele enfiada sob a saia dela. Ela ria contra a boca dele como se eu não existisse, como se não tivesse ouvido mil vezes o que eu sentia por ele.

Não fiz uma cena. Não chorei. Apenas deixei o copo sobre uma mesa e fui embora sem me despedir.

A noite estava úmida e vazia. Caminhei sem rumo por várias ruas, com os saltos batendo na calçada e a raiva revirando meu estômago. Eu queria ar, silêncio, distância. Queria apagar de uma vez aquela mistura absurda de ciúme, humilhação e desejo.

Foi então que ouvi uma voz atrás de mim.

—Está sobrando fogo?

Virei-me sobressaltada. Havia um homem encostado na fachada de um prédio antigo, fumando com uma calma insolente. Era alto, tinha barba aparada, ombros largos e um olhar fixo que não tentava disfarçar nada. Não parecia bêbado nem perdido. Parecia o dono da rua.

—Não fumo — respondi, seca.

A boca dele se curvou de leve.

—Não foi isso que perguntei. Perguntei se está sobrando alguma coisa.

Não respondi. Continuei andando, mas senti o olhar dele nas minhas costas, pesado, incômodo e estranhamente excitante. Quis me convencer de que aquilo apenas me assustava. Não era verdade. Havia algo mais, algo que me fez apertar as coxas enquanto procurava no celular um ponto de táxi.

—Fica no fim da próxima esquina — ele disse de repente, já muito mais perto.

Virei-me bruscamente.

—Não se aproxime mais.

—Ou o quê?

—Ou eu grito.

Ele deu outro passo, lento, como se quisesse que eu sentisse cada centímetro de seu avanço.

—Então a primeira coisa será fazer você se calar.

Ele me segurou pelo pulso antes que eu pudesse reagir. Não foi um gesto desajeitado nem descontrolado, mas firme, preciso e decidido. Abri a boca para gritar, e a mão dele a cobriu no mesmo instante. O outro braço me agarrou pela cintura e me empurrou em direção a uma porta lateral que eu nem sequer havia visto.

Meu coração martelava as costelas. Lutei. Ele me enfiou no saguão escuro e fechou a porta com um chute.

—Quietinha — ordenou em voz baixa, colado ao meu ouvido.

Eu deveria ter continuado a lutar. Deveria tê-lo arranhado, chutado, feito qualquer coisa. Em vez disso, fiquei tremendo entre o corpo dele e a parede, sentindo o peso de sua mão na minha boca e o calor de sua respiração no meu pescoço. Percebi sua ereção dura contra minha bunda, contundente, descarada, e meus joelhos cederam.

—Isso — murmurou. — Já entendeu.

Ele soltou minha boca devagar. Engoli o ar com medo, mas não gritei. Ele percebeu e sorriu de lado.

—Olhe para você. Está assustada, sim, mas não apenas assustada.

Os dedos dele subiram pela minha coxa até a barra do vestido. Ele o levantou sem cerimônia e apertou minha boceta por cima da calcinha. Eu gemi. Estava molhada, molhada demais para continuar mentindo para mim mesma.

—Porra — disse ele. — Sai fugindo de uma festa e vem toda ensopada.

—Não... — tentei protestar, mas a mão dele entrou por baixo do tecido.

Ele separou meus lábios com dois dedos e os moveu devagar, lambuzando-se com minha excitação. Senti vergonha, raiva e um prazer brutal subindo como febre pelo meu ventre.

—Diga de novo — sussurrou. — Diga que não.

Não consegui. Meu corpo me traiu antes que minha boca pudesse fazê-lo. Joguei a cabeça para trás quando ele enfiou dois dedos em mim e os enterrou de uma vez, arrancando de mim um gemido rouco.

—Isso você sabe fazer direitinho — disse.

Ele me virou de frente para a parede. Baixou minha calcinha com um puxão seco até minhas coxas e abriu o zíper. O som me atravessou como um relâmpago. Não tive tempo de pensar em mais nada. Ele me segurou pela nuca, obrigou-me a arquear as costas e enterrou o pau numa única investida.

Gritei. Não consegui evitar. Ele me abriu de uma vez, grosso, duro, brutal. A dor inicial foi aguda, mas durou muito pouco. Depois restou apenas aquela sensação indecente de estar cheia, ocupada, completamente dominada.

—Assim — rosnou contra minha orelha. — Assim eu queria você.

Ele me fodeu sem delicadeza, com estocadas profundas que batiam meu corpo contra a parede. Agarrei o reboco sujo enquanto ele enterrava o pau em mim repetidamente, marcando um ritmo duro, seco, animal. Cada investida arrancava de mim outro som, outro suspiro, outro gemido que eu já não podia nem queria controlar.

—Olhe para você — disse, apertando uma de minhas tetas por cima do vestido e beliscando o mamilo. — Sai chorando de uma festa e acaba assim, empalada por um desconhecido.

Ele saiu apenas para cuspir entre minhas pernas e voltou a entrar ainda mais fundo. Senti tudo arder e, ao mesmo tempo, minha boceta se fechar ao redor dele, faminta. Aquilo me confundiu e me excitou ainda mais.

—Você gosta — insistiu. — Adora que usem você.

—Eu não sei... — balbuciei, mas ele me agarrou pelos cabelos.

—Não pense. Apenas sinta.

E eu senti. Senti a mão dele baixando meu decote para morder meu ombro. Senti o pau dele me golpeando por dentro com uma força que me tirava o fôlego. Senti seus dedos apertando meu pescoço o suficiente para me assustar e me acender ainda mais. Quando ele enfiou uma mão entre minhas pernas e começou a esfregar meu clitóris enquanto continuava a me foder, gozei quase sem aviso.

Foi um orgasmo sujo, violento, vergonhoso. Sacudiu-me inteira, com as pernas tremendo e o rosto colado à parede enquanto ele continuava a me penetrar através das contrações. Eu gemia solta, sem dignidade, sem sentido, e ele riu ao perceber.

—Boa menina.

Ele gozou dentro de mim com um grunhido baixo, enterrando-se até o fundo e mantendo-me imóvel enquanto se derramava. Depois saiu, soltou-me e deu um passo para trás, como se tivesse acabado de concluir um trabalho qualquer.

Subi a calcinha com as mãos desajeitadas. Eu tremia. Ele acendeu outro cigarro no patamar, sem sequer olhar para mim.

—Vá embora.

Olhei para ele, ainda respirando entrecortado.

—Eu nem sei como você se chama.

—Você não precisa saber.

—Você acabou de me foder num saguão.

Finalmente, ele me olhou de frente.

—E você gozou.

Não soube o que responder. Saí dali com as pernas bambas e o sêmen dele escorrendo devagar dentro de mim. Pensei que, assim que chegasse em casa, tomaria banho até arrancar de mim aquele cheiro. Passei meia hora sob a água, mas ele não saiu da minha cabeça nem do meu corpo. Ao me deitar, em vez de sentir alívio, encontrei-me apertando as pernas e lembrando de cada investida.

***

Os dias seguintes foram piores. Aparentemente, continuei com minha rotina normal, sorrindo quando era necessário, respondendo mensagens, fingindo que estava tudo bem. Por dentro, porém, eu vivia presa naquele saguão. Qualquer roçar me deixava molhada. Qualquer homem gentil me deixava fria.

Tentei sair com alguém. Uma amiga me apresentou a um sujeito bonito e educado, desses que perguntam antes de beijar e acariciam como se fossem quebrar você. Fomos ao apartamento dele, tiramos a roupa com calma e ele chupou minha boceta com uma ternura impecável. Tentei aproveitar. Eu realmente tentei.

Mas, quando ele me penetrou devagar, olhando nos meus olhos, senti apenas frustração. Eu não queria carícias suaves nem palavras bonitas. Queria uma mão firme na nuca, uma ordem seca, um pau entrando sem pedir permissão. Queria perder o chão outra vez.

Fui embora de lá inventando uma desculpa esfarrapada. No táxi de volta, chorei de raiva porque finalmente tive de admitir: eu não queria esquecê-lo. Queria voltar.

A confirmação chegou semanas depois, com náuseas ao acordar e um atraso impossível de ignorar. Comprei um teste, tranquei-me no banheiro e vi as duas linhas aparecerem como uma sentença. Sentei-me na borda da banheira com o teste na mão, paralisada.

Era dele.

Não pensei em denunciá-lo nem em procurá-lo para exigir alguma coisa. Pensei que uma parte de mim já pertencia a ele havia tempo demais, sem que eu tivesse dito isso em voz alta. Naquela noite, fiz uma pequena mala, deixei um bilhete em casa e voltei à rua onde tudo havia começado.

Levei vários minutos para criar coragem de bater. Quando finalmente a porta se abriu, ele estava diante de mim como se soubesse que, cedo ou tarde, eu voltaria.

—Ora, ora — disse, percorrendo-me com o olhar. — A fugitiva.

—Eu voltei.

—Isso eu já vi. A pergunta é por quê.

Engoli em seco. A bolsa estava pendurada no ombro, e minha mão tremia ao redor da alça da mala.

—Porque não parei de pensar em você.

Ele apoiou uma mão no batente, cortando metade da minha rota de fuga.

—Isso não basta.

—Estou grávida.

Sua expressão não mudou. Apenas estreitou os olhos, como se medisse o peso exato das minhas palavras.

—E o que espera que eu faça com isso?

—Não vim pedir nada — respondi. — Vim ficar com você... se me aceitar.

O silêncio dele me despiu mais do que qualquer ordem. Quando falou, sua voz saiu áspera e tranquila.

—Se atravessar essa porta, será sob as minhas regras.

Assenti.

—Diga quais são.

—Você vai obedecer. Não vai chorar para me manipular. Não vai fingir coragem onde ela não existe. E, se eu disser que você deve se despir aqui mesmo, vai fazê-lo.

Senti um arrepio percorrer minhas costas. Olhei para a rua vazia, depois para o rosto dele.

—Eu farei.

—Então comece.

Levei as mãos ao zíper do vestido e o baixei devagar. O ar da noite eriçou minha pele quando o tecido se abriu. Tirei o vestido e o deixei sobre a mala. Ele não se mexeu. Apenas observava.

—Tudo — ordenou.

Abri o sutiã. Meus seios ficaram expostos, tensos por causa do frio e da vergonha. Depois baixei a calcinha pelas pernas. Fiquei nua na calçada, ainda de salto alto e com o coração batendo na garganta. Ele percorreu meu corpo de cima a baixo com uma frieza examinadora que me fez molhar em segundos.

—Mãos para trás.

Obedeci.

Ele finalmente se aproximou. Apertou um seio, depois o outro, sem delicadeza, avaliando-os como se conferisse uma compra. Beliscou meus mamilos até me fazer gemer. Depois passou o polegar pelos meus lábios inchados e mostrou-o úmido para mim.

—Nem comecei e você já está ensopada.

Ele cuspiu no meu rosto. A saliva escorreu pela minha bochecha. A humilhação me queimou, mas não baixei os olhos. Queria demonstrar que continuava ali por vontade própria.

—Ajoelhe-se.

Ajoelhei-me na calçada. A pedra estava fria e áspera sob minhas pernas. Ele abriu a calça e tirou o pau, já duro, grosso, pesado. Colocou-o diante da minha boca.

—Limpe-o com a língua.

Estendi a língua e lambi da base até a ponta, sentindo o gosto salgado da pele e o primeiro fio de pré-gozo. Ele empurrou minha cabeça com uma mão.

—Mais.

Abri a boca e o tomei. Entrou devagar no começo, enchendo minha boca, roçando minha garganta. Ele segurou meus cabelos e começou a ditar o ritmo, enfiando-o mais fundo a cada investida. Babei, tossi, meus olhos se encheram de lágrimas, mas não me afastei. O pau golpeando minha garganta me deixava tonta e excitada ao mesmo tempo.

—Assim eu gosto. Útil.

Ele tirou o pau da minha boca e deu uma batida suave com a ponta na minha língua antes de guardá-lo. Depois me fez ficar de pé com um puxão.

—Para dentro.

Entrei nua, carregando a mala e minhas roupas nos braços. O apartamento era velho, austero, com uma cozinha estreita e um pátio interno ao fundo. Ele fechou a porta, passou a tranca e me levou até a cozinha, segurando-me pela nuca.

—Apoie as mãos na mesa.

Fiz isso imediatamente.

Ele se posicionou atrás de mim e abriu minhas pernas com um chute seco nos tornozelos.

—Por que veio?

—Para ficar com você.

Ele me deu um tapa na bunda.

—Não foi isso que perguntei. Por que veio?

Tive de engolir em seco antes de responder.

—Para obedecer você.

A resposta correta ficou evidente no som que ele fez, metade risada, metade rosnado. Enfiou dois dedos na minha boceta e os moveu depressa, lambuzando-se com minha excitação. Depois tirou-os e levou-os à minha boca.

—Chupe.

Chupei-os sem tirar as mãos da mesa. Ele abriu o cinto com calma e o passou ao redor dos meus pulsos, prendendo-me contra a borda. Depois abriu mais minha bunda com as mãos e cuspiu entre minhas nádegas.

—Hoje você vai aprender a não decidir nada.

Ele pressionou a ponta do pau contra meu cu. Fiquei tensa imediatamente.

—Respire — ordenou. — Se resistir, dói mais.

Ele entrou devagar no começo, vencendo o anel com uma pressão constante que me fez gemer e cerrar os dentes. Ardia. Ele me preenchia de um jeito diferente, mais cru, mais invasivo. Quando finalmente conseguiu enfiá-lo inteiro, fiquei sem ar.

—Porra, como você é apertada.

Ele segurou minha cintura e começou a foder meu cu com estocadas firmes, cada vez mais longas e seguras, até que a dor se misturou a um prazer retorcido que me fazia tremer. Minha boceta escorria pelas coxas sem que ninguém a tocasse. Eu me sentia aberta por todos os lados, reduzida a pura sensação.

—Diga.

—O quê?

Outra investida me fez bater contra a mesa.

—Que você é minha.

Fechei os olhos.

—Sou sua.

Ele soltou um dos meus pulsos, passou a mão pela frente e começou a esfregar meu clitóris enquanto continuava a destruir meu cu. Não consegui me sustentar. Gemi alto, desfeita, movendo os quadris para trás em busca de mais.

—Era isso que eu queria ouvir.

Gozei outra vez com o rosto quase colado à mesa, escorrendo sobre minhas pernas enquanto ele continuava entrando e saindo do meu cu num ritmo selvagem. Senti a mão dele apertar minha garganta por trás e gozei novamente, mais forte, com o corpo inteiro tremendo.

Ele saiu de repente, desamarrou meus pulsos e virou-me para que eu me sentasse sobre a mesa. Abriu minhas pernas sem cerimônia e contemplou minha boceta inchada, molhada, pulsando.

—Olhe só como você está. Fodi seu cu e você continua pedindo mais.

Ele enfiou dois dedos na minha boca para me fazer calar, depois os trocou pelo pau. Desta vez, penetrou minha boceta de frente, segurando-me pelas coxas, enterrando-se até o fundo com uma dureza que arrancou de mim um gemido mudo ao redor de seus dedos. Tirou a mão e agarrou meu rosto.

—Agora sim. Quero ver você.

Ele me fodeu aberta sobre a mesa, levantando minha bunda a cada investida para se enterrar mais fundo. O som molhado do pau entrando e saindo encheu a cozinha. Meus seios balançavam com o ritmo. Ele chupou um mamilo, mordeu-o, insultou-me em voz baixa, chamou-me de sua cadela, sua garota obediente, seu capricho, e cada palavra me afundava ainda mais.

Agarrei-o pelos ombros sem saber se queria afastá-lo ou atraí-lo para mais perto. A segunda opção venceu. Fechei as pernas ao redor da cintura dele e o recebi golpe após golpe enquanto ele massacrava minha boceta.

—Quero que você goze no meu pau — disse ele. — Agora.

Não soube obedecê-lo com a cabeça. Meu corpo soube. Ele esfregou meu clitóris com o polegar, rápido, brutal, e o orgasmo explodiu sobre mim sem que eu pudesse evitar. Arqueei-me, mordi o ombro dele e gozei com um grito quebrado. Ele não diminuiu o ritmo. Continuou me fodendo durante o clímax, aproveitando o modo como minha boceta se fechava ao redor de sua pica, até gozar dentro de mim com um suspiro áspero e a testa encostada no meu pescoço.

Ficamos assim por alguns segundos, suados e respirando com força. Depois ele saiu devagar. O sêmen escorreu dentro de mim e por entre minhas pernas. Baixei os olhos, tonta, e ele ergueu meu queixo.

—Se ficar, isto não será uma brincadeira de uma noite.

—Não vim por uma noite.

Ele me observou por um longo tempo, como se decidisse quanto de mim queria quebrar e quanto queria preservar. Depois pegou o vestido do chão e o jogou no meu colo.

—Então tome banho, coma alguma coisa e descanse. Amanhã começamos de verdade.

—Começamos o quê?

Ele se aproximou e me beijou pela primeira vez, lento e dominante, mordendo meu lábio no final.

—Seu adestramento.

Não sorri. Não era necessário. Desci da mesa com as pernas tremendo, a boceta ainda pulsando e a certeza de que, pela primeira vez na vida, eu acabara de entrar exatamente no lugar de onde já não queria sair.

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