A comissária fechou o banheiro do avião por mim
Minha chefe me deixou excitado durante todo o voo. Quando me levantei para ir ao banheiro, não esperava que outra pessoa entrasse atrás de mim.
Minha chefe me deixou excitado durante todo o voo. Quando me levantei para ir ao banheiro, não esperava que outra pessoa entrasse atrás de mim.
Na manhã seguinte à festa, Daniela e Selene já planejavam algo ainda mais ousado: encontrar dois homens para tornar aquele aniversário inesquecível.
Eram onze da noite, a rua estava vazia e eu decidi tirar a roupa ali mesmo. Não imaginei que um bêbado cambaleando na esquina estivesse me vendo.
Ela me escreveu uma única linha: «Relato ou fantasia?». Eu não imaginava que aquela pergunta terminaria com ela nua na minha maca, esperando que eu provasse.
Eu a vi apoiada no balcão como se o clube inteiro existisse apenas para sustentá-la, e soube que nenhuma nota seria cara por uma noite com ela.
As duas toalhas no cabide me avisaram que eu não estava sozinho. O inteligente seria ir embora. Em vez disso, fiquei colado ao vidro.
Ele tem vinte e dois anos e me perguntou, olhando para a rua, se eu realmente gostava de descer entre as pernas de uma mulher. Naquela noite, contei tudo o que sabia.
As três viajaram sozinhas, com as malas cheias de biquínis minúsculos e uma única intenção. Minha mulher disse que contaria na volta. E contou mesmo.
Subi no banco sem fazer barulho, encostei o olho na grade de plástico e então a reconheci: era ela, a mulher que eu observara de relance durante toda a tarde.
Eles entraram no meu carro achando que só tomariam um banho e comeriam algo quente. Eu já tinha decidido que aquela tarde não terminaria com eles vestidos.
Cada vez que ela empurrava a porta do bar, seis homens se levantavam ao mesmo tempo, como se tivessem ensaiado aquela cena centenas de noites.
Nunca tinha feito algo assim. Mas naquela tarde, enquanto procurava alguém para consertar o telhado, percebi que, na verdade, estava caçando outra coisa.
Ela levantou uma toalha entre as portas do carro para se esconder de todos. Não contava com o vento, nem com a quantidade de olhos que já a observávamos.
Cheguei ao motel dizendo que não queria mais, convencida de que ia parar tudo. O que eu não sabia era o quanto gostaria de perder aquela discussão comigo mesma.
Combinamos algo simples: uma chamada perdida quando eles começassem, e eu apareceria na minha varanda como se fosse por acaso. Aquela noite mudou tudo.
Aprendi que o prazer não estava no mar nem na paisagem, mas no instante exato em que um desconhecido percebia que eu não usava nada por baixo.
Passei anos cobrando pelo meu tempo, mas naquela madrugada fiz algo que jamais tinha feito: esquecer o dinheiro enquanto ele estava dentro de mim.
Uma onda atrevida, uma toalha molhada e, de repente, meu biquíni grudado ao tecido enquanto eu continuava de pé. O que veio depois me mudou para sempre.
Fazia uma eternidade que um homem não a tocava. Bastaram dois desconhecidos e um vagão lotado para que seu corpo a traísse sem pedir permissão.
Disse a Mateo que ia me bronzear de frente. Não contei que o verdadeiro prazer era saber que cada homem que passava parava para olhar para mim.